carregando

Aguarde por gentileza.
Isso pode levar alguns segundos...

 

Para Gostar de Ler - Crônicas

Para usar as funcionalidades você precisa estar logado(a). Clique aqui para logar
Erro ao processar sua requisição, tente novamente em alguns minutos.
Para Gostar de Ler - Crônicas

Livro Ótimo - 1 comentário

  • Leram
    3
  • Vão ler
    3
  • Abandonaram
    0
  • Recomendam
    1

Autor: Carlos Eduardo Novaes  

Editora: Ática

Assunto: Didático

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 92

Ano de edição: 1982

Peso: 110 g

Avalie e comente
  • lido
  • lendo
  • re-lendo
  • recomendar

 

Ótimo
Marcio Mafra
19/09/2004 às 17:28
Brasília - DF

Para Gostar de Ler é uma coletânea de excelentes crônicas de quatro ótimos contistas. O livrinho é bem ilustrado e trata da vida moderna, da comunicação entre os humanos, os transportes, o país do futebol e lições de vida. Crianças e pré adolescentes tem aqui um excelente começo para aprender a gostar de ler. Vale muito mais do que pesa. Muito bom, tanto na forma como no conteúdo


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Coletânea de crônicas de Carlos Eduardo Novaes, José Carlos de Oliveira , Lourenço Diaféria e Luis Fernando Veríssimo para despertar nas crianças o gosto da leitura.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Confuso. O Consumidor acordou confuso. Saíam torradas do seu rádio-despertador. De onde saía então - quis descobrir - a voz do locutor? Saía do fogão elétrico, na cozinha, onde a Empregada, apavorada, recuara até a parede e, sem querer, ligara o interruptor da luz, fazendo funcionar o gravador na sala. O Consumidor confuso sacudiu a cabeça, desligou o fogão e o interruptor, saiu da cozinha, entrou no banheiro e ligou seu barbeador elétrico. Nada aconteceu. Investigou e descobriu que a sua Mulher, na cama, é que estava ligada e zunia como um barbeador. Abriu uma torneira do banheiro para lavar o sono do rosto. Talvez aquilo tudo fosse só o resto de um pesadelo. Pela torneira jorrou café instantâneo. Confuso, o Consumidor escovou os dentes com o novo desodorante e sentou na tampa da privada - fazendo soar a campainha da porta - para pensar. Acendeu um batom Roxo Purple, nova sensação, da Mulher. O que estaria acontecendo? Resolveu telefonar para o Amigo. Saiu do banheiro e foi para a sala. Quando girou o disco do telefone a televisão a cores começou a funcionar. Pensou com rapidez. Foi até o televisor e, no selecionador de canais, discou o número do Amigo. Saiu laranjada do telefone. Apagou o batom num cinzeiro e voltou para o quarto. A Mulher acabava de acordar e, sonolenta, caminhava na direção do banheiro. Viu a Mulher fechar a porta do banheiro e dali a pouco ouviu a campainha da porta tocar de novo. Esperou. Quando a Mulher abriu a porta do banheiro e, confusa, lhe disse "Querido. . . " ele antecipou: - Já sei. Saiu café da torneira da pia. - Não. Liguei o chuveiro e uma voz disse "Alô?" Era o Amigo. - Deixe que eu falo com ele. Foi até o chuveiro falar com o Amigo. Contou tudo que estava acontecendo. O Amigo disse que na sua casa era a mesma coisa, saía música do condicionador de ar e a televisão corria atrás das crianças dizendo bandalheira, era o fim do mundo. Foi quando o Consumidor, confuso, viu que o novo secador de cabelo descia sozinho da sua prateleira, atravessava o chão do banheiro como um pequeno Mas decidido tanque e saía pela porta. Disse para o Amigo que o chamaria de volta, desligou o chuveiro e saiu correndo. O secador encaminhava-se lentamente para a cozinha, onde a Mulher e a Empregada, assustadas, testavam todas as utilidades domésticas. A janela da máquina de lavar roupa transmitia o padrão do Canal 10, e o fogão, agora, dava o noticiário das oito. O Consumidor chegou a tempo de evitar que o secador atacasse sua Mulher por trás. Atirou o secador com força contra a parede. Ouviu-se um berro de dor e fúria partindo dos alto-falantes do estéreo, na sala, e ao mesmo tempo a geladeira começou a movimentar-se pesadamente na direção do Consumidor, da Mulher e da Empregada. - A chave geral! - gritou o Consumidor. Saíram todos correndo pela porta da cozinha. Chegaram até a chave geral. O Consumidor abriu a portinhola, puxou a alavanca e ouviu nitidamente que se ligava o motor do Dodge Dart na garagem. O melhor era fugir! Correram para a garagem, entraram no carro, o Consumidor botou em primeira, apertou o acelerador e um Boeing caiu em cima da casa.


Nenhuma informação foi cadastrada até o momento.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Nada há para registrar como história deste livro.


 

Receber nossos informativos

Siga-nos:

Baixe nosso aplicativo

Livronautas
Copyright © 2011-2020
Todos os direitos reservados.