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Alice no País das Maravilhas

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Alice no País das Maravilhas

Livro Ótimo - 4 comentários

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Autor: Carrol Lewis  

Editora: L&pm

Assunto: Crianças

Traduzido por: Claudia Laitano

Páginas: 172

Ano de edição: 1998

Peso: 115 g

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Excelente
Italo Ryan Felix da Silva
18/01/2018 às 16:31
Sapé - PB
Amo muito esses classicos, Alice foi um empurrão pra me jogar no mundo da leitura

Bom
Emanoela
18/09/2016 às 23:03
Santana do Livramento - RS
O livro é bom. Eu li este livro quando tinha por volta de 10 anos de idade. Na época achei muito bom, e hoje ainda tenho a mesma opinião.


Excelente
Marta Raquel Soares da Silva
04/05/2015 às 19:16
Gravataí - RS
De uma imaginação maravilhosa. Um mundo repleto de emoções, descobertas e aventuras.

Ótimo
Marcio Mafra
17/10/2004 às 14:14
Brasília - DF

Para escrever Alice, em 1865, Carrol Lewis se inspirou nas 3 filhinhas de seu amigo Henry - Alice, Lorina e Edite. O livro é uma estranha e gostosa história para crianças. Mas aos adultos parece um conto de mágicas e adivinhações, mesclado com realismo fantástico. Livro bom, pode ler. O diálogo que Alice faz ao chegar na casa do Seu Coelho demonstra não só o realismo fantástico, mas toda a estrutura lógica e poética com a qual Lewis fez escola na Inglaterra.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A história de Alice, começa assim: ..."Alice estava começando a ficar muito cansada de estar sentada ao lado de sua irmã e não ter nada para fazer: uma vez ou duas, ela dava uma olhadinha no livro que a irmã lia, mas não havia figuras ou diálogos nele e "para que serve um livro", pensou Alice, "sem figuras nem diálogos?"

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Então, ela pensava consigo mesma (tão bem quanto era possível naquele dia quente que a deixava sonolenta e estúpida) se o prazer de fazer um colar de margaridas era mais forte do que o esforço de ter de levantar e colher as margaridas, quando subitamente um Coelho Branco com olhos cor-de-rosa passou correndo perto dela. Não havia nada de muito especial nisso, também Alice não achou muito fora do normal ouvir o Coelho dizer para si mesmo “Oh puxa! Oh puxa! Eu devo estar muito atrasado!” (quando ela pensou nisso depois, ocorreu-lhe que deveria ter achado estranho, mas na hora tudo parecia muito natural); mas, quando o Coelho tirou um relógio do bolso do colete, e olhou para ele, apressando-se a seguir, Alice pôs-se em pé e lhe passou a idéia pela mente como um relâmpago, que ela nunca vira antes um coelho com um bolso no colete e menos ainda com um relógio para tirar dele. Ardendo de curiosidade, ela correu pelo campo atrás dele, a tempo de vê-lo saltar para dentro de uma grande toca de coelho embaixo da cerca. No mesmo instante, Alice entrou atrás dele, sem pensar como faria para sair dali. A toca do coelho dava diretamente em um túnel, e então aprofundava-se repentinamente. Tão repentinamente que Alice não teve um momento sequer para pensar antes de já se encontrar caindo no que parecia ser bastante fundo. Ou aquilo era muito fundo ou ela caía muito devagar, pois a menina tinha muito tempo para olhar ao seu redor e para desejar saber o que iria acontecer a seguir. Primeiro, ela tentou olhar para baixo e compreender para onde estava indo, mas estava escuro demais para ver alguma coisa; então, ela olhou para os lados do poço e percebeu que ele era cheio de prateleiras: aqui e ali ela viu mapas e quadros pendurados em cabides. Alice apanhou um pote de uma das prateleiras ao passar: estava etiquetado “GELÉIA DE LARANJA”, mas para seu grande desapontamento estava vazio: ela não jogou o pote fora por medo de machucar alguém que estivesse embaixo e por isso precisou fazer algumas manobras para recolocá-lo em uma das prateleiras. “Bem”, pensou Alice consigo mesma. “Depois de uma queda dessas, eu não vou achar nada se rolar pela escada! Em casa eles vão achar que eu sou corajosa! Porque eu não vou falar nada, mesmo que caia de cima da casa!” (O que era provavelmente verdade). Para baixo, para baixo, para baixo. Essa queda nunca chegará ao fim? “Eu adoraria saber quantas milhas eu caí até agora”, ela disse em voz alta. “Eu devo estar chegando em algum lugar perto do centro da terra. Deixe-me ver. Até aqui eu já desci umas 400 milhas, eu acho... (você vê, Alice aprendeu uma porção desse tipo de coisas na escola e pensou que seria muito boa a oportunidade de colocar para fora seu conhecimento; mesmo não havendo ninguém para ouvi-la, ainda assim era bom praticar.) ”Sim, acho que está correto, mas em que Latitude e Longitude estaríamos?” (Alice não tinha a mais leve idéia do que Latitude era, ou Longitude tampouco, mas ela pensava que eram boas palavras para se dizer.) Logo ela começou novamente: “Eu queria saber se eu posso cair direto através da terra! Como seria engraçado surgir entre as pessoas que caminham com suas cabeças para baixo. Os antipáticos, eu acho... (ela estava menos triste que não houvesse ninguém ouvindo agora, porque aquela não soou como a palavra correta) mas eu tenho que pedir-lhes que digam o nome do país deles, sabe. Por favor, madame, aqui é a Nova Zelândia? Ou Austrália? (e ela tentou fazer uma reverência enquanto falava — tentar fazer uma reverência enquanto se cai no ar! Você acha que poderia controlar isso?) Ela iria pensar que eu sou uma garotinha ignorante por perguntar! Não, não vou perguntar nunca. Talvez eu possa ver o nome escrito em algum lugar.” Para baixo, para baixo, para baixo. Não havia nada mais a fazer, então Alice começou a falar novamente.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Rafael comprou este livro.


 

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