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Acordo Sobre Medidas Sanitárias

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Acordo Sobre Medidas Sanitárias

Livro Ótimo - 1 comentário

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Autor: Rafael d'Aquino Mafra  

Editora: Não Consta Editora

Assunto: Dissertação

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 168

Ano de edição: 2008

Peso: 200 g

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Ótimo
Marcio Mafra
15/11/2009 às 13:31
Brasília - DF

Monografias, dissertações, teses e afins, após a necessária apresentação às bancas de exame, precisam de um banho para diluir um pouco o tecnicismo, acrescido de um bom condicionador para mitigar o academicismo e assim tornar a sua leitura mais acessível ao leitor comum. Se assim se fizer, as novas idéias dos acadêmicos poderão ser postas em prática mais freqüentemente, e a sabedoria defendida pelos Mestres e Doutores poderá ser mais bem espargida entre seus concidadãos. O livro dos acordos do Mestre Rafael, que versa sobre as medidas sanitárias e fitossanitárias e também sobre barreiras técnicas, na ótica dos regimes internacionais é uma ótima dissertação, mas de difícil percepção pelos não iniciados.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Acordo sobre aplicação de Medidas Sanitárias e Fitossanitárias, e Acordo sobre Barreiras Técnicas ao Comércio: as Relações entre países desenvolvidos e países em desenvolvimento.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Os Acordos TBT e SPS possuem diversas particularidades merecedoras de estudo detalhado e que impactam diretamente o comércio entre os Membros (e não Membros, indiretamente) da OMC. Inscrevem-se tais particularidades nas características marcantes do institucionalismo multilateral do seculo XX, apontadas por Ruggie: organização multipropósito, com associação universal, agendas abrangentes e votação como processo decisório. Primeiro, porque a OMC é uma organização formal, que incorpora e explicita as regras praticadas pelos Membros. Essa já á uma característica do institucionalismo multilateral no seculo XX, já que, anteriormente, essa forma de construção social raramente se transformava em um organismo com "sede, papel timbrado e generosos pianos de pensão", como ressaltou Ruggie. Alem disso, a OMC possui aspectos característicos das organizações como: abertura universal a adesão dos membros; agenda ampla, em que Membros maiores e menores possuem voz determinada constitucionalmente; mecanismos de tomada de decisão sujeitos a voto ou consenso. Em contrapartida a redação de tratados ou aceitação consuetudinária e sua constituição derivaram da "diplomacia de conferência". A única das características enumeradas por Ruggie, a que a OMC não atende plenamente, é a de organização multipropósito. Pois, embora possua acordos de natureza e objetivos distintos, o propósito final e a liberalização comercial internacional. A OMC, portanto, possui diversas características de instituição formal típica do século XX. E, como tal, possui urna relação meio - fim indireta. A relação meio-fim direta ocorre quando as formas utilizadas para se atingir um determinado objetivo e o próprio objetivo estão diretamente relacionados. Por exemplo, se o objetivo e a liberalização comercial, a redução tarifária é uma ação diretamente relacionada ao objetivo. Constitui-se uma relação meio-fim direta. A relação meio-fim indireta ocorre quando a ferramenta utilizada não está diretamente relacionada ao objetivo da instituição. Por exemplo, a cláusula do Acordo SPS que diz que os Membros têm direito de adotar medidas que protejam a saúde e a vida da população não está diretamente relacionada ao objetivo da OMC de liberalizar o comércio. Por isso, a OMC é caracterizada pela relação meio - fim indireta.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Rafel, o arcanjo, ao escrever a dissertação que apresentou ao Decanato de Pesquisa e Pós Graduação para obter o titulo de Mestre em Relações Internacionais, também escreveu diversos agradecimentos: à professora orientadora, às suas amigas e amigos da Anvisa, colegas e ao Mascavo. Enalteceu sua mulher Emília. Disse que sua mãe, lhe ensinou o valor da educação formal, eu da informal. Depois, não satisfeito, manuscreveu mais o seguinte: "Mãe e Márcio, Acho que ter um filho mestre não traz grandes vantagens para os pais. Aliás, nem pro próprio filho. Mas a Emília costuma dizer que nossa geração tem condições de crescimento e formação muito superiores às dos nossos pais, então as expectativas passam a ser superiores também. E é aí que o negócio esculhamba. Não acho que seja possível e nem pretendo superá-los no que quer que seja. As batalhas que vocês venceram, as merdas que rolaram foram vencidas uma a uma, mantendo os filhos imunes a quaisquer dificuldades. E como é impossível superar a história de vida de vocês, dá-lhe mestrado, curso de línguas e do diabo a quatro pra tentar corresponder a tudo que recebemos. E conforme as coisas passam, aprendo que não é uma geração que supera a outra. É, na verdade, uma família em permanente construção, tentando superar os perrengues da vida com as ferramentas que nos dão. Amo vocês. Beijo, Rafa, 3/1/2009"

Mais sensacional é a inteligente sutileza que adotou para a capa de seu livro, que lembra muito a capa dos livros do Paul A. Samuelson, que existiam (e ainda existem) em nossa prateleira de livros, assunto tratado noutro depoimento dele....

"Outra coisa era poder contar uma história sobre os livros. Nossa estante de livros era feita em madeira, com prateleiras e divisórias. Só para livros. Sem portas, sem penduricalhos, com 1,80m, ou 1,90m de altura e que ficava no corredor do apartamento. Então, quando eu era bem moleque, os livros que mais me chamavam atenção eram os que ficavam mais embaixo. Geralmente eram grandes e pesados, poucos eram coloridos. À medida que fui crescendo, eram outros livros que chamavam atenção, por suas cores e formas. Meus olhos ficavam a altura das prateleiras mais de cima....Cresci mais um pouco, meus olhos já alcançavam prateleiras mais próximas do topo. Eu já pegava alguns ali para eu mesmo ler. Muitos dos livros que precisava ler para a escola estavam lá.... eu passei pela estante dezena de milhares de vezes. Na maioria delas, claro, nem olhei para o lado. Outras vezes, passei olhando as lombadas e algumas capas dos livros. Hoje, sou capaz de saber o nome de autores sabendo apenas o título do livro. Está gravado no meu subconsciente......Alguns desses têm uma história que só eu sei: o livro super-raro que eu achei num café; o livro que após dez anos sem saber para que servia, o usei na faculdade....


 

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