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Sepultura: Toda a História

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Sepultura: Toda a História

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Autor: André Barcinski  

Editora: Editora 34

Assunto: Biografia

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 204

Ano de edição: 1999

Peso: 370 g

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Bom
Gustavo Mafra
19/11/2004 às 10:13
Brasília - DF

Esta obra faz parte de uma tendência tardia de relatar em livros a história da música produzida no Brasil. As histórias contadas são interessantes e divertidas. É um livro escrito por um amigo. É também um livro escrito por um fã.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

O livro conta a trajetória - das garagens de Belo Horizonte ao sucesso mundial - da banda Sepultura, que é conhecida, entre outras coisas, por fazer sucesso no exterior, o que não é habitual para artistas brasileiros.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Foi com a entrada de Andreas que a banda realmente engrenou. Ele tocava bem e tinha um gosto musical diferente do resto da banda. Andreas não se ligava muito em death metal, preferindo guitarristas virtuosos como Ritchie Blackmore, do Deep Purple, o bluesman Stevie Ray Vaughan e Randy Rhoads (fenómeno que havia tocado na banda de Ozzy Osbourne e morrido num desastre de avião em 1982). As novas influencias musicais trazidas por Andreas diversificaram o som do Sepultura e impediram que o grupo se estagnasse no death meetal, gênero musical mente limitado e avesso a outras influências. Empolgados, os quatro passaram a ensaiar 0 dia inteiro. Mal acordavam e corriam para a casa de Paulo, onde tocavam por oito ou nove horas seguidas. A noite, era só balada, bebida e mulher. Uma vida de sonhos. Andreas, que não dispensava nada em estado liquido, ganhou logo o apelido de "Esponjão" . Os ensaios rolavam num quarto desocupado na casa de Paulo, to do decorado com fotos de mulher pelada. A parede do quarto era colada na casa do vizinho, que ia a loucura com a barulheira infernal. Depois de reclamar dezenas de vezes do barulho, sem sucesso, 0 vizinho apelou: chamou a polícia e disse que havia drogas pesadas no ensaio. Alguns minutos depois, dois PMs bateram na porta. O pai de Paulo, que havia sido delegado, se enfureceu com os policiais: "Vou levar vocês lá no quarto dos meninos e quero ver acharem alguma droga!". Os tiras deram uma busca e, para sorte dos quatro, não encontraram nada. Depois, um deles ate se desculpou com o Sepultura: "Sabe como e, né rapaziada, vizinho sempre tem preconceito com artista ... Eu também sou musico, tenho um grupo de pagode, e os vizinhos vivem me enchendo o saco!". Em abril de 1987, o Sepultura fez seu primeiro show com a formação que, dali em diante, se manteria estável por dez anos: Max e Andreas nas guitarras, Igor na bateria e Paulo no baixo. Foi em Caruaru, Pernambuco, e marcou a primeira apresentação da banda fora do eixo Minas-Rio-São Paulo. A viagem até Pernambuco foi uma bagunça alem dos quatro, viajaram também Sílvio e os amigos Gentil, Lino e Carlão. No ônibus, a turma esvaziou varias garrafas de uísque Old Eight e passou a viagem toda ouvindo Venom, Slayer e Possessed no volume 10. Logo na primeira parada, torraram toda a grana que tinham em garrafas de Cidra Cereser.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Rafael comprou este livro.


 

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