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O Jogador

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O Jogador

Livro Ótimo - 1 comentário

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Autor: Fiodor Dostoiewsky  

Editora: Gamma

Assunto: Romance

Traduzido por: Não Consta Tradutor

Páginas: 195

Ano de edição:

Peso: 425 g

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Ótimo
Marcio Mafra
31/10/2004 às 11:11
Brasília - DF

Nos livros de Dostoiewsky seu estilo inconfundível é marcado por personagens criminosos, doentes ou loucos. São personagens que vivem em crise contínua, sempre numa dramática luta entre o bem e o mal. Esta edição de "O Jogador" é mal traduzida o que não chega a empanar o brilho do romance. Seu personagem central é Alexei Ivanovich,jovem que vive sem objetivos maiores. Ele é professor dos filhos de um general viúvo, um sujeito cheio de dívidas e aproveitador que bajula Vassilievna, a Babuschka, que - quando morrer - pode ser a salvação financeira de todos. Ivanovich se apaixona por Paulina Alexandrovna, enteada do general. Esse amor não é correspondido e Paulina o despreza, dando-lhe atenção somente quando resolve que Alexei irá jogar no cassino para ela, pois estão todos sem dinheiro, hospedados em requintado hotel à espera da morte da velha. O final não é surpreendente, mas emociona.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A história de um homem possuído pelo vicio do jogo

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Aquela noite em que entrei com os meus setenta florins na sala de jogo foi extraordinária. Comecei com dez florins, que pus no grande. Tenho um preconceito a favor do grande. Perdi. Restavam-me sessenta florins em moedas de prata; pensei. .. E decidi-me pelo zero. Joguei no zero cinco florins por vez; na terceira, deu o zero, e quase morri de alegria ao receber cento e setenta e cinco florins; não ficara tão alegre ao ganhar os cem mil. Pus em seguida cem florins no vermelho e ganhei; duzentos no vermelho ganhei; quatrocentos no preto ganhei; oitocentos no pequeno tornei a ganhar; tinha ao todo mil e setecentos florins ... E isso em menos de cinco minutos! Em momentos assim, esquecem-se todos os malogros passados! Pois eu o conseguira arriscando mais que minha vida, eu ousara arriscar ... E eis-me de novo incluído entre os homens! Tomei um quarto de hotel, tranquei-me a chave e até três horas fiquei sentado, a contar meu dinheiro. Pela manhã, ao me acordar, já não era mais um lacaio. Resolvi partir naquele mesmo dia para Hommburg: ali eu não estivera como criado, nem preso. Meia hora antes da saída do trem voltei a jogar, duas vezes apenas e perdi mil e quinhentos florins. Não obstante, parti para Homburg, e já há dois meses aqui estou vivo, e claro, numa permanente angústia, arrisco muito pouco e espero, faço cálculos, fico o dia inteiro junto a mesa e observo o jogo, até em sonhos vejo o jogo, mas apesar disso parece-me estar como que empedernido e atolado na lama.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

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