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Livro Bom - 1 comentário

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Autor: Joseph Brodsky  

Editora: Companhia das Letras

Assunto: Ensaio

Traduzido por: Sergio Flaksman

Páginas: 230

Ano de edição: 1994

Peso: 360 g

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Bom
Marcio Mafra
26/10/2004 às 10:36
Brasília - DF

O escritor brilha pelo seu estilo. A obra mais famosa de Brodsky é Menos Que Um. São ensaios sobre a vida e a literatura. Um toque de existencialismo, de moralismo, mitologia, política e religião. Como todo livro de escritor Russo, este também tem um índice remissivo. A leitura não é fácil, como não é a de qualquer ensaio. É monótona, mas é boa.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Ensaio sobre a vida de um poeta "que soma conhecimento e desilusão, resistência e dúvida, e pensa a cultura e a linguagem pela ótica da mais extremada cumplicidade amorosa".

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Devido a qualidade e ao volume da literatura ficcional russa do seculo XIX, é convicção generalizada que a grande produção literária russa daquele século prosseguiu e invadiu, por pura inercia, o nosso. De tempos em tempos, no decurso de nosso século, ouvem-se aqui e ali vozes atribuindo a este ou aquele escritor a condição de Grande Escritor Russo, depositário da tradição. Estas vozes costumam vir do sistema crítico dominante e das autoridades soviéticas, bem como da própria intelligentsia, com uma freqüência aproximada de dois escritores por década. Apenas durante os anos do pós-guerra - que vem durando, felizmente, até hoje - pelo menos meia dúzia de nomes percorreram os ares. A década de 1940 se encerrou com Mikhail Zoshchenko, e a de 50 começou com a redescoberta de Babel. Depois veio o degelo, e a coroa foi temporariamente atribuída a Vladimir Dudintsev por seu romance "Não só pelo pão." A década de 60 foi dividida quase igualmente entre o Doutor Jivago de Pasternak e a redescoberta de Mikkhail Bulgakov. A maior parte da década de 70 pertence, é claro, a Soljenitsin; no momento, o que esta em voga é a chamada literatura camponesa, e o nome pronunciado com mais freqüência é o de Valentin Rasputin. As autoridades, porém, deve ser dito por dever de justiça, são muito menos mercuriais em suas preferencias: já faz quase cinqüenta anos que não arredam pé, tentando impor o nome de Mikhail Cholokhov. Esta insistência - ou antes uma imensa encomenda de navios aos estaleiros suecos - acabou sendo premiada, e em 1965 Cholokhov ganhou seu Prêmio Nobel.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

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