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Livro Excelente - 1 comentário

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Autor: Mário Sérgio Conti  

Editora: Companhia das Letras

Assunto: Jornalismo

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 719

Ano de edição: 1999

Peso: 1.185 g

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Excelente
Gustavo Mafra
19/11/2004 às 10:07
Brasília - DF

Este livro representa uma grande porcentagem da base da minha formação como jornalista. Junto com a faculdade em si e o trabalho com clipping (onde eu lia praticamente todos os jornais do Brasil todos os dias), me fez ter uma visão abrangente de como funciona a imprensa no Brasil. É um livro incrivelmente bem escrito, o que me permitiu ler de uma vez só as suas quase 700 páginas, sem interrupções. É claro que, por ter sido escrito por um jornalista relativamente novo e ainda atuante no mercado, serve de meio para um ataquezinho a um chefe aqui, um pedido de desculpas a um colega ali. Mesmo assim, é um livro fundamental.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

As histórias dos mais importantes veículos da imprensa brasileira, costuradas pelas suas relações com Fernando Collor, o presidente da Republica.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Ao investir 2 milhões de dólares na campanha de Fernando Collor, Paulo César Farias externou três das suas características essenciais: o pendor pela aventura, a vontade de apostar e ganhar, e uma autoconfiança irrefreável. Essas características estão presentes em todos os lances de sua vida. Paulo César Cavalcanti de Farias nasceu em 20 de setembro de 1945, em Murici, na Zona da Mata alagoana. O pai, Gilberto Lopes de Farias, coletor da Receita Federal, era um homem simples, apegado ao trabalho e provedor. Saia de manhã cedo e voltava a noite para o jantar. A mãe, Joselita Holanda Cavalcanti de Farias, cuidava dos oito filhos (seis homens e duas mulheres). Muito religiosa, era respeitada na vizinhança, que a chamava de "dona Nita" e pedia a sua ajuda para dirimir desavenças. Fazia a roupa das crianças, obrigava-as a estudar, cozinhava e limpava a casa. No final dos anos 40, a família, de classe média baixa, mudou-se para Maceió. Moraram na rua Cristovão Colombo, no bairro do Jaraguá. Os meninos dormiam todos juntos no sotão. Ana e Eleuza, as meninas, num quarto só para elas, e Joselita e Gilberto, que os filhos chamavam de Coletor, num quarto no andar térreo. Todos os filhos do casal estudaram no Colégio Marista, a meia hora de caminhada da rua Cristovão Colombo. Os meninos brincavam numa praça das imediações, jogando futebol e peteca. A família jantava junto. Quando sobrava um bife na travessa, os filhos se candidatavam e Joselita decidia quem poderia comê-lo. As crianças só falavam durante as refeições se os pais autorizassem. Joselita queria que um de seus filhos fosse padre, outro advogado e um terceiro médico, e matriculou o mais velho, Paulo César, no Seminário Regional de Maceió, onde ele aprendeu latim e francês. Aos catorze anos, já dava aulas particulares para ajudar a família. O jovem não tinha vocação religiosa e saiu do Seminário para cursar a Faculdade de Direito de Alagoas. Os filhos das famílias ricas de Maceió faziam a universidade no Recife, no Rio ou em São Paulo, mas o Coletor não teve meios de mandar o primogênito para fora do estado. PC se dava melhor com a mãe. Era extrovertido como ela e gostava de provocá-la. "Esse Padre Cicero era um grande sem-vergonha, não é mãe?", volta e meia perguntava. Mas era também o mais querido do pai, para sofrimento do filho que vinha imediatamente depois, Carlos. Fez política na faculdade, elegeu-se presidente do Diretório Central dos Estudantes, apoiou o golpe de 1964 e foi o orador na formatura de sua turma. Na eleição indireta para o governo estadual, em 1966, votavam representantes dos estudantes e dos empresários. Em nome dos estudantes, PC votou em Lamenha Filho, primo do pai dele, que quando eleito convidou o jovem advogado a ser seu secretário. Foi uma época em que Farias fez várias coisas sucessivamente. Defendia causas no interior de Alagoas, recebendo em pagamento caixas de frutas e engradados de galinhas. Comprou um jipe e percorria o estado oferecendo telefones dos planos de expansão da Companhia Telefônica de Alagoas; ganhava um percentual por aparelho que negociava. Apresentava-se como secretário e amigo do Governador Lamenha Filho e vendeu inúmeros aparelhos. Montou uma empresa de publicidade e usava o jipe para pregar cartazes de propaganda nos postes de iluminação ao lado dos pontos de ônibus de Maceió.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Este livro não tem nada para ser narrado, pelo fato de estar na bibliomafrateca, depois, livronautas.


 

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