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Lendas Fabulas e Apólogos

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Lendas Fabulas e Apólogos

Livro Ruim - 1 comentário

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Autor: Não Consta Autor  

Editora: Edigraf

Assunto: Coletânea

Traduzido por: Não Consta Tradutor

Páginas: 224

Ano de edição: 1958

Peso: 555 g

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Ruim
Marcio Mafra
16/10/2004 às 21:22
Brasília - DF

Trata-se de uma coletânea de lendas, fábulas e apólogos - que são textos mais longos que as fábulas, mas têm a mesma lição de sabedoria ou moralidade - cujas peças foram escolhidos, alhures, pelo editor. Claro está que neste caso não foi pago um mísero centavo pelo direito autoral. Não vale nada, serve apenas para encher prateleira, até porque a coletânea foi elaborada sem nenhum critério técnico, literário, de estilo e muito menos de tempo circunstancial, em que foram escritos os textos.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Lendas estrangeiras, orientais, brasileiras, indígenas, fabulas, parábolas, apólogos e contos diversos.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

O Povo é igual ao povo. Lenda Oriental. Um dia um viajante, ao passar por uma campina, encontrou um Derviche, acomodado à sombra de uma árvore, perto de uma vertente d'água. Chegando-se a êle, começou a dialogar, enquanto os seus animais descansavam, por momentos, da fatigante jornada. Após, perguntou: - Poderá, ó bom homem, dar-me algum esclarecimento sôbre os habitantes daquela cidade florescente, que em nossa frente se estende? Qual é a sua índole e qual o grau da sua moralidade? Respondeu o Derviche: - Que impressão conservais do povo de onde vos retirastes? Disse o viajante: - E' gente má a presunçosa. Sua maldade é maior que a sua utilidade. Retorquiu o Derviche: - Também os habitantes desta cidade são iguais a êsse povo de onde viestes. Despediu-se o viajante seguindo o caminho. Ao fim da tarde, outro viajante apareceu, conduzindo o seu cavalo. Chegou onde estava o Derviche, sentado, absorto nas suas meditações. Dirigindo-se a êle, cumprimentou-o e lhe disse: - Massak said iachei. E em seguida perguntou: Podereis, ó bom homem, informar-me algo sôbre o caráter dos habitantes daquela cidade que, à nossa frente, mostra os seus lindos edifícios e monumentos? Que espécie de povo é aquêle? Refletiu um momento o ancião e depois respondeu: - Que consideração tendes vós pelo povo do qual vos ausentastes, e qual é o seu caráter? Disse o viajante: - E' gente bondosa, heróica, e resoluta, sensata e inofensiva. Retorquiu o sábio Derviche: - Também os habitantes desta cidade possuem o mesmo caráter e predicados. O povo é igual ao povo. E é como cada um o considera.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Um caso explícito de "conto do livro", semelhante ao conto do "vigário", do "paco" e do "bilhete premiado", urdido para tomar dinheiro de leitores trouxas, como eu. No início dos anos 60, espertos editores aproveitavam suas ótimas estruturas de venda porta-à-porta, para entupir incautos leitores, com quilos e mais quilos de livros. Para forçar a venda de um "autor bom" como Victor Hugo, Jorge Amado, Machado de Assis, Rousseau, Tolstói, Eça de Queiroz ou Shopenhauer, por um preço altíssimo, pagável em 10 ou 12 módicas parcelas mensais, se oferecia ao leitor comprador "inteiramente grátis" um "valioso brinde”, "ricamente encadernado", ou seja, uma antologia de qualquer coisa: poesia, discursos, galinhas, sapos, sexo dos anjos. Bestagem pura.


 

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