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Sidarta

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Sidarta

Livro Excelente - 1 comentário

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Autor: Hermann Hesse  

Editora: Civilização Brasileira

Assunto: Romance

Traduzido por: Herbert Caro

Páginas: 121

Ano de edição: 1977

Peso: 155 g

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Excelente
Marcio Mafra
13/11/2004 às 22:30
Brasília - DF

Hermann Hesse, ganhador do Premio Nobel de Literatura de 1946 é contista de muita fama. Foi para a Índia em 1911 a fim de conhecer a vida do Extremo Oriente. Certamente o prêmio lhe foi atribuído mais pelo fato político do autor nunca ter sido a favor de Hitler, do que seus méritos literários. A sua tendência pacifista caracterizou suas obras como Demian, Sonho de Uma Flauta, Sidarta, O Lobo da Estepe e O jogo das Contas de Vidro, que são as principais obras do autor. Embora o autor tenha realmente uma extensa obra foi proibido de circular na Alemanha durante o tempo de Hitler. Sidarta, o seu o maior sucesso no Brasil é a história de um espírito rebelde em busca de paz e serenidade. Leitura fácil, bonita, leve, "espiritualizada". Livro excelente.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A história de Sidarta, filho de um brâmane, que descobre Buda, dedica-se à ele procurando encontrar e entender o seu destino. Neste caminho passa por um caso amoroso, pela tentação do sucesso e das riquezas, além de conflitos emocionais com seu próprio filho.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A cada passo de sua jornada, Sidarta aprendia coisas que antes desconhecera. O Mundo parecia-lhe diferente. Seu coração batia como que enfeitiçado. E ele mirava o sol, sempre que este se levantava acima das montanhas cobertas de florestas ou se punha atrás da longínqua praia orlada de palmeiras. Contemplava a ordem dos astros no firmamento noturno e o crescente da lua, a singrar, feito barco, pelo espaço azul. Olhava árvores, estrelas, animais, nuvens, arcos-íris, rochedos, ervas, flores, arroios e rios. Percebia o orvalho da madrugada, a cintilar nos galhos dos arbustos, e também o gris esmaecido de serras distantes. Cantavam os pássaros, zumbiam as abelhas. Nos arrozais ressoava o argentino zunir da aragem. Tudo aquilo, esse sem-número de formas e cores, existira sempre. Em todos os tempos houvera o murmúrio de regatos e o zumbir de abelhas, mas outrora esses fenômenos tinham-se afigurado a Sidarta como um véu falaz, passageiro, estendido diante de seus olhos e que apenas merecesse desconfiança; um véu cujo destino fosse ser penetrado e destruído pelo pensamento, já que nada disso era essencial e a realidade se encontrava além dos objetos visíveis. Agora, porém, seu olhar libertado atinha-se a este lado das coisas, acolhendo e identificando o que se lhe deparava.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Em outubro de 2004, iniciamos uma busca no HD de nossa memória, dos melhores livros que já lemos e que - por motivos diversos - não se encontram em nossas prateleiras. Sabe-se que o principal e mais importante motivo do desaparecimento de livro é - simplesmente porque é bom. Ninguém pede emprestado livro ruim. Livro bom some logo, tanto por empréstimo como por esquecimento. Assim iniciamos visitas "virtuais" aos sebos onde os "desaparecidos" podem ser comprados por módicos reais. Num desses passeios foi recuperado este sucesso: Sidarta.


 

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