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A Liberdade e a Ostra

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A Liberdade e a Ostra

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Autor: Fernando Pedreira  

Editora: Nova Fronteira

Assunto: Ciencia Politica

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 193

Ano de edição: 1964

Peso: 245 g

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Bom
Marcio Mafra
24/10/2004 às 23:42
Brasília - DF

Fernando Pedreira, jornalista do Estado de S.Paulo, em 1964, quando da tomada do poder pelos militares, tinha nome, apelido e sobrenome, e podia escrever a vontade, naquele ou noutro qualquer jornal de prestígio. Fernando Pedreira vem de família que já era elite muito antes de ele nascer. Os artigos são bem escritos, como, aliás, tudo que vem da pena, caneta, lápis ou notebook do jornalista. Ele já andou pela Unesco, sendo incensado por onde tenha passado. Mesmo assim, alguns artigos ou "teses" que compõem o livro, como exemplo " Um dilema do Ocidente: Tradição, Família e Afluência" são pobres e bobos. Não é fácil ser um jornalista bom, de fama e nomeada. Para isso tem que ter bagagem. O Fernando Pedreira foi um jornalista brilhante. Mas como escritor, nem tanto.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Artigos e ensaios escritos entre fevereiro e outubro de 1975, publicados no jornal Estado de São Paulo, onde o autor era colunista.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Governando em condições econômicas e políticas muito difíceis, o Marechal Castelo, em três anos, saneou as finanças públicas, implantou uma reforma fiscal e financeira, e entregou o Pais ao seu sucessor sob a vigência de uma nova Constituição, discutida, votada e aprovada pelo Congresso Nacional. Dir-se-á que, em seus últimos meses, o Marechal foi forçado a avançar em marcha batida e a atropelar umas tantas realidades, umas tantas normas jurídicas e morais. Dir-se-á que a sua obra política, a sua Constituição, não ia resistir as fortes erupções contestatórias do ano de 1968, somadas a incapacidade do seu sucessor para liderar o País e mesmo o próprio sistema revolucionário. Sem dúvida. Do General Ernesto Geisel, no mesmo espaço de três anos, não se dira que tenha feito tanto nem tão pouco. Em compensação, além dos três anos já corridos, ele tem mais dois pela frente e é muito possível que estivesse querendo guardar o melhor para o fim. Vimos que, em matéria de economia e finanças, a perspectiva não é brilhante. 0 Governo apresta-se para fazer agora, a um preço bem mais caro, aquilo que podia (devia) ter começado a fazer em 1974. Precisará de mais de um grão de sorte e de talento para alcançar a graça de uma recuperação rápida, capaz de produzir efeitos sensíveis ainda antes do fim de 1978. E a política? Na política, apesar de tudo, as chances do General Ernesto Geisel parecem melhores, ou menos más. Aqui, a verdade e que não se pode dizer que a sua teimosia seja responsável pelas dificuldades consideráveis que ele deve ainda enfrentar. Ao contrário: a situação é hoje bem melhor do que era em abril de 1974, por menos que o próprio General pareça dar-se conta disto


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

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