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Homens Representativos

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Homens Representativos

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Autor: R W Emerson  

Editora: Edigraf

Assunto: Ensaio

Traduzido por: Alfredo Gomes

Páginas: 204

Ano de edição: 1960

Peso: 400 g

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Bom
Marcio Mafra
02/10/2004 às 12:47
Brasília - DF

O Ensaio Homens Representativos é quase um guia de citações, escrito por um pensador e tem muita utilidade para quem deve preparar um "discurso de improviso" para a próxima solenidade, ou precisa escrever uma carta ou artigo elogioso sobre alguem que nem conhece. Ralph Waldo Emerson não era filósofo, mas era poeta e pensador. Ele pode ser considerado o precursor da literatura de auto-ajuda com o chamado ao aperfeiçoamento pessoal e autoconfiança que escreveu por volta de 1840. Sobre homens representativos ele escreveu: Platão - Dentre os livros seculares, só Platão tem direito à reverência que Omar fazia ao Corão... "queimai as bibliotecas, porque todo o seu valor está neste livro" Montaigne: Um homem de bem ruboriza-se pelo êxito que obteve e deve perguntar a si próprio o que esta boa sorte significa. Swedenborg - Os homens mais queridos não pertencem à classe que os economistas chamam produtores. Nada têm em mãos, não cultivaram o trigo, nem fizeram o pão, não fundaram colônias, nem inventaram o ofício de tecelão. São os poetas. Shakespeare - Os grandes homens distinguem-se mais pela largueza e extensão do que pela originalidade. Napoleão - Dos vultos conhecidos e eminentes da humanidade, Napoleão foi o mais poderoso e o mais democrata. Goethe - A natureza exige um narrador. Talvez ele tenha sido o seu maior escritor. Vale a leitura, embora alguns conceitos e idéias estejam compreensivelmente defasadas.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Ensaios biográficos e críticos sobre homens-gênios: Platão, Montaigne, Swedenborg, Shakespeare, Napoleão e Goethe.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Shakespeare sabia que a tradição fornece melhor confabulação do que nenhuma invenção saberia fazê-lo. Se de certo modo, perdia a honra do desenho, aumentava os seus recursos e, nessa época, o nosso petulante esfôrço de originalidade não se fazia sentir. Não havia literatura para a multidão. A leitura universal, a imprensa barata, era desconhecida. Um grande poeta, que aparece nas épocas iletradas, absorve na sua esfera tôda a luz que irradia por tôda parte. A sua delicada tarefa consiste em trazer ao seu povo tôda jóia intelectual, tôda flor de sentimento; e êle acaba por estimar a sua memória tanto como a sua invenção. O poeta, assim, pouco se preocupa com a proveniência das suas idéias, seja tradução, seja tradição, sejam viagens em países longíquos, seja inspiração, qualquer que seja a fonte, elas são igualmente bem vistas de um auditório sem crítica. Ainda mais, serve-se de tudo embora êsse tudo esteja próximo dêle. Outros homens dizem coisas acertadas tão bem como êle, somente êles dizem bom número de tolices, e não sabem quando falaram sàbiamente. O poeta conhece a centelha da pedra verdadeira, e dá-lhe o lugar de honra, por tôda parte onde a encontra. Tal é, talvez a feliz posição de Homero, de Chaucer, de Saadi. Sentiram que todo espírito era seu espírito. E são bibliotecários e historiógrafos, tanto como poetas. Cada romancista foi herdeiro e distribuidor de todos os cem contos do mundo.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Nos anos 60, para adquirir bons livros, recorria-se aos "vendedores de livros" domiciliares, que infestavam os locais de trabalho, como hoje fazem os vendedores de consórcios, telefones, planos de investimentos, planos de saúde e planos de aposentadoria. Na verdade mudam os produtos e permanecem os vendedores. De um deles, adquiri em 61, 62 ou 63 os livros - que ainda possuo - de Jorge Amado, Machado de Assis, Rui Barbosa, Padre Antônio Vieira e Rousseau, Dante, Emerson, Kant, Shopenhauer e Marx. Era o conhecimento adquirido em módicas prestações mensais, que proporcionava algum verniz cultural ao comprador dos livros.


 

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