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Mitologia e Negócios

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Mitologia e Negócios

Livro Ruim - 1 comentário

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Autor: Lutero de Paiva Pereira  

Editora: Juruá

Assunto: Administração

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 106

Ano de edição: 1967

Peso: 160 g

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Ruim
Marcio Mafra
10/06/2009 às 17:06
Brasília - DF

São bonitinhas as ilações poéticas, entre as atitudes ou posturas mitológicas da antiga Grécia, com o pequeno negócio de um novo empreendedor. Mas é só. Trata-se de um livrinho de cem páginas, impresso para editora ganhar dinheiro e autor lavar a vaidade dos autores. E o leitor? O leitor que se dane. Já o micro empresário a quem o livro se destina, fica com cara de idiota apalermado, ante ensinamentos tão chinfrins. A miscelânea que cita Padre Vieira, Shakespeare e provérbio português ou é uma poética brincadeira ou pura sandice.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Lições da Grécia antiga para novos empreendedores.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Chegamos ao fim de nossa proposição de relacionarmos os deuses e heróis da mitologia grega e romana com as atividades da vida empresarial, tirando daí alguns exemplos a seguir e muitas atitudes a repudiar. Com Ícaro e seu pai Dédalo aprendemos as qualidades de que os empreendedores precisam para vencer. O sonho de liberdade que alimentou a criatividade de Dédalo, aliado à iniciativa, à perseverança e à capacidade de correr riscos trouxe a vitória que só não foi maior porque o deslumbramento, aliado à desobediência vitimou Ícaro. Narciso nos ensinou que é um perigo nos apaixonarmos pelo próprio negócio. Os apaixonados agem irracionalmente e a empresa precisa de planejamento, principalmente investindo tempo e dinheiro somente nas coisas que prometem retorno compensador. Cronos veio nos lembrar de que tudo tem um fim. Que o tempo, por fim, nos vencerá e que nos resta somente adiar essa vitória final. Shakespeare, porém, nos conforta, colocando nos filhos nossa redenção: "salvo sua prole que o enfrenta se te abate ". Aracne, aquela que foi transformada em uma aranha, nos alerta que é uma temeridade desafiar aqueles que sabidamente têm uma força muito maior que a nossa. Há situações em que o bom senso nos recomenda para "comer o angu quente pelas beiradas". Aquiles, o quase invencível, pois tinha somente o calcanhar vulnerável, mostrou-nos a necessidade de descobrir nossas fragilidades e criar proteção para elas. Sísifo, carregando infindavelmente sua pedra montanha acima, deixa-nos bem claro que aquele trabalho repetido e sem esperança é sim uma maldição. Pirro, o general grego vencedor de muitas batalhas, aparece para que lembremos que há vitórias que não compensam. Algumas custam tão caro que seria melhor não enfrentá-las. Éris, a que enviou o pomo da discórdia, faz-nos refletir sobre a urgência de eliminarmos os pontos de conflito e de desentendimento na empresa. Midas, ao final, leva-nos a refletir sobre o perigo da busca gananciosa e irresponsável do ouro. ... O profissional é agente no tempo. É ele, e não o tempo, o executor da obra. O amanhã nada edifica, somente revela a ação responsavelmente empreendida no tempo certo. Padre Vieira filosofa: "Nós somos o que fazemos. O que não se faz não existe. Portanto, só existimos nos dias em que fazemos. Nos dias em que não fazemos apenas duramos" . Lutando contra o tempo e no tempo para na história inscrever seu nome, que o profissional sério se console com o grande paradoxo: o homem só se imortaliza quando morre.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Em outubro de 2008 estive alguns dias na cidade de Cuiabá, na reunião preparatória da 25ª Reunião Nacional dos Sindicatos Patronais, que se realizará no Rio, em maio de 2009. Na ocasião comprei este livro muito divulgado pela Fecomércio do Mato Grosso e aproveitei a oportunidade para conhecer a majestosa Chapada dos Guimarães, que vale muito mais que a leitura de qualquer livro.


 

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