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Famosos Discursos Brasileiros 2º Tomo

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Famosos Discursos Brasileiros 2º Tomo

Livro Ruim - 1 comentário

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Autor: Não Consta Autor  

Editora: Edigraf

Assunto: Discurso

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 233

Ano de edição: 1958

Peso: 560 g

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Ruim
Marcio Mafra
16/10/2004 às 22:00
Brasília - DF

Trata-se da segunda coletânea de discursos brasileiros, que foram escolhidos, alhures, pelo editor. Claro está que neste caso não foi pago um mísero centavo pelo direito autoral. Não vale nada, serve apenas para encher prateleira, até porque a coletânea foi elaborada sem nenhum critério técnico, literário, de estilo e muito menos do tempo em que foi editado ou pronunciado.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Coletânea de mais discursos, enfeixados no segundo volume, proferidos por: Mário Ferreira dos Santos, Manfredo Leite, Frei Francisco de Monte Alverne, Nilo Peçanha, Ramiz Galvão, Tobias Barreto, Epitácio Pessoa, Alfredo Pujol, Campos Sales, e outros

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Nabuco de Araújo Discurso proferido no Senado no dia 12 de maio de 1870, sobre a questão dos escravos. "Sr. Presidente, eu deploro que ainda esta vez não figure no discurso da Coroa o elemento servil, apesar da manifestação popular, a qual, como uma torrente, arrebata tudo, até arrebata os delegados do Govêrno Imperial, porque alguns dêles, homens práticos e profundos, sentem a necessidade de resolver alguma coisa. O conceito geral, Sr. Presidente, é que esmerilhou-se esta omissão como uma prova para desmentir o Poder Pessoal. Mas caístes em uma grande incoerência; a recomendação da Coroa no discurso anual, simples recomendação sem determinação de meio, faria menos mal à causa da escravidão do que a irresolução com que vos tendes havido: resististes ao grande pensamento da Coroa, manifestado ao mundo inteiro, mas traístes vossa causa, a causa da escravidão. Senhores, esta causa condenada pelo Evangelho, condenada pela civilização, só pode viver nas trevas; só tem uma condição de vida, é a ignorância absoluta, é a resignação absoluta das vítimas; mas indo ao Parlamento com vossa vacilação, com vossa irresolução, abdicando mesmo o direito do govêrno do Estado, quebrastes a fôrça moral e o segrêdo desta causa excepcional. Foi o Govêrno à Câmara dos deputados e interpelado, por um distinto membro dela, considerou esta questão perigosa nas suas relações econômicas, e nas suas relações de ordem pública. Mas, Senhores, consentiu que esta causa. Perigosa em relação à ordem pública, em relação às questões econômicas, ficasse abandonada ao azar! O maior perigo desta causa é a propaganda, e vós a deixastes livre, correndo por vossa conta; uma resolução, pouco ou muito, seria um grande remédio, mas nada resolvestes". Sr. Zacarias - Não quiseram dar os documentos que os mascaremos pediram. "Assim não procede o homem de Estado; a iniciativa é para o homem de Estado, como para o general. Uma grande superioridade; o homem de Estado não faz o que o Govêrno fêz. Sim, Senhores, o govêrno no centro das relações sociais, encarregado da direção dos grandes interêsses coletivos do Estado, com uma maioria que deve dirigir, declarou que nada decidiria e põe-se a reboque desta maioria '" Sr. Zacarias - É um suicídio; desde então não é mais govêrno. "Assim. Srs. Ministros, deixastes os senhores entregues a uma ansiedade pior do que a do condenado que espera a execução da sentença; deixastes os escravos alimentar esperanças vagas, indefinidas. Para terdes de lutar depois com a impaciência dêles, com a desesperação dêles. . .. Dizeis que a questão não está estudada? Então não há entre nós questão estudada! Pois uma questão formulada em um projeto elaborado no Conselho de Estado, aí discutido e aprovado, não é uma questão estudada neste regime? Existe êsse trabalho e tanto que a comissão da Câmara dos Deputados exigiu logo que viessem os trabalhos confeccionados no Conselho de Estado ". Sr. Zacarias - Não querem mandar. Sr. Silveira da Mota - O que se faz no Conselho de Estado é segrêdo. "Senhores, êste negócio é muito grave. É a questão mais importante da sociedade brasileira, e é imprudência abandoná-lo ao azar. Quereis saber as conseqüências? Hei de dizer com tôda a sinceridade, com tôda a fôrça das minhas convicções; o pouco serve hoje, o muito amanhã não basta; as coisas políticas têm por principal condição a oportunidade; as reformas, por poucas que sejam, valem muito na ocasião; não satisfazem ao depois, ainda que sejam amplas. Não quereis os meios graduais: pois bem, haveis de ter os meios simultâneos; não quereis as conseqüências de uma medida regulada por vós pausadamente, haveis de ter as incertezas das improvidências; não quereis ter os inconvenientes econômicos por que passaram as Antilhas inglês as e francesas, arriscai-vos a ter os horrores de São Domingos. Senhores, é preciso dar tôda a importância à nossa situação política; vê de que hoje no mundo cristão somos a única nação que tem escravos: vós não pensais o que é a fôrça das coisas; o que é a pressão da civilização, exerci da sôbre uma nação que se isola do Cristianismo, que se isola de tôdas. E, Senhores, basta; eu concluirei esta parte do meu discurso com uma sentença muito ajustada do duque de Broglie. Falando contra o govêrno que queria êste mesmo adiamento indefinido, esta mesma contradição indefinida, dizia com muita eloqüência: Esperar, quando se espera alguma coisa, é sabedoria; mas esperar por esperar, esperar porque não há suficiência para resolver, e coragem para executar, é o pior de todos os partidos, é o maior de todos os perigos.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Um caso explícito de "conto do livro", semelhante ao conto do "vigário", do "paco" e do "bilhete premiado", urdido para tomar dinheiro de leitores trouxas, como eu. No início dos anos 60, espertos editores aproveitavam suas ótimas estruturas de venda porta-à-porta, para entupir incautos leitores, com quilos e mais quilos de livros. Para forçar a venda de um "autor bom" como Victor Hugo, Jorge Amado, Machado de Assis, Rousseau, Tolstói, Eça de Queiroz ou Shopenhauer, por um preço altíssimo, pagável em 10 ou 12 módicas parcelas mensais, se oferecia ao leitor comprador "inteiramente grátis" um "valioso brinde”, "ricamente encadernado", ou seja, uma antologia de qualquer coisa: poesia, discursos, galinhas, sapos, sexo dos anjos. Bestagem pura.


 

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