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Crítica da Razão Prática

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Crítica da Razão Prática

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Autor: Emmanuel Kant  

Editora: Edigraf

Assunto: Filosofia

Traduzido por: Afonso Bertagnoli

Páginas: 249

Ano de edição: 1960

Peso: 490 g

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Bom
Marcio Mafra
02/10/2004 às 12:51
Brasília - DF

Em Critica da Razão Prática - não simples e nem de fácil leitura - se conhecem o raciocínio lógico de Kant e a maneira como ele demonstra suas teses. Começa com uma defesa sedimentada da existência de uma alma livre e possuidora de vontade autônoma. Segue pelo caminho de que a razão conduz o homem à ciência e conclui que o uso dogmático da razão pode conduzi-lo ao ceticismo. Emmanuel Kant trouxe a razão para o centro de sua filosofia crítica e apontou os limites do conhecimento. Beleza de livro, danado de ler e compreender.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Em 1781 foi publicado a "Crítica da Razão Pura". Logo depois, em 1787 o autor publicou a "Critica da Razão Prática". Kant, estabelece no prólogo do livro a diferença entre as duas razões, a pura e a prática: "....este tratado explicará suficientemente que há razão pura prática, criticando com essa intenção toda a faculdade prática. Conseguindo-o, já então não necessita criticar a faculdade pura em si mesma para ver a razão, como semelhante faculdade, não se excede a si mesma, atribuindo-se esse característico de um modo gratuito. Se, como razão pura, ela é realmente prática, isso demonstra a sua natureza imanente e a dos seus conceitos, por esse próprio fato, sendo vã toda a disputa contra a possibilidade de efetiva-lo.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Uma vez que os conceitos do bem e do mal, como consequências da determinação a priori da vontade, pressupõem também um princípio puro prático, por consequência uma causalidade da razão pura, resulta que não se referem originariamente (de certo modo como determinações da unidade sintética na multiplicidade de intuições operadas em uma consciência) a objetos, como os conceitos puros do entendimento ou categorias da razão usada teoricamente, pois consideram elas estes objetos de preferência como já dados anteriormente, quando são em conjunto modos de uma categoria única, isto é, a de causalidade quando o fundamento da determinação da mesma consiste na representação racional de uma lei da razão que, como lei da liberdade, faculta a razão a si mesma, mostrando-se desse modo a priori como prática. Mas como as ações, embora por uma parte estejam sob uma lei da liberdade e pertençam consequentemente à conduta dos sêres inteligíveis, por outra parte, entretanto, ainda como acontecimentos do mundo dos sentidos, pertencem aos fenômenos, resultando que as determinações de uma razão prática só poderão ter lugar em relação com esta razão, por conseguinte, embora segundo as categorias do entendimento; não, todavia, mediante a intenção de um uso teórico do mesmo para reunir e conduzir debaixo de uma consciência a priori essa multiplicidade da intuição (sensível), mas sim para submeter o multiplo das apetições à unidade da consciência de uma razão prática que manda com a lei moral ou de uma vontade pura a priori. Estas categorias da liberdade, que preferimos denominar assim para distinguí-las dos conceitos teóricos que denominamos categorias da natureza, possuem evidentemente uma vantagem sôbre estas últimas. Enquanto estas não são mais do que formas do pensamento que designam só indeterminadamente, por meio de conceitos universais, objetos em geral a toda a intuição possível para nós, por outro lado, aquelas, como tendem à determinação de um livre arbítrio (para o qual, em verdade, não pode ser facultada nenhuma intuição de todo correspondente, mas que tem como base uma lei prática a priori, coisa que não se encontra em nenhum conceito do uso teórico de nossa faculdade de conhecer) possuem em sua base como conceitos elementares práticos, em lugar de uma forma da intuição (espaço e tempo) que não se encontra na própria razão, mas que deve ser tomada de outro lado, isto é, o da sensibilidade, a forma de uma vontade pura que reside na razão, portanto na própria faculdade de pensar; por isso ocorre que, como em todos os preceitos da razão pura prática se trata só da determinação da vontade e não das condições da natureza (da faculdade prática) para a execução de seu propósito, os conceitos práticos a priori em relação com o supremo princípio da liberdade, podem chegar em seguida a ser conhecimentos, não esperando intuições para adquirir significação, e isso, pelo notável motivo que êles mesmos produzem a realidade daquilo a que se referem (a intenção da vontade) o que não acontece com conceitos teóricos. E' mistér notar bem que estas categorias não concernem mais do que à razão prática em geral; desse modo, na sua ordem, passam das que estão ainda moralmente indeterminadas e condicionadas sensivelmente às que, sensivelmente incondicionadas, estão determinadas só pela lei moral..


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Nos anos 60, para adquirir bons livros, recorria-se aos "vendedores de livros" domiciliares, que infestavam os locais de trabalho, como hoje fazem os vendedores de consórcios, telefones, planos de investimentos, planos de saúde e planos de aposentadoria. Na verdade mudam os produtos e permanecem os vendedores. De um deles, adquiri em 61, 62 ou 63 os livros - que ainda possuo - de Jorge Amado, Machado de Assis, Rui Barbosa, Padre Antônio Vieira e Rousseau, Dante, Emerson, Kant, Shopenhauer e Marx. Era o conhecimento adquirido em módicas prestações mensais, que proporcionava algum verniz cultural ao comprador dos livros


 

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