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Praga

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Praga

Livro Ruim - 1 comentário

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Autor: Arthur Phillips  

Editora: José Olympio

Assunto: Romance

Traduzido por: Fabio Fernandes

Páginas: 419

Ano de edição: 2002

Peso: 605 g

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Ruim
Marcio Mafra
31/10/2004 às 19:02
Brasília - DF

Praga, apesar do título, se passa em Budapeste, na Hungria, onde o autor morou por dois anos. São várias histórias que se interligam em temas como existencialismo, música, nostalgia, fantasias na busca pelo sentido da vida. Mas é uma leitura maçante. Maçante porque a história do Arthur Phillips é complicadíssima, repetitiva e chata, onde uma diplomata narra passagens sua vida amorosa, na companhia de um cara muito mais novo, tendo como cenário uma perambulação sem fim, por bares da moda, sempre lotados, com ares nostálgicos - sem que o leitor possa saber - se dos comunistas ou dos novos democratas. Cruzam a narrativa uns americanos expatriados que foram morar em Budapeste, sobre os quais o leitor também não consegue entender se eles eram felizes ou infelizes, intelectuais ou artistas, inteligentes ou boçais, diplomatas ou aventureiros. Parece a mistura de arte barroca com modernismo, quase um samba do crioulo doido. No correr do livro, acontecem umas "preciosidades", típicas de jornalista novo, que para impressionar leitor, escreve bobagens que ninguém entende, embora contenham uma falsa erudição. O nome praga talvez possa ser uma imprecação de males contra os comunistas vermelhos ou contra os democratas ocidentais, e não uma história vivida na capital da Republica Checa.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A história de um grupo de jovens expatriados, suas vidas, fantasias e sonhos na cidade de Budapeste, na Hungria.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Karoli, se o seu plano for bom e suas habilidades forem como você afirma, você fará o que propõe em um mês e esses termos ficarão valendo. Isso é justo? - Mais do que justo. Em um aperto de mãos, numa manhã de quarta, Imre prometeu a Charles trinta dias para financiar o renascimento da Horvath Kiadó. Charles imaginou que outras firmas de capital de risco haviam recebido a mesma promessa de exclusividade. Imre segurou a mão de Charles por mais tempo do que o normal, e olhou fundo nos olhos dele. - Eu não quero apenas um banco - disse ele. - Eu quero o futuro. - Entendo totalmente. É por isso que estou aqui. O acordo foi simples. Charles, depois de pedir e receber rapidamente um período de licença de sua empresa para levantar dinheiro para a expansão, o repatriamento e a renovação da Horvath Kiadó, teria o mês de agosto para realizar sua primeira etapa. Com o total apoio de sua empresa (que, explicou Charles, estava detida por limitações geográficas em seu alvará, mas estava ansiosa para ver Charles obter sucesso), ele iria contatar e garantir compromissos de financiamento de um grupo de investidores ocidentais.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Flávia me presenteou este livro em 12 de agosto de 2004. Era o dia dos pais.


 

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