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O Brasil e Os Holandeses 1630-1654

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O Brasil e Os Holandeses 1630-1654

Livro Excelente - 1 comentário

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Autor: Paulo Herkenhoff  

Editora: Sextante

Assunto: História

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 271

Ano de edição: 1999

Peso: 1.765 g

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Excelente
Marcio Mafra
17/10/2004 às 18:38
Brasília - DF

Excelentes historiadores produzem textos muito caprichados, cada um deles tratando de uma abordagem. Max Justo Guedes trata da cartografia holandesa no Brasil. Evaldo Cabral de Melo narra a estada dos holandeses sob o ponto de vista histórico. José Luiz Mota Mendes fala da arquitetura e Urbanismo. José Antônio Gonçalves de Melo conta sobre a Companhia das Índias Ronald Raminelli fala sobre o canibalismo. Paulo Herkenhoff narra historia sobre os negros e David Fredberg conta da ciência, comércio e arte. De beleza e qualidade raras, tanto nos textos como nas fotos, O Brasil e os Holandeses é um livro para ser apreciado como os bons vinhos.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

O Brasil sob o domínio dos holandeses de 1630 a 1654.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Primórdios da independência holandesa. Em outubro de 1555 ocorreu, em Bruxelas, uma das mais impressionantes cerimônias que a História registrou: a abdicação de Carlos V em favor de seu filho Felipe II. Ajoelhado diante do pai, recebeu dele, em solenidade ímpar, a soberania sobre um total de territórios que, desde o Império Romano, jamais havia chegado às mãos de um monarca ocidental. Reinaria sobre os Países Baixos, a Frísia, a Espanha, com seus domínios italianos, e os sempre em expansão ultramares americanos e orientais. Paradoxalmente, aquele que tivesse a capacidade de radiografar as entranhas do poderoso e extremamente vultoso organismo detectaria tumores que, em anos não muito distantes, lhe minariam a saúde: nos Países Baixos, a conflitante expansão de mercados, o insolúvel problema religioso e o extremado apego aos usos e privilégios, em oposição à centralização ambicionada pelo novo rei; na Espanha, a grave questão dos mouriscos, os foros dos estados periféricos e sua relutância em compartilhar com Castela dos crescentes encargos públicos. Acima de tudo, pairava a crise financeira, que não demoraria a vir a furo, acompanhando as convulsões religiosas, exacerbadas pelo Concílio de Tremo. Foge ao tema o aprofundamento da crise que levaria aos distúrbios de agosto de 1566 nos Países Baixos, a beeldenstorm ( desordem) e mão ocorrida, a entrada em cena do Duque de Alba e seus imbatíveis terços (agosto de 1567), a criação do Conselho dos Distúrbios, que julgaria e condenaria mais de 12.000 implicados neles (muitos foram levados ao patíbulo, os principais sendo os Condes de Egmont e Horn). O Príncipe Willem de Orange, cabeça da rebeldia, conseguiu escapar, refugiando-se na Alemanha e, com auxílio de príncipes protestantes, iniciou o processo sem volta da independência holandesa, que logo dividiria as 17 províncias. Cinco delas, Holanda, Zeeland, Utrecht, Gelderland e Ommelanden, constituíram a base das Províncias Unidas que, de sucesso em sucesso, desafiaram o poderio espanhol, com apoio da França e da Inglaterra. Quando o Príncipe de Parma (Alexandre Famesio) retomou a Bruxelas, a mando de Felipe II, em 1585, ocorreu, com sua autorização, um gigantesco êxodo dos descontentes em direção às citadas Províncias Unidas; emigraram ricos comerciantes, intelectuais, artistas e artesãos, a maioria calvinistas, em busca de liberdade para suas práticas religiosas. Basta lembrar que, entre aquele ano e 1622, a população de Amsterdam cresceu de 30.000 para 105.000 habitantes. Em 1596 já eram sete (e assim continuariam) as Províncias Unidas, enquanto as demais (as chamadas Províncias Fiéis, de maioria católica) permaneciam ligadas à Espanha.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

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