carregando

Aguarde por gentileza.
Isso pode levar alguns segundos...

 

Como Montar e Operar Uma Comissão de Conciliação Prévia

Para usar as funcionalidades você precisa estar logado(a). Clique aqui para logar
Erro ao processar sua requisição, tente novamente em alguns minutos.
Como Montar e Operar Uma Comissão de Conciliação Prévia

Livro Bom - 1 comentário

  • Leram
    1
  • Vão ler
    0
  • Abandonaram
    0
  • Recomendam
    0

Autor: Marcio Mafra  

Editora: Suma

Assunto: Recursos Humanos

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 116

Ano de edição: 2001

Peso: 170 g

Avalie e comente
  • lido
  • lendo
  • re-lendo
  • recomendar

 

Bom
Marcio Mafra
18/09/2004 às 15:56
Brasília - DF

Deus, na sua onisciência, sabia que eu seria um sujeito irreparavelmente pretensioso, e por isso não me aquinhoou com o sentimento da modéstia. Minha desencantoada imodéstia me permite dizer com a tranqüilidade dos justos, vergonha e coração, que não há o que comentar ao Como Operar Uma Comissão de Conciliação Prévia, por dois motivos: A) Por se tratar de um pequeno manual, em forma de livro; B) Porque este livro é um clone do Fugindo de Encrencas na Justiça do Trabalho. O truque de um livro virar dois, é explicado no histórico. Os dois manuais servem, também, para confirmar que existem por aí, neste imenso mercado livreiro, milhares e milhares de autores. Escritores são poucos e raros. Este livro-manual é - apenas - mediano.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

CCP - Comissão de Conciliação Previa, criada pela Lei 9.958/00, analisada sob o ponto de vista do empresário, com orientação para montagem e funcionamento da CCP em qualquer empresa.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Quanto custa a Justiça trabalhista. Nos últimos anos o custo da justiça trabalhista atingiu cifras impressionantes. Em 1995, a justiça Trabalhista consumiu 48% do montante destinado no Orçamento da União para todo o Poder judiciário. Em 1996, a justiça Trabalhista consumiu 49% do montante destinado ao Ministério da Agricultura. No mesmo ano, o orçamento da mesma justiça Trabalhista foi 6,2 vezes maior que todo o orçamento do Ministério das Minas e Energia e 3,8 vezes maior que o orçamento do Ministério das Comunicações. No orçamento de 1999, o Ministério da Agricultura recebeu a verba de um bilhão e 329 milhões de reais. A justiça Trabalhista recebeu três bilhões e 568 milhões de reais. Se o número de reclamações trabalhistas que chegam todos os anos aos tribunais continuar crescendo, também aumentarão os gastos da Nação. A cada ano será necessário contratar mais juízes, mais burocratas, mais equipamentos, mais imóveis para abrigar tanto papel e tanta reclamação. Onde arranjar mais dinheiro para tanto? O Estado não pode continuar exigindo da sociedade este gasto monstruoso, que vem aumentando progressivamente desde 1940. Não faz sentido que mais de dois milhões de pessoas, a cada ano, reclame de seus empregadores. Na verdade, sindicalistas e advogados trabalhistas têm interesse no crescimento da "indústria da reclamação". Pode-se perceber este fato calculando-se o valor recebido pelos profissionais do Direito Trabalhista, somente no recente ano de 1999. Segundo a Fipe, o valor médio das reclamações trabalhistas é de R$ 752,00. Se no ano de 1999 foram ajuizadas dois milhões de reclamações e 90% dos reclamantes pagaram aos seus advogados 30% do valor da causa temos - num cálculo simplista - 406 milhões de reais recebidos pelos advogados trabalhistas à titulo de remuneração. Não se conseguem informações confiáveis para estabelecer o quanto a sociedade pagou no mesmo ano de 1999 aos sindicatos patronais e de empregados à titulo de imposto sindical, o que deve ser outro valor inacreditavelmente grande. Sabe-se que pela Constituição de 1988, os sindicatos detêm a prerrogativa de impor contribuições generalizadas aos seus associados. Ignora-se o número correto de entidades sindicais existentes no país. Por outro lado, sabe-se da proliferação de associações organizadas com a finalidade exclusiva de distribuir boletos para arrecadar taxas assistenciais e contribuições confederativas, estipuladas em elevados valores, que são recolhidas várias vezes ao ano e até mensalmente. Estatísticas de 1977 revelam que naquele ano - portanto muito antes da Constituição de 88 - se encontravam cadastrados, para se beneficiarem da arrecadação das contribuições compulsórias, 8.458 sindicatos, 424 federações e 27 confederações. Estima-se que em 1999 o número de sindicatos tenha quadruplicado, sendo verdadeiro supor que existam hoje, algo em torno de 38 mil sindicatos espalhados pelo país. Ora, se a Justiça Trabalhista em 1999 consumiu do Orçamento da União nada menos que três bilhões e 568 milhões, acrescidos dos honorários pagos aos advogados trabalhistas de mais 406 milhões, isto soma, sem os valores consumidos pelos sindicatos, nada menos que três bilhões e 974 milhões de reais. Praticamente quatro bilhões de reais. Resta a certeza de que interesses corporativos não são movidos apenas por ideais.


Nenhuma informação foi cadastrada até o momento.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A edição do livro Fugindo de Encrencas na Justiça do Trabalho, foi feita fora do circuito comercial, posto que sua venda só era possível através da "internet". Este fato motivou um contato com o editor Alex Cavichini, da editora Suma Econômica, que juntamente com uma fita de video, editou o livro mudando-lhe apenas o título e comprando os direitos autorais do mesmo. Segundo Cavichini esta era a forma que permitia ao autor continuar comercializando o original Fugindo de Encrencas na Justiça do Trabalho, pelo tempo e edições que entendesse convenientes.  Ao final, o autor tem dois títulos editados, com um só conteúdo. Tanto o livro original, como a sua cópia, ensinam o passo à passo para a amontagem e o funcionamento da CCP.


 

Receber nossos informativos

Siga-nos:

Baixe nosso aplicativo

Livronautas
Copyright © 2011-2021
Todos os direitos reservados.