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Os Grandes Misterios do Passado

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Os Grandes Misterios do Passado

Livro Ruim - 1 comentário

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Autor: Não Consta Autor  

Editora: Seleções

Assunto: Coletânea

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 447

Ano de edição: 1996

Peso: 1.400 g

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Ruim
Marcio Mafra
20/09/2004 às 23:02
Brasília - DF

O editor deste livro, o mesmo da revista Seleção, selecionou acontecimentos significativos e personagens intrigantes da história universal para uma incursão pelo passado. Nada muito interessante nem muito desinteressante, embora curioso na forma como se apresenta o assunto. 1) Porque teria Hitler ordenado que Rommel, um de seus mais famosos generais se suicidasse? 2) Rutherford B. Hayes, tomou posse como Presidente dos EUA, em março de 1877, se quem ganhou realmente as eleições foi o seu rival? (Esta é uma história que se repete na era Bush?) 3) Dizia-se que na Idade Média, o papado era governado por mulheres; teria uma delas chegado mesmo a papisa? Bom, não há como comentar um guia, mesmo um guia de bobagens pretensamente literárias ou do tipo "cultura inútil".


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Livro quase misterioso, contendo 91 histórias divididas em de sete partes:
1) Desaparecimentos sem nenhum rastro
2) Mortes não esclarecidas
3) Personagens misteriosas
4) Culpados ou inocentes?
5) Entre a verdade e a lenda
6) Perguntas sem respostas e
7) Erros fatais.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Ivan tinha apenas 3 anos quando sucedeu a seu pai, Basílio III, como grão príncipe de Moscou em 1533, e durante cinco anos, enquanto o rapazinho era educado nos assuntos do Estado, a mãe governou como regente. Mas quando esta morreu - possivelmente envenenada -, ele tornou-se o centro de uma luta pelo poder entre diversas facções de boiardos, ou aristocratas. Aos 13 anos, tomou uma atitude decisiva, ordenando que um dos rivais fosse aprisionado na sua presença e mais tarde executado.
Os bons tempos...
Felizmente, havia uma influência moderadora na pessoa de Makary, da Igreja Ortodoxa Russa. Aos 16 anos, Ivan seguiu o conselho de Makary em dois assuntos cruciais: a sua coroação como czar (forma abreviada de césar) de todas as Rússias em 16 de janeiro de 1547 e o casamento, passado um mês, com Anastásia Romanova. O objetivo de Makary era fazer de Moscou o novo centro do cristianismo, a "terceira Roma (depois de Roma e Constantinopla). "Duas Romas caíram", dizia, "mas a terceira está de pé, e não haverá uma quarta." Dizia-se assim que Ivan era não só o descendente direto do imperador romano Augusto, mas também o principal chefe temporal da cristandade. A fim de reforçar o seu projeto grandioso, Makary esquadrinhou os documentos da Igreja em busca de lendas de homens santos da Rússia e convocou dois sínodos para proclamar santos russos.
Além deste ressurgimento religioso, havia no ar reformas políticas. Orientado por um grupo de conselheiros, Ivan instituiu um novo código de leis, tentou melhorar as condições do serviço militar e deu maiores poderes aos governos locais.
Quanto ao seu casamento, foi aparentemente feliz. Anastásia, que morreu em 1560, teve seis filhos, embora apenas dois tenham ido além da infância. Exercia sobre o marido uma influência tranquilizadora, ajudando-o a moderar os seus apetites por divertimentos imorais, pela bebida e pelos desportos cruéis e as suas arbitrárias demonstrações de poder.
... E o reino do terror
Deixando Moscou entregue a Makary, Ivan partiu para uma guerra contra os tártaros, numa série de campanhas entre 1547 e 1552 que levaram à destruição do poderio destes invasores turcos e à anexação das suas terras ao longo do Volga. Regressando à capital em triunfo, disse aos boiardos: "Agora, já não os temo!" Daí por diante, governaria como autocrata.
Houve, no entanto, mais um último desafio dos conflituosos nobres. Quando Ivan foi atacado por grandes febres no princípio de 1553, os boiardos exigiram-lhe que nomeasse um sucessor para o caso de morte. Não desejando suportar outra regência em nome de um menor, eles rejeitaram a designação do filho de Ivan, ainda criança, Dimitri, e propuseram-lhe seu primo Vladirnir. O czar manteve-se inflexível, convocou os boiardos aos seus aposentos e exigiu-lhes que beijassem uma cruz como prova de fidelidade a Dimitri. Quando se recuperou, Ivan fez uma peregrinação de ação de graças a um santuário remoto.
A campanha seguinte de Ivan - uma tentativa de dar à Rússia uma saída para o mar Báltico - acabou num impasse e ele viu-se obrigado a pedir ao papa Gregório XIII que servisse de mediador entre ele e os seus adversários, a Polônia e a Suécia. De novo em Moscou, após a morte de Makary, em 1563, o czar procurou um poder ainda mais absoluto com a instituição do que se chamou a oprichnina.
Nesta bizarra reforma governamental, Ivan dividiu o seu reino em duas partes. Metade seria governada de forma tradicional com o apoio dos boiardos. Mas a outra - a oprich, ou parte da viúva - deveria ser tratada como sua propriedade particular, defendida por um exército de entre 1000 e 6000 homens. Para o povo russo, tudo isto se traduziu num reinado de terror, dizendo-se que o próprio czar participava da tortura e do assassinato dos seus opositores.


Nenhuma informação foi cadastrada até o momento.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Livro obtido como brinde promocional, quando Edite assinou a revista "Seleções".


 

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