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O Brasil em Transformação

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O Brasil em Transformação

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Autor: Maílson da Nobrega  

Editora: Infinito

Assunto: Economia

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 323

Ano de edição: 2000

Peso: 480 g

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Ótimo
Marcio Mafra
19/10/2004 às 17:01
Brasília - DF

O Ministro Maílson da Nóbrega, dono da política arroz com feijão, aplicada ao final do governo Sarney, expressa suas opiniões para quem quer ou precisa compreender um pouco mais sobre a complexa realidade econômica brasileira. Ele discorre sobre um país que está mudando. Um país com nova dinâmica na economia, que alterou a gestão das empresas, a simplista acumulação de capital e caminha para uma maior estabilidade sócio-política-econômica. Grande parte destes ensinamentos são retranscrições de artigos publicados em jornais e revistas importantes. A linguagem utilizada no Brasil em Transformação não privilegia o pernóstico economês. É livro para reflexão e comparações, portanto deve ser lido com calma e vagar.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Análise didática da economia brasileira, abrangendo:

1) Uma nova onda

2) A economia em mudança

3) Desafios

4) O Grande atraso

5) Economia

6) Sistema Financeiro e bancos oficiais

7) Inflação e Plano Real

8) Constituição e Reformas

9) Orçamento e Déficit Publico

10) Tributos, e

11) Previdência

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

O ano de 1994 pode ter sido um divisor de águas Teremos alcançado o ápice de um longo processo de mudanças desencadeado há quase duas décadas e iniciado a colheita de seus frutos. Enterrar-se-ia de vez o já distante 1964. Chegaram ao poder, a partir de 1985, pessoas que participaram da guerrilha ou de organizações terroristas, foram militantes de esquerda ou simples simpatizantes do socialismo real. São agora capazes de nos liderar de maneira responsável O Brasil está longe, contudo, de ter resolvido seus problemas básicos A pobreza em grande escala, as desigualdades sociais e os desequilíbrios regionais ainda enfeiam o panorama de aparente estabilidade trazido pelo Real. A nova moeda, por seu turno, depende de reformas estruturais e de vencer resistências para não ser apenas um alívio temporário A crise mexicana, cheia de lições, veio provar quão difícil e incerto é o caminho para a estabilidade com crescimento e paz social. O nosso sistema político continua exibindo a cara do seu subdesenvolvimento institucional. Permanecemos sem partidos políticos dignos desse nome, a não ser algumas das organizações de esquerda. O fisiologismo, o clientelismo, o cartorialismo e o populismo constituem a face oculta de nossas toscas agremiações partidárias. A incapacidade decisória e o espelho do anacronismo do processo eleitoral e da organização do Congresso. O Plano Real ainda esta baseado numa legislação precária, sustentada em medida provisória em quinta reedição. Em tese, nossos parlamentares podem rejeita-lo, obrigando-nos a usar de novo o cruzeiro real. E um risco remotíssimo, mas nada é tão representativo da inoperância do Congresso quanto sua incapacidade de decidir sobre um plano que tem amplo apoio popular. Apesar de tudo, há razões para otimismo. Temos um novo chefe de governo com inegáveis qualidades e uma boa equipe. Não e só isso. As esperanças fundam-se ainda no processo de mudanças em curso na sociedade brasileira. O êxito do Plano Real não se deve apenas a engenhosidade de sua formulação e a competente execução. Resulta também do apoio derivado das alterações de mentalidade das elites e da percepção dos novos tempos pela sociedade brasileira. A marcha para um novo modelo de desenvolvimento parece ter-se tornado irreversível O velho, é verdade, resiste. Manifesta-se nos resquícios do nacional desenvolvimentismo de políticos ultrapassados e de certos intelectuais que ainda citam os federalistas americanos para defender, dois seculos depois, o protecionismo antiquado e a manutenção do controle acionário do governo sobre as empresas estatais.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

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