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O Estrangeiro

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O Estrangeiro

Livro Ótimo - 1 comentário

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Autor: Albert Camus  

Editora: Record

Assunto: Romance

Traduzido por: Valerie Rumjanek

Páginas: 122

Ano de edição: 1995

Peso: 180 g

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Ótimo
Marcio Mafra
01/11/2004 às 14:12
Brasília - DF

Albert Camus recebeu o Premio Nobel de literatura em 1957. Escreveu muitos livros, sendo um dos principais "O Estrangeiro", que conta a vida de Meursault, o personagem principal, que por ser existencialista, tem expressões assim: "... todo o problema, ainda uma vez, estava em matar o tempo. Acabei por não me entediar mais a partir do instante em que aprendi a recordar." ..." compreendi que um homem que houvesse vivido um só dia, poderia sem dificuldade, passar 100 anos numa prisão. Ele teria recordações suficientes para não se entediar..." Como nada justifica a sua existência, Meursault aceita a prisão e execução como fatos simples e inevitáveis. É um ótimo romance, embora pareça quase um ensaio da depressão. O final é previsível.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A história de Meursault, que procura a justificação da sua existência e não a encontra, transformando-se num estranho, um estrangeiro para si mesmo. Mersault comete um crime e simplesmente aceita ser condenado à morte.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Há coisas de que jamais gostei de falar. Quando fui para a prisâo compreendi depois de alguns dias que não gostaria de falar dessa parte da minha vida. Mais tarde deixei de atribuir importância a essas repugnâncias. Na realidade nos primeiros dias não estava verdadeiramente na prisão: esperava vagamente por algum acontecimento novo. Foi apenas depois da primeira e única visita de Marie que tudo começou. A partir do dia em que recebi sua carta (dizia que não a deixavam vir visitar-me porque não era minha mulher) a partir desse dia senti que estava em casa na minha cela e que a vida parava aí. No dia da minha prisão fecharam-me primeiro num quarto onde já havia muitos detidos árabes em sua maioria. Riram ao ver-me. Depois perguntaram-me o que havia feito. Disse que tinha matado um árabe e ficaram todos em silêncio. Mas logo depois caiu a noite. Explicaram-me como devia arrumar a esteira onde iria dormir: enrolando uma das extreemidades podia-se fazer dela um travesseiro. Durante toda a noite os percevejos corriam-me pelo rosto. Alguns dias depois isolaram-me numa cela onde me deitava num estrado de madeira. Dispunha de uma bacia de ferro e de um vaso. A prisão ficava no alto da cidade e, por uma pequena janela, conseguia ver o mar. Foi num dia em que estava agarrado às grades, com o rosto voltado para a luz, que um guarda entrou, dizendo-me que havia uma visita para mim. Pensei que era Marie. E, de fato era ela.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Este exemplar, da coleção Mestres da Literatura Contemporânea, adquirimos quando fomos à S.Paulo, por ocasião do casamento do Gustavo com Patrícia, em 31 julho de 98 Na porta de uma loja de bairro havia verdadeira montanha de livros, todos à R$ 5,00. Trouxemos um bocado de livros de "capa dura" na cor azul. Nesta oportunidade praticamos a mais legítima "cultura métrica", ou seja, quando se compra livro aos metros, para enfeitar prateleira.


 

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