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O Que Eu Amava

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O Que Eu Amava

Livro Ruim - 1 comentário

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Autor: Siri Hustvedt  

Editora: Companhia das Letras

Assunto: Romance

Traduzido por: Sonia Moreira

Páginas: 509

Ano de edição: 2004

Peso: 620 g

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Ruim
Marcio Mafra
07/02/2005 às 11:45
Brasília - DF

A autora, cujo nome parece de ascendência indiana é mesmo uma americana, escritora dos anos 80, que conta a sua história, utilizando um personagem masculino, narrando a vida e as obsessões de um grupo de artistas, amigos, e amantes. O livro é dividido em duas partes bem distintas. A primeira é muito arrastada e fala da vida dos personagens com as suas respectivas famílias e as amizades. Algo muito lugar-comum e feliz. A segunda parte - vira tudo de ponta cabeça. O que era branco fica preto, o céu vira inferno para todos os personagens. Morre gente. Morre filho. Morre pai. Os pais, os filhos, os parentes próximos, os simples conhecidos, os profissionais das artes, os que se amam, passam por dramas que vão se entrelaçando e se despedaçando, numa desgraceira social e familiar. Mesmo assim, a segunda parte é mais "dinâmica", embora trate muito de doenças comportamentais da moda, como esquizofrenia, bulimia, anorexia e correlatos. Acho que a autora, na sua vida real, deve ter uma certa inclinação para a hipocondria, pois é muito clara a "mania" de doença no enredo do livro. Este viés transparece no título que a autora adotou para o livro: "O que eu amava". O Que Eu Amava mais parece um excelente trabalho de mídia feito pelo editor porque o livro não é lá essas coisas, embora se trate de um tema e autor atuais.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A historia de Leo, crítico de arte, começa com a narração de um encontro casual com o autor de um quadro que ele tinha comprado. Daí nasce um relacionamento entre o crítico e o pintor, até que uma monstruosa descoberta...

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Em junho, Mark parou de bater na porta. Tinha sua própria chave. O quarto quase vazio de Matt se transformara numa apinhada toca de adolescente. Discos, CDs, camisetas e calças largas enchiam o armário. Cadernos, folhetos e revistas se empilhavam sobre a escrivaninha. Mark vivia entre um quarto e outro, entrando e saindo como se os dois apartamentos fossem uma casa só. Às vezes chegava como Harpo e corria pela sala com uma buzina que comprara numa venda de garagem perto de Princeton. Volta e meia levava a encenação um pouco mais longe, e quando eu dava por mim ele estava de pé ao meu lado, com a perna enlaçada em meu braço. Se fez alguma colagem naquele verão, Mark não a mostrou a ninguém. Descansava, lia um pouco e escutava uma música que eu não conseguia entender, mas a verdade é que, quando chegava aos meus ouvidos na sala, ela já tinha se reduzido a um tum-tum-tum mecânico que fazia lembrar a batida do baixo de uma música de discoteca -rápida, constante e interminável. Mark aparecia e desaparecia. Passou seis semanas numa colônia de férias em Connecticut e mais uma semana com a mãe em Cape Cod. Bill e Violet alugaram uma casa no Maine e ficaram lá durante quatro das seis semanas em que Mark esteve na colônia de férias, e nosso prédio ficou morto. Erica decidiu não vir me visitar nas férias. "Eu não quero abrir a ferida", escreveu. Vivi aqueles meses sozinho com Coya e senti saudade de todo mundo.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Mário Sérgio Mafra me presenteou este livro no meu aniversário de 2004.


 

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