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Os Donos da Terra

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Os Donos da Terra

Livro Ruim - 1 comentário

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Autor: Janet Dailey  

Editora: Record

Assunto: Romance

Traduzido por: Isabel Paquet de Araripe

Páginas: 373

Ano de edição: 1983

Peso: 245 g

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Ruim
Marcio Mafra
24/09/2004 às 12:55
Brasília - DF

Web Calder, tinha um império em terras e gado, cujo poder despertava inveja e cobiça noutros criadores, quando a família é ultrajada porque uma de suas filhinhas, contando apenas 15 anos, é seduzida.Daí..., Os Donos da Terra é livro impróprio para leitores com tendência a diabete adquirida. É açucar puro. Não vale quase nada.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

História de amor do oeste americano, com os códigos de honra e de violência dos cawboys da terra, entremeado de paixões avassaladoras.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

O nome Calder provocou uma resposta imediata da loura oxigenada. Deslizando do banquinho, abaixou-se atrás do bar para servir chope do barril. Enquanto o copo enchia. Ela discretamente tirou o chiclete da boca e afofou o cabelo já muito fofo. Ao atravessar a sala com a cerveja, veio rebolando provocantemente, o que Webb observou com interesse passageiro. Há muito tempo ele se comprometera consigo mesmo a evitar as garotas do Jakc e satisfazer suas necessidades ocasionais durante visitas a Miles Cty ou Helena. Às vezes era inconveniente, mas garantia que sua vida particular continuasse particular e não se tornasse objeto das conversas locais. -Teve mais problemas com aqueles ladrões de gado? - perguntou Angus. Webb se perguntou se o homem era esperto ou simplesmente um tolo. Por puxar o assunto. - Não nos últimos dias - admitiu. Depois que botei os homens para patrulhar as estradas, parece que eles decidiram ficar na moita por alguns tempos. - Acha que ainda estão por aqui? - Angus pareceu surpreso. - O pessoal todo da cidade anda dando palpite de que os ladrões se mandaram da região em busca de pasto mais verde e gado mais gordo. - Ainda estão por aqui. - Webb sacudiu enfaticamente a cabeça e não desfitou os olhos do outro. - Estou apostando. - Por que diz isso? Falou Angus, recostando-se na cadeira. - Porque eles foram espertos demais, mostrando que conheciam intimamente essa região. Esses ladrões de gado não são de fora. São gente daqui. Com o canto dos olhos, Webb notou que o garoto se mexia na cadeira, mas Angus soltou uma risada incrédula - Não está pensando mesmo que é alguém que todos conhecemos, não é? - ironizou. - Estou convencido de que é. - E de quem suspeita? - Angus ainda fingia que era uma pilhéria. Nem uma vez Webb livrou-o do seu olhar fixo e inflexível. - Podia ser qualquer um, entre muitos, mas você sabe quem eu creio que é. - A ênfase no pronome foi deliberada, para indicar O'Rourke sem lhe dar o nome. Houve uma pausa significativa antes que Angus replicasse com um desafio. - Se tem tanta certeza de que sabe quem é, por que não tomou nenhuma providência? Está só arriscando um palpite. Não tem nenhuma prova. Se tivesse, Potter já teria um mandado de prisão pronto. - A lei é muito lenta, e não muito confiável. Mesmo que Potter tivesse provas o bastante para prender o sujeito, o ladrão pagaria fiança até o julgamento, que pode levar meses. Não há garantia de que seria condenado por um júri. E se fosse; é concebível que receberia livramento condicional depois de cumprir apenas uma curta sentença. O que o impediria de roubar mais gado enquanto está esperando o julgamento, ou depois de ter saído da prisão? Webb fitou Angus friamente. - As coisas eram bem diferentes antigamente. Os ladrões eram enforcados na hora, e um ferro de marcar era toda a prova de que um fazendeiro precisava. - Achou um ferro de marcar? - Por dentro, Angus estava-se contorcendo. O desafio era pura bravata. - Não, mas Slim Bevius reconheceu uma voz quando surpreendeu os ladrões no Broken Butte. - Webb viu Angus perder a cor e soube com certeza absoluta que ele era o ladrão de gado. - E daí? - Daí.. - que quero advertir claramente a esse homem. Se mais uma cabeça de gado dos Calders for roubada, irei atrás dele pessoalmente. - Foi uma declaração tranqüila, meio ameaçadora no seu tom monótono


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

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