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Discursos Estrangeiros

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Discursos Estrangeiros

Livro Ruim - 1 comentário

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Autor: Não Consta Autor  

Editora: Edigraf

Assunto: Discurso

Traduzido por: Não Consta Tradutor

Páginas: 217

Ano de edição: 1958

Peso: 520 g

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Ruim
Marcio Mafra
16/10/2004 às 21:32
Brasília - DF

Trata-se de uma coletânea de discursos estrangeiros, cujas peças foram escolhidos, alhures, pelo editor. Claro está que neste caso não foi pago um mísero centavo pelo direito autoral. Não vale nada, serve apenas para encher prateleira, até porque a coletânea foi elaborada sem nenhum critério técnico, literário, de estilo e muito menos do tempo, em que foram pronunciados ou publicados os discursos.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Famosos discursos de estrangeiros: Demóstenes, Péricles, Bossuet, Padre Vieira, Victor Hugo, Simon Bolivar, Napoleão e Ernesto Renan.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Simão Bolivar, grande comandante militar e estadista sul-americano, nasceu em 1783. Foi o libertador da Venezuela, do Equador e da Colômbia. Considerado o Washington da América do Sul, renunciou à direção política dos países que libertara precisamente quando se preparava para reunir, numa Confederação, os estados latinos da parte sul do continente americano. Faleceu em 1830. Mensagem ao Congresso Constituinte da Colômbia, 20 de janeiro de 1830, dia de sua instalação. Concidadãos: Seja-me permitido felicitá-los pela reunião do Congresso, que em nome da Nação vai desempenhar os sublimes deveres de legislador. Árdua e grande é a obra de constituir um povo que sai da opressão por meio da anarquia e da guerra civil, sem estar preparado previamente para receber a saudável reforma a que aspirava. Mas as lições da história, os exemplos do velho e novo mundo, a experiência de vinte anos de revolução, hão de servi-los como outros tantos faróis colocados em meio das trevas do futuro; e eu me lisonjeio de que vossa sabedoria se elevará até o ponto de poder dominar com fortaleza as paixões de alguns e a ignorância da multidão, consultando, quando é devido, a razão ilustrada dos homens sensatos, cujos votos respeitáveis são um precioso auxílio para resolver as questões de alta política. Além disso, achareis também conselhos importantes para seguir a própria natureza do nosso país, que compreende as regiões elevadas dos Andes e as abrasadas ribeiras do Orenoco; examinai-o em tôda a sua extensão, e aprendereis nêle, da infalível mestra dos homens, o que há de ditar o Congresso para a felicidade dos colombianos. Muito lhes dirá nossa história, e muito nossas necessidades; mas serão mais persuasivos os gritos de nossas dores por falta de repouso e liberdade segura. Feliz o Congresso se proporciona à Colômbia o gôzo dêstes bens supremos pelos quais merecerá as mais puras bençãos! Convocado o Congresso para compor o Código Fundamental que rege a República e para nomear os altos funcionários que a administrem, é da obrigação do Govêrno instruir-vos dos conhecimentos que possuem os respectivos ministérios da situação presente do Estado, para que possais estatuir, de um modo análogo, a natureza das coisas. Cabe ao presidente dos Conselhos de Estado e Ministerial manifestar a vós seus trabalhos durante os últimos dezoito meses; se êles não corresponderam às esperanças que opunham à marcha da administração as circunstâncias turbulentas de guerra exterior e convulsões intestinas: males que, graças a Divina Providência, acalmaram em benefício da decência e da paz. Prestai vossa soberana atenção à origem e ao progresso dêstes transtornos. As turbações que desgraçadamente ocorreram em 1826 me obrigaram a vir do Peru, não obstante em estar resolvido a não admitir a primeira magistratura constitucional para que havia sido reeleito durante minha ausência. Chamado com instância para restabelecer a concórdia e evitar a guerra civil, eu não pude recusar meus serviços à pátria, de que recebia aquela nova honra e prova nada equívocas de confiança. A Representação nacional entrou a considerar as causas de discórdia que agitavam os ânimos, e convencido de que subsistiam, e de que deviam adotar-se medidas radicais, submeteu-se a necessidade de antecipar a reunião da grande Convenção. Instalou-se êste corpo em meio da exaltação dos partidos e por isso mesmo se dissolveu, sem que os membros que a compunham houvessem podido lembrar-se nas reformas que meditavam. Vendo-se ameaça da República em uma dissociação completa, foi obrigada cie novo a sustentar-se em semelhante crise; e a não ser que o sentimento nacional houvesse concorrido prontamente a deliberar sôbre sua própria conservação, a República teria sido despedaçada pelas mãos de seus próprios cidadãos. Ela quis honrar-me com sua confiança, confiança que devia respeitar como a mais sagrada lei. Vacilar? As leis que tinham sido violadas com o estrépito das armas e com as dissensões dos povos, careciam de fôrça. Já o Corpo Legislativo havia decretado, conhecendo a necessidade, que se reunisse a Assembléia que podia reformar a Constituição; e no fim a Convenção havia declarado unanimemente que a reforma era urgentíssima. Tão solene declaratória, unida aos antecedentes, deu uma sentença definitiva contra o pacto político da Colômbia. Na opinião, e de fato, a Constituição do ano 11 deixou de existir. (Não é exato em princípio). Horrível era a situação da pátria, e mais horrível a minha, porque me pus a discrição dos juízos e das suspeitas. Não me deteve, entretanto, o menoscabo de uma reputação adquirida numa larga série de serviços em que foram necessários e freqüentes sacrifícios semelhantes. O decreto orgânico que expedi em 27 de agôsto de 28 (1828) deve ter convencido a todos de que meu mais ardente desejo era o de descarregar-me do pêso insuportável de uma autoridade sem limites, e de que a República voltasse a constituir-se por meio de seus representantes. Mas apenas havia começado a exercer as funções do chefe supremo, quando os elementos contrários se desenvolveram com a violência das paixões e a ferocidade dos crimes. Atentou-se contra minha vida; incendiou-se a guerra civil; animou-se com êste exemplo, e por outros meios, ao Govêrno do Peru para que invadisse nossos departamentos do Sul, com olhadas de conquista e usurpação: os fatos e os documentos que o acreditam são autênticos. A guerra se fêz inevitável. O exército do general Lamar é derrotado em Tarqui do modo mais esplêndido e glorioso para nossas armas, e suas relíquias se salvam pela generosidade dos vencedores. Não obstante a magnanimidade dos colombianos, o general Lamar rompe de novo a guerra humilhando os tratados (de Girón), e abre por seu lado as hostilidades; enquanto isso, eu respondo convidando-o outra vez com a paz; mas êle nos calúnia, nos ultraja com doestos. O departamento de Guayaqui! É a vítima de suas extravagantes pretensões. Privados nós da marinha militar, atacados pelas inundações do inverno e por outros obstáculos, tivemos que esperar a estação favorável para recuperar a praça. Neste intermédio, um juízo nacional, segundo a expressão do chefe supremo do Peru, vindicou nossa conduta e livrou a nossos inimigos do general Lamar. Mudado assim o aspecto político daquela república, facilitou-se-nos a via das negociações, e por um armistício recuperamos a Guayaquil. Por fim, a 22 de setembro celebrou-se o tratado de paz que pôs término a uma guerra em que a Colômbia defendeu seus direitos e sua dignidade. Congratulo-me com o Congresso e com a Nação pelo resultado satisfatório dos negócios do Sul, tanto pela conclusão da guerra como pelas mostras inequívocas de benevolência que temos recebido do Govêrno peruano, confessando nobremente que fomos provocados com miras depravadas. Nenhum govêrno satisfez ao outro como o do Peru ao nosso, por cuja magnanimidade é credor da estima mais perfeita de nossa parte.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Um caso explícito de "conto do livro", semelhante ao conto do "vigário", do "paco" e do "bilhete premiado", urdido para tomar dinheiro de leitores trouxas, como eu. No início dos anos 60, espertos editores aproveitavam suas ótimas estruturas de venda porta-à-porta, para entupir incautos leitores, com quilos e mais quilos de livros. Para forçar a venda de um "autor bom" como Victor Hugo, Jorge Amado, Machado de Assis, Rousseau, Tolstói, Eça de Queiroz ou Shopenhauer, por um preço altíssimo, pagável em 10 ou 12 módicas parcelas mensais, se oferecia ao leitor comprador "inteiramente grátis" um "valioso brinde”, "ricamente encadernado", ou seja, uma antologia de qualquer coisa: poesia, discursos, galinhas, sapos, sexo dos anjos. Bestagem pura.


 

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