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José Maria Alkmim

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José Maria Alkmim

Livro Bom - 1 comentário

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Autor: Murilo Badaró  

Editora: Nova Fronteira

Assunto: Biografia

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 399

Ano de edição: 1996

Peso: 585 g

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Bom
Marcio Mafra
23/10/2004 às 17:52
Brasília - DF

Livro denso. Rico em história, política nacional, internacional, regional e muita mineirice.Aqui se mesclam as atividades empresariais, jornalísticas e governamentais. Tudo sobre a perspicácia, inteligência e calma do mineiro José Maria Alkimim, cujas falas são referências folclóricas na politica do Brasil.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A vida do politico mineiro José Maria de Alkimim.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Qualquer ministro da Fazenda no Brasil era sempre atormentado pela recorrente reforma cambial e o problema do café. Havia uma corrente de economistas defendendo como medida salvadora a desvalorização da moeda brasileira frente à moeda americana. Mais sério ainda era o café, principal produto da pauta de exportação e responsável pelo maior ingresso de divisas no Brasil. Produto de lavouras extremamente sensíveis ao clima e aos índices pluviométricos, dependente de insumos e defensivos agrícolas industrializados com componentes importados, o café foi chamado de "general café". O governo Vargas havia incinerado alguns milhões de sacas para reduzir os impactos externos de uma grande e generosa safra interna. Afinal, qualquer ameaça de risco sobre o setor colocava o governo em posição delicada. Alkimim enfrentou o problema que se lhe apresentou sob variadas facetas. Quando as pressões por uma reforma cambial se tomaram exasperantes, o ministro da Fazenda resolveu ouvir os técnicos do Instituto Brasileiro do Café a fim de colher sua opinião sobre a pretendida reforma. Foram unânimes em rejeita-la, argumentando que a safra daquele ano de 1956 tinha sido diminuta, das menores até então havidas, apenas 12 milhões de sacas, não havendo qualquer razão para alterar uma política cambial que, inevitavelmente, teria que se refletir na política do café. O Brasil estava exportando em níveis satisfatórios, preços sustentados, e havia tranqüilidade no comércio internacional. Vendemos, ao final de 1956, cerca de 16 milhões e 800 mil sacas de café, pelo preço médio de 61 dólares e 28 centavos, permitindo uma receita recorde de 1 bilhão e 29 milhões de dólares. Como todo derivado da agricultura, atividade de alto risco, o café sofreu, no final de 56 e início de 57, os efeitos de severa estiagem, provocando a redução da safra brasileira de 57. Como sempre acontecia, o governo transformava-se em estuário de todas as reclamações e reivindicações da cafeicultura. Cioso, os produtores, de sua importância na criação de grande parte da riqueza nacional, localizada no sudoeste e parte do sul do país, sua capacidade de pressão encontrava suporte no Congresso e nos grandes jornais do Brasil. Com a ajuda de Assis Chateaubriand, impulsionador da atividade cafeeira, Alkimim iniciou uma grande campanha em favor da produção de cafés finos, com o objetivo de conquistar novos e sofisticados consumidores na Europa, cada vez mais exigentes quanto a qualidade do produto. Seca e boatos sobre reforma cambial alarmam os mercados mundiais, havendo uma diminuição no volume físico de exportação e queda no preço. Em 1957 exportamos apenas 14 milhões e 300 mil sacas, produzindo divisas no montante de 845 milhões de dólares. A crise ganhava consistência pelo aumento da campanha contra as ações do Ministério e, no inicio de 1958, houve nova queda de exportações com o falso anúncio de que a Conferencia Internacional do Café, marcada para a segunda quinzena de janeiro daquele ano, iria trazer profundas modificações na política governamental


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

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