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O Pêndulo de Focault

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O Pêndulo de Focault

Livro Bom - 1 comentário

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Autor: Umberto Eco  

Editora: Record

Assunto: Romance

Traduzido por: Ivo Barroso

Páginas: 613

Ano de edição: 1989

Peso: 585 g

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Bom
Marcio Mafra
19/11/2004 às 23:08
Brasília - DF

O genial Umberto Eco criou uma história bem concatenada envolvendo o ocultismo, que chamou de Pêndulo de Foucault. Pêndulo de Foucault é um dispositivo inventado em 1850 para demonstrar a rotação da Terra e nada tem de místico, mas a sua aparência pode levar a considerações esotéricas. Três colegas de trabalho de uma editora, Belbo, Diotallevi e Casaubon decidem inventar sua própria teoria do misticismo, por simples diversão. Acabam por envolver-se completamente e são catapultados para dentro do ocultismo e vivem integralmente as coisas dos Templários, dos museus, das sociedades secretas, dos guardiões do Santo Graal. O assunto se complica quando entra um Inspetor de Policia, De Angelis, que não apenas investiga o desaparecimento de um dos três amigos, mas também as pessoas que parecem ser unidas ao oculto, incluindo Casaubon que viaja ao Brasil onde aprende sobre o espiritualismo sul-americano e caribenho. O romance evolui lentamente, com muitos detalhes de ocultismo e misticismo. Livro bom, leitura pouco arrastada, mas muito longe do consagrado Nome da Rosa.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A história de Belbo, Diotavelli e Causabon, funcionários responsáveis pela seleção de títulos de uma editora que descobriu um "ramo de ouro": o ocultismo. Eles colocam em marcha um divertido e despretensioso plano e assumem os ritos e respostas da cabala, da numerologia e das demais coisas esotéricas.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Chegamos à mansão. Mansão por assim dizer: um sobrado patriarcal, que tinha no andar de baixo as grandes adegas onde Adelino Canepa - o meeiro embirrado que havia denunciado o tio aos partigiani - fabricava vinho com uvas colhidas na propriedade dos Covassso. Via-se que estava desabitada ha tempos. Numa pequena casa de colonos ao lado ainda morava uma velha, nos disse Belbo, tia de Adelino - os demais já haviam ambos morrido, os tios, os Canepa, e só restava a centenária a cultivar uma hortazinha, com quatro galinhas e um porco. As terras foram vendidas para pagar os impostos de transmissão, as dívidas, não se lembrava mais. Belbo foi bater a porta da casa de colono, a velha apareceu a janela, levou algum tempo a reconhecer 0 visitante, depois lhe fez amplas manifestações de apreço. Queria que entrássemos em sua casa, mas Belbo acabou com a história, cumprimentando-a e agradecendo muito. Assim que entramos no sobrado, Lorenza lançava exclamações de júbilo a medida que descobria as escadas, os corredores, os quartos sombrios com seus m6veis antigos. Belbo estava na defensiva, observando que cada um tem o palácio que pode, mas no fundo comovido. Vinha ali de quando em vez, nos disse, mas cada vez mais raro. "Mas aqui se trabalha bem, no verão a casa é fresca e no inverno as paredes grossas a protegem do gelo, e ha fogões de aquecimento por todo lado. Naturalmente, quando era rapazote, fugido da cidade, habitávamos apenas aqueles dois quartos laterais ao fundo do grande corredor. Agora estou utilizando a ala dos tios. Trabalho aqui onde era o escrit6rio de tio Carlos." Ali havia uma dessas antigas secretarias, com pouco espaço para pousar os papéis mas mil e uma gavetinhas a vista ou escondidas. "Não conseguiria meter aqui em cima o Abulafia", disse. "Mas nas poucas vezes que venho aqui me agrada escrever a mão como fazia em criança." Mostrou-nos um armário majestoso: "Aqui está, quando eu morrer, não se esqueçam, aqui esta toda a minha produção literária juvenil, poesias que compus aos dezesseis anos, esboços de aventuras em seis volumes que escrevi aos dezoito...e vai por aí.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Não há história deste livro, que certamente foi adquirido por influência positiva do Nome da Rosa.


 

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