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Livro Ótimo - 3 comentários

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Autor: Martha Medeiros  

Editora: Objetiva

Assunto: Romance

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 154

Ano de edição: 2002

Peso: 230 g

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Excelente
Helena Andrade Dantas
20/07/2020 às 17:38
Juiz de Fora - MG
Livro excelente com leitura fácil e agradável tratando de assuntos do cotidiano. Esse livro é uma verdadeira terapia.


Bom
Claudia d'Aquino
16/04/2011 às 18:27
Florianópolis - SC

Gostei do livro por conter trechos que condizem com a realidade de muitas mulheres. Ademais é livro, de fácil leitura e em diversas passagens pode fazer a leitora se identificar com o personagem. É leve, engraçado, água com açucar, mas adoçar a mente faz bem!


Ótimo
Marcio Mafra
01/11/2004 às 14:23
Brasília - DF

A história de Mercedes é bem-parecida com histórias de conhecidas, amigas, namoradas e mulheres de qualquer leitor. Tudo começou quando ela procurou o seu terapeuta, Dr. Lopes e começou a falar de sua existência, suas angústias e de seu bom casamento com Gustavo. Começa narrando o primeiro e inesquecível beijo trocado com Cesar....três anos depois.... Boa leitura. Leve, divertida e, às vezes, devastadora.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A história de Mercedes, 40 anos, casada, dois filhos, que resolve fazer análise.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Toda mulher tem seu dia de confessionário e sempre escolhe a amiga errada para fazer o papel de padre. Quando falei para a Mônica que me masturbava, os olhos dela ficaram cheios d’água. Não falou nada, mas li seus pensamentos como se fosse legenda de filme: "Coitada, a vida sexual dela deve ser um tédio e precisa recorrer a esse tipo de coisa." Sua desolação era de como se eu tivesse dito que traficava crack. Antes que as legendas continuassem, resolvi fazê-la falar em voz alta. "Está me olhando assim por que, Mônica? É normal, você nunca fez?" As luzes se apagaram e os holofotes focaram Mônica e sua altivez. O discurso era o esperado: Nunca! Ela casara com El Comedor e não precisava disso, entendeu? Lopes, às vezes Gustavo se esquece da vida na frente da tevê e eu fico sozinha na cama, no escuro, com as mãos abanando. Minha imaginação dá a volta no quarteirão e não encontra ninguém, então dá um pulinho em Hollywood e topa com Mel Gibson abandonado num estúdio, precisando de alguém para decorar o texto com ele. Sim, Mel Gibson está filmando a versão americana de Império dos Sentidos e precisa de uma partner. O papel é meu. Masturbação é uma palavra forte, dessas que a gente espera encontrar várias vezes no Código Penal. Desde que o mundo é mundo que meninas e meninos se tocam com as mãos, exploram o próprio corpo antes de investir no corpo alheio. Foi convencionado que os homens podem continuar no exercício depois de adultos, e as mulheres, bom, as mulheres, se fizerem mesmo questão, vá lá, mas desde que não fiquem comentando sobre isso com a sobrinha do zelador. Eu me masturbo com alguma regularidade. Não por falta de sexo, ao contrário: quanto mais transo, mais estimulada fico a me conceder uns afagos. Não uso vibradores e nenhum brinquedinho que necessite de pilha, apenas me massageio e a imaginação se encarrega do resto. Poucas coisas são tão poderosas como uma fantasia erótica. Você precisa mesmo saber ou está apenas curioso? Eu conto. Dois homens ao mesmo tempo. Não faça esta cara de desapontamento, eu nunca prometi ser original. Quando me masturbo, busco o orgasmo e nada mais. É uma excitação encomendada, um prazer de segunda categoria, mas ainda assim um prazer. A categoria luxo acontece a dois, lógico. Não há nada mais excitante do que se sentir desejada por alguém, aquela sensação de estar sendo devorada pelos olhos do outro, de que o mundo virou poeira lá fora, os cérebros desligados, as bocas secas, uma felicidade adolescente, não é espantoso que eu ainda consiga lembrar como é? Não estou mais falando de sexo, Lopes, estou falando de paixão. Mônica nem cogita conversar sobre essas questões, e foi justo pra ela que fui contar o que faço quando me apaixono por mim mesma. Masturbação não é muleta, não substitui coisa nenhuma, é uma relação como outra qualquer, com suas características e limitações, você concorda? O corpo da gente foi programado para nos dar prazer sem se importar de que mão vem o toque. Falei tudo isso pra Mônica e ela ficou vermelha, mas disse que era por causa do vinho. Tá bom. A essa hora, se El Comedor já estiver dormindo, é capaz de Mel Gibson estar ocupado.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Arlete, nossa querida cumplice e comadre, presenteou Edite, no seu aniversário de 2004, com este livro e a dedicatória: Dite, Com certeza em algum capítulo nos vemos...Beijão, Arlete março de 2004.


 

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