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Jânio, Jango e Cia

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Jânio, Jango e Cia

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Autor: Luiz Adolfo Pinheiro  

Editora: Ecco

Assunto: Ciencia Politica

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 93

Ano de edição: 1988

Peso: 160 g

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Bom
Marcio Mafra
26/10/2004 às 10:06
Brasília - DF

Luiz Adolfo, mineiro do interior é um bom jornalista, conhecido em Brasília pela sua atuação no Correio Braziliense e também no Jornal de Brasília. Neste seu livro, proporciona alguma noção sobre os 7 meses de governo do Presidente Jânio da Silva Quadros e um pouco do conturbadíssimo governo de João Belchior Marques Goulart. Ainda assim, devia ser "proibido" fazer livro de coletâneas de artigos de jornal, porque jornalista faz um tipo de texto, bom, competente, noticioso ou opinativo. Não tem nada a ver com livro. Nem todo jornalista é um bom escritor.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Coletânea de artigos publicados no Correio Braziliense e no Jornal de Brasília, entre 1976 e 1987, sobre personagens e temas políticos ligados à Jânio da Silva Quadros e João Belchior Marques Goulart.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A volta de jango ao Brasil, da Asia a Europa e dai ao Uruguai, de onde voou para Porto Alegre, foi uma epopéia, pois a crise se desenrolava no Pais sem que se pudesse saber seu desfecho. A emenda parlamentarista foi aprovada com Jango já em Porto Alegre. E só no dia 5, as 20h20min, Jango chega finalmente a Brasília, numa viagem também marcada pela tensão e pela incerteza. Havia rumores de que militares radicais, principalmente da FAB, derrubariam o avião que levasse Jango a Brasília. Por isso, o jato " Caravelle" da Varig decola de Porto Alegre as 17h30min com 34 passageiros e não os 63 que podia transportar. O avião sobe a 11.100 metros para escapar de possíveis caças da FAB. O vôo é tenso, com as cortinas baixadas todo o tempo. No aeroporto de Brasília estão autoridades dos três poderes, jornalistas e grande massa popular mantida afastada por um fone esquema de segurança comandado (ironias da História) pelo general Ernesto Geisel, a época chefe do Gabinete Militar da Presidência da Republica. Apesar da forte tensão e emoção de todos, tudo corre bem. Jango pode desembarcar em paz e seguir para a Granja do Tono, onde morou durante todo o tempo em que foi presidente da Republica, ate 2 de abril de 1964. As 15 horas do dia 7 de setembro de 1961, um domingo, Jango chega ao Congresso Nacional para tomar posse como presidente da Republica, em regime parlamentarista e cumprir o restante do mandato de Jânio Quadros, que terminaria a 31 de janeiro de 1966. 0 Congresso está lotado e o ambiente era de euforia, especialmente pela gauchada - muitos vestidos a caráter que enche as galerias. As 15h20min, Jango presta o compromisso constitucional perante o presidente do Congresso Nacional, senador Auro Soares de Moura Andrade, do PSD paulista. Pouco depois, faz um discurso a nação, do qual extraímos os seguintes trechos principais: "Subo ao poder ungido pela vontade popular que me elegeu duas vezes vice-presidente da Republica (nota: em 1955, com JK e em 1960, com Jânio) e que agora, em impressionante manifestação de respeito pela legalidade e pela defesa das liberdades publicas, uniu-se através de todas as suas forças para impedir que a decisão soberana fosse desrespeitada"'. "Surpreendido quando em missão do meu país no exterior com a eclosão de uma crise político-militar, não vacilei um só instante quanta ao dever que me cabia cumprir.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Nada para historiar sobre este livro


 

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