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O Avarento

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O Avarento

Livro Ótimo - 1 comentário

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Autor: Moliére  

Editora: Gamma

Assunto: Teatro

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 234

Ano de edição:

Peso: 505 g

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Ótimo
Marcio Mafra
23/06/2003 às 19:02
Brasília - DF

Este exemplar do Avarento traz o titulo de "Clássicos". Quando um livro traz o adjetivo de clássico internacional, ou maior clássico da história, normalmente é obra pobre, mal editada, de tradução sofrível. Seus editores ganham dinheiro, sem nenhuma preocupação com a qualidade, nem compromisso com o leitor. Tais obras, normalmente, são de domínio público, portanto isentas do pagamento de direitos autorais, fato que proporciona mais lucros sem nenhum comprometimento ético. Por isso são utilizados os adjetivos grandiloqüentes Neste caso adjetivar O Avarento de clássico é pouco. É tímido. Atores famosos, artistas de rádio, cinema e televisão, e os que ainda são apenas "modelo e manequim" quando entrevistados sobre o que gostariam de representar num palco, respondem: "Moliére" Citar Moliére, significa possuir um certo verniz cultural, representar Moliére, uma consagração. Avarento é a história de Harpagão, um velho avarento e ranzinza, que é contra o amor e a juventude. Poderoso, ele pretende que sua filha se case com Anselmo, um rico senhor que lhe garantirá uma vida boa e farta. Para Cleanto, seu filho ele arranja casamento com uma rica senhora. Mas Cleanto ama Mariana, com quem Harpagão, de olho em sua fortuna, pretendia se casar. Frosine, uma velha casamenteira, é quem planeja todas as uniões. Sobra muita diversão na comédia que termina com uma mensagem moralista. Porém, para quem não é do ramo teatral, não é fácil, nem simples a leitura do livro. Para os não iniciados é uma leitura arrastada e cansativa, a despeito da genialidade de Moliére, que a escreveu no ano de 1.688 e até hoje sua peça é aplaudida de pé. Ótimo livro. Ótima comédia.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A história de Harpagão de Souza, viúvo, um filho e uma filha e de sua avarenta vida. Comédia apresentado em forma de roteiro de teatro

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

..."CENA III.

Os mesmos, menos MEALHADA. HARPAGÃO

Tu, Luísa, olhinho atento, do princípio ao fim da festa, fazendo de cor assento do que resta ou que não resta; muitas vezes cos sobejos mantém-se uma casa dias.

LUÍSA Tenho pejo...

HARPAGÃO Olha que pejos! De fazer economias! Há coisa que melhor fique, e mais proveitosa seja a quem casar se deseja?

LUÍSA Mas...

HARPAGÃO Já disse, e não replique. E agora vá-se arranjar, que tem logo uma visita; vem aí a Marianita com a senhora Guiomar, para irem todas três à feira.

LUÍSA Pois sim, meu pai.

HARPAGÃO Sempre é tua mãe, bem vês; deves comprazer-lhe. Vai.

LUÍSA (à parte, sorrindo furtivamente para Júlio e Duarte, e já a caminho para sair pela segunda porta da esquerda) A mãe da idade da filha! Pois hei de a amar eu também, (o mano Júlio é quem brilha quando eu falar coa tal mãe).

(Sai pela segunda porta da esquerda) ...."


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Não tenho nenhum registro histórico para este livro.


 

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