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O Caminho da Servidão

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O Caminho da Servidão

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Autor: Friedrich Auguste Hayek  

Editora: Instituto Liberal

Assunto: Economia

Traduzido por: Anna Maria Capovilla

Páginas: 221

Ano de edição: 1984

Peso: 255 g

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Bom
Marcio Mafra
30/10/2004 às 18:30
Brasília - DF

O economista Friedrich Hayek, socialista famoso, recebeu o Prêmio Nobel de Economia de 1974. O caminho da servidão, de 1944, foi um best seller desde o seu lançamento. O livro é considerado um alerta aos movimentos políticos da esquerda e direita que - na época - se expandiam na Europa, ameaçando a liberdade e os direitos individuais. O autor procura demonstrar que os sistemas políticos e econômicos do "centralismo" são caminhos diretos para o empobrecimento como ocorreu na União Soviética, na europa comunista e em Cuba. Friedrich Hayek mesmo nos anos 20, já era um defensor do "mercado". Não sem motivos, a edição do "Caminho da Servidão" foi patrocinada pelo Instituto Liberal, do então Partido Liberal. Curiosamente, em 2003, juntamente com o Partido dos Trabalhadores, o PL governa o Brasil. Leitura que não flui porque vestida do tecnicismo acadêmico, porém sem o nefasto economês. Vale o conhecimento.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Uma visão sobre o planejamento da economia, abordando:

1) O caminho abandonado.

2) A grande utopia.

3) Individualismo e coletivismo.

4) A planificação.

5) Planificação e democracia.

6) O estado de direito.

7) Controle econômico e totalitarismo.

8) Segurança e liberdade.

9) Porque os piores chegam ao poder.

10) O fim da verdade.

11) As raízes socialistas do nazismo.

12) Os totalitários em nosso meio.

13) Condições materiais e objetivos ideais.

14) A ordem internacional.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A característica que mais claramente distingue um país livre de um país submetido a um governo arbitrário é a observância, no primeiro, dos grandes princípios conhecidos como o Estado de Direito. Deixando de lado os termos técnicos, isso significa que todas as ações do governo são regidas por normas previamente estabelecidas e divulgadas - as quais tornam possível prever com razoável grau de certeza de que modo a autoridade usará seus poderes coercitivos em dadas circunstâncias, permitindo a cada um planejar suas atividades individuais com base nesse conhecimento. Embora esse ideal nunca venha a ser de todo realizado, uma vez que os legisladores e os homens incumbidos de aplicar a lei são criaturas falíveis, fica, porém, bem clara a questão essencial, ou seja, a necessidade de reduzir tanto quanto possível o arbítrio concedido aos órgãos executivos que exercem o poder de coerção. Se toda lei restringe até certo ponto a liberdade individual, alterando os meios que cada um pode empregar na busca dos seus objetivos, sob o Estado de Direito impede-se que o governo anule os esforços individuais mediante ação ad hoc. Segundo as regras do jogo conhecidas, o individuo é livre para perseguir suas metas e desejos pessoais, tendo a certeza de que os poderes do governo não serão empregados no propósito deliberado de fazer malograr os seus esforços.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

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