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A Última Grande Lição - O Sentido da Vida

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A Última Grande Lição - O Sentido da Vida

Livro Bom - 2 comentários

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Autor: Mitch Albom  

Editora: Sextante

Assunto: Auto Ajuda

Traduzido por: José J. Veiga

Páginas: 192

Ano de edição: 1988

Peso: 275 g

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Ótimo
Marcio Mafra
25/06/2014 às 19:22
Brasília - DF
conta a história do encontro, depois de muitos anos, ente um professor universitário e seu aluno. apos o encontro, eles decidem se encontrar todas as terças-feiras (dias que eles tinham aula na faculdade). a cada encontro eles discutem ideias e assuntos do cotidiano, como: amor, dinheiro, fama, familia. temas que nos levam à uma reflexão sobre nossa vida e nosso dia-a-dia.

Bom
Marcio Mafra
19/10/2004 às 19:27
Brasília - DF

Mitch Albom encontra Morrie, seu velho mestre, na ocasião em que ele vive os últimos tempos de sua vida, porque adquiriu uma doença terminal. Mitch o visita todas as terças-feiras. Nestas visitas, eles tratam de temas fundamentais para a felicidade e realização humana. São lições sobre o sentido da existência, em que a experiência e reflexão são transmitidas de forma simples e comovente. A história de não-ficção acabou por transformar a vida do autor, que a contou em livro em homenagem ao Mestre Morrie, como uma espécie de legado ao mundo. O final é previsível, mas não é sinistro. No gênero, até que é um livro razoavelmente bom.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Lições de vida, tomadas por Mitch Albom, durante as últimas 14 semanas de vida de seu professor Morrie Schwartz.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

O Audiovisual, Segunda Parte. O "Nightline" voltou para fazer uma nova entrevista com Morrie - em parte porque a repercussão do primeiro programa tinha sido enorme. Desta vez, quando os câmeras e os produtores cruzaram a porta, já se sentiam como pessoas da família E Koppel, o entrevistador, estava visivelmente animado. Não foi preciso mais fazer uma sondagem prévia, nenhuma entrevista antes da entrevista. Para aquecimento, Koppel e Morrie contaram um ao outro passagens das respectivas infâncias. Koppel disse que havia crescido na Inglaterra, Morrie contou que passara a infância no Bronx. Morrie usava camisa azul de manga comprida - sempre sentia frio, mesmo estando a temperatura exterior em 32 graus -, mas Koppel tirou o paletó, ficando de camisa e gravata. Era como se Morrie o estivesse forçando a descer do pedestal, um degrau de cada vez. - Você está ótimo - disse Koppel, quando a fita começou a rodar. - Todo mundo me diz isso - respondeu Morrie. - A sua voz está ótima. - Todo mundo me diz isso. - Então como é que você diz que está descendo a ladeira? - Isso, Ted, é uma coisa que outros não podem saber, mas eu sei - disse Morrie com um suspiro. No desenrolar da conversa isso ficou evidente. Ele não movimentava as mãos para acentuar uma ou outra frase, como fizera no primeiro programa. Agora, tinha dificuldade em pronunciar certas palavras - o som da letra "ele" ficava preso na garganta. Em mais alguns meses talvez perdesse a fala. - Minhas emoções hoje são assim - disse ele a Koppel. Quando recebo amigos, sinto-me animado. As relações afetuosas me sustentam. - Mas tem dias que me sinto deprimido. Não vou enganar você. Vejo certas coisas acontecendo e me vem uma sensação de pavor. O que é que vou fazer sem as mãos? Como será quando eu não puder mais falar? Não engolir não me preocupa muito, posso ser alimentado por um tubo. Mas a minha voz? As minhas mãos? Fazem parte essencial de mim. Falo por meio de minha voz. Gesticulo com as mãos. É assim que me dou às pessoas. - Como poderá dar-se quando perder a voz? - Koppel perguntou. - Talvez as pessoas passem a me fazer perguntas cujas respostas sejam sim ou não - disse Morrie dando de ombros. A resposta foi tão simples que Koppel sorriu. E perguntou sobre o silêncio, falou em um amigo de Morrie, um professor chamado Maurie Stein, que mandara os aforismos de Morrie para o Boston Globe. Trabalharam juntos na Brandeis desde o começo da década de 60. Stein estava ficando surdo. Koppel imaginou os dois juntos um dia, um incapaz de falar, o outro incapaz de ouvir. Como seria isso? - Nos daremos as mãos e muito afeto passara entre nós. Eu e Stein somos amigos há trinta e cinco anos, Ted. Não é preciso falar nem ouvir para conservar essa amizade. Morrie leu para Koppel uma carta que havia recebido. Desde o primeiro programa, a correspondência de Morrie aumentara consideravelmente. No meio dela chegou uma carta de uma professora primária da Pensilvania, que lecionava numa classe especial de nove crianças, todas órfãs de pai ou mãe. - Esta foi a resposta que mandei para ela - disse Morrie colocando desajeitadamente os óculos. "Prezada Bárbara ... Fiquei muito comovido com sua carta. Considero muito importante o trabalho que você faz com as crianças que perderam a mãe ou o pai. Eu também fiquei órfão quando era pequeno ... " De repente, com as câmeras ainda ligadas, Morrie ajustou os óculos. Parou, mordeu o lábio e soluçou. Seus olhos se encheram de lágrimas. "Perdi minha mãe quando eu era criança ... Foi muito difícil para mim. Quem me dera eu tivesse então um grupo como o de vocês, com o qual pudesse falar de minha tristeza. Teria entrado para esse grupo porque ... " - sua voz falhou - " ... Porque me sentia tão só." - Morrie, sua mãe morreu há setenta anos - disse Koppel. - Você ainda sente a perda? - E como! - respondeu Morrie.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF
Pessoa das minhas amizades, que homenageava o autor, ou o tradutor, me presenteou este livro. Entretanto, não me recordo de quem possa ser.
 

 

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