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Pitanga

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Pitanga

Livro Ruim - 1 comentário

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Autor: Carlos Eduardo de Magalhães  

Editora: Grua

Assunto: Romance

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 223

Ano de edição: 2008

Peso: 260 g

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Ruim
Marcio Mafra
10/06/2009 às 13:05
Brasília - DF

Pitanga é livro de e para intelectual. Bem escrito? Sim. Bem arquitetado? Sim. Atual? Sim. Linguagem não erudita? Sim. Mas tem uma condução narrativa que fica meio perdida entre o excesso de festas, dos eventos sociais, do sexo e da loucura de seus personagens, como ele mesmo, o narrador-escritor Giba. O leitor não transita pela pelo começo do romance, depois na evolução, e a condução final da história que além de previsível é tola. O leitor, de vez em quando é jogado ou atirado num desvario despropositado, num desencontro intelectual sem muito sentido, entre outras banalidades que acontecem por nada. Pitanga não encantou. É assim mesmo, história ruim, livro ruim.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A história de Giba e Patrícia e Luiza Potti e Catherine Grant e Gislaine e mais um monte de gente. Todos em torno do escritor de sucesso, o milionário Giba, ou Gilberto Varcelos, para quem tudo era questão de grana: mulheres, sexo, festas, literatura, praias, pessoas....e claro, vinganças.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Quando ouvia a mulher chamá-lo assim já sabia que o relacionamento andava para o fim, com o casamento na igreja, o casal de filhos, uma chácara em Itu, e tudo o que ele acreditava ser felicidade. Que será que ele tinha de errado? Não é o que você tem de errado, é o que tem de certo, você é todo certo, disse-lhe a última. Ela estava, tentando conter a irritação, devolvendo-lhe o anel de noivado. Estava cansado. Cansado dessas mulheres e de gostar delas e de acreditar nelas e de querer dividir o futuro com elas, cansado de querer ter um labrador que deitasse ao seu lado numa casa cheia de filhos e de movimento. Cansado de ser um anjo. Um cansaço que, de tão acumulado, transbordou. Precisava descansar, descansar dessas mulheres e de toda a humanidade de que ainda era capaz. Precisava mesmo de uma terapia, uma sessão naquele dia viria a calhar. Estava lhe fazendo tão bem.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Comprei o livro em agosto de 2008, quando li referências airosas sobre o autor.


 

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