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Famosos Discursos Brasileiros 1º Tomo

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Famosos Discursos Brasileiros 1º Tomo

Livro Ruim - 1 comentário

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Autor: Não Consta Autor  

Editora: Edigraf

Assunto: Discurso

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 234

Ano de edição: 1958

Peso: 665 g

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Ruim
Marcio Mafra
16/10/2004 às 21:56
Brasília - DF

Trata-se de uma coletânea de discursos brasileiros, que foram escolhidos, alhures, pelo editor. Claro está que neste caso não foi pago um mísero centavo pelo direito autoral. Não vale nada, serve apenas para encher prateleira, até porque a coletânea foi elaborada sem nenhum critério técnico, literário, de estilo e muito menos do tempo em que foi editado ou pronunciado.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Coletânea de alguns discursos proferidos por: Mário Ferreira dos Santos, Manfredo Leite, Frei Francisco de Monte Alverne, Nilo Peçanha, Ramiz Galvão, Tobias Barreto, Epitácio Pessoa, Alfredo Pujol, Campos Sales, e outros.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Aloysio de Castro, na Faculdade de Direito de São Paulo, em maio de 1927. Não foi, senhores, sem um sentimento de profundo respeito que há pouco transpus o pórtico desta Faculdade, onde a vossa gentileza agora me recebe com tão fino primor. Porque de longe, muitas vêzes, pelo dever das minhas funções e pela íntima convivência dalguns dos vossos, ouço esta casa, na grande voz do seu saber. Volvendo para elo o pensamento, é a todos vós que a um só tempo estou 'Vendo, são todos aquêles que por aqui passaram, para levar depois a todos os pontos da nossa terra as opulências da intelectualidade brasileira. Aqui a escola da lei, o templo dos juristas; aqui a grande oficina mental de onde saíram administradores e estadistas, aquêles que alicerçaram, no Império e na República, o progresso e a grandeza da pátria. Se olhar para trás, de quando em quando, é o melhor meio de caminhar à frente, seja-me concedido, nestas primeiras palavras, revolver-me ao admirável passado que é a vossa glória e a vossa fôrça, o fecundo estímulo dos mestres, que nos dias do presente perpetuem luzidamente a fama que herdaram. É-me deveras grato, nesta oportunidade, quando pela generosa confiança do benemérito Presidente da República, me acho investido da direção geral do ensino, manifestar-vos, ao venerando professor que com tanta sabedoria e distinção preside nesta Faculdade, e a todos os insignes membros na Congregação, o justo acatamento em que tenho êste Instituto, e quanto me prezo da sua colaboração, na qual me honrarei de tomar conselho. Vós tendes sabiamente realizado o verdadeiro programa de envolver conservando a tradição, conformando o passado e o presente nas sucessivas gerações, através do incessante renovar das idéias. Outros tempos, outras coisas. Mas ontem como hoje, aqui e em tôda a parte, na diversidade dos fatos e em meio às crises humanas, a imutável soberania do direito, que se amplia, se desdobra, se fortifica, como a única segurança da felicidade dos povos. Teremos nós também, através das nossas comoções políticas, duramente experimentado reveses e perigos. Mas um país que se rege pelas bases liberais da nossa Constituição, e onde a consciência jurídica renasce fortalecida das vicissitudes que pareciam enfranquentá-la, não pode tremer dos seus destinos. Não é a voz dos políticos que agora fala, é o sentir unânime do povo que se levanta na esperança de um período florente para a nossa história. O restabelecimento da ordem no país, tão inteligentemente levado a efeito pelo conspícuo chefe da Nação, que conseguiu dignificar o prestígio da autoridade dentro das normas liberais e do mais edificante exemplo democrático, deve congregar numa união sincera todos os brasileiros, no esfôrço coletivo pelo bem -comum e pela prosperidade da pátria. Falando nesta ilustre Faculdade, diante dos moços, oxalá pudesse eu avivar-lhes, no coração, a luz de uma crença nova, despertar-lhes, na alma em flor, a adoração do ideal, na imagem dos grandes exemplos. Êsses que agora, com felicidade, busco dentre os mortos, e nimbado de outra luz se nos ergue ante os olhos, como se aqui estivera de presença, saindo do silêncio vil e cruel onde o esquecimento como parece velá-lo, êsse, hoje vos falará de novo naquela grandiosa "Oração aos moços", que êle escreveu para ser lida nesta casa, como a augusta lição dos seus derradeiros dias. Provemos agora, nesta evocação a Rui Barbosa, que as palavras do fim de sua vida não eram, qual amargamente supôs, palavras de um dia, "fôlhas de árvore morta que talvez não vinguem os de amanhã". E' êle que vos está a concitar numa exortação que se diria feita para o momento atual: "Mãos à obra de reconciliarmos a vida nacional com as instituições nacionais". Para isso, cada um no seu dever. Sêde observantes dos vossos, praticando em tudo a palavra do mestre, que nas provas do labor e do patriotismo cada dia enflorava em sua coroa nova gema, e meditai-lhe a obra e o exemplo. Mas agora vejo, meus jovens, não sou eu quem vos aponta o modêlo excelso, é o supremo magistrado da Nação, que apenas assumiu o governo quando foi em pessoa visitar a morada que abrigou em vida a Rui Barbosa, a casa dos seus livros, o âmbito do seu sonho, a austera mansão do seu espírito, o sacrário dos seus afetos, a catedral do seu pensamento. Num país onde é tão raro o sentimento das justas admirações e onde não existe o culto dos grandes homens, onde se diria que a todos se quer nivelar, o pintor de liso e o que debuxa os painéis opimos, o que lasca a pedra e o que lavra as estátuas, o que garatuja o abecedário e o que sobe pelo estilo às formas impecáveis da beleza suprema, o gesto da Sua Excelência o Presidente Washington Luís, criando o Museu Rui Barbosa, é uma alta, nobre e expressiva lição. Assim mostrem-se os moços do Brasil de hoje capazes de aproveitá-la, empregando o cuidado e a estudiosidade no belo patriotismo do dever, olhando sempre ao alto, o peito cheio de esperanças, que a vida ensina nos devemos prometer muitas, para conseguir realizar algumas.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Um caso explícito de "conto do livro", semelhante ao conto do "vigário", do "paco" e do "bilhete premiado", urdido para tomar dinheiro de leitores trouxas, como eu. No início dos anos 60, espertos editores aproveitavam suas ótimas estruturas de venda porta-à-porta, para entupir incautos leitores, com quilos e mais quilos de livros. Para forçar a venda de um "autor bom" como Victor Hugo, Jorge Amado, Machado de Assis, Rousseau, Tolstói, Eça de Queiroz ou Shopenhauer, por um preço altíssimo, pagável em 10 ou 12 módicas parcelas mensais, se oferecia ao leitor comprador "inteiramente grátis" um "valioso brinde”, "ricamente encadernado", ou seja, uma antologia de qualquer coisa: poesia, discursos, galinhas, sapos, sexo dos anjos. Bestagem pura.


 

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