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Bahia de Todos os Santos

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Bahia de Todos os Santos

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Autor: Jorge Amado  

Editora: Martins

Assunto: Turismo

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 160

Ano de edição: 1970

Peso: 280 g

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Bom
Marcio Mafra
27/11/2004 às 10:42
Brasília - DF

Jorge Amado era filho de fazendeiro de cacau e publicou seu primeiro romance, " O país do carnaval ", em 1931. Militante comunista, foi exilado político entre 1941 e 1942. Em 1945, foi eleito Deputado Constituinte, pelo Partido Comunista Brasileiro. De 1947 até 1950 foi novamente para a Europa, na condição de exilado. De volta ao Brasil, dedicou-se inteiramente à literatura. Em abril de 1961, foi eleito membro da Academia Brasileira de Letras. Sua obra literária foi adaptada para cinema, teatro e televisão. Lá pelos idos de 60 ou 61, quando informação rápida chegava pelo telégrafo do correio - com mensagens transmitidas no código Morse - eram poucos os telefones, raras as televisões e inexistiam os guias turísticos, muito menos folders e coisas do gênero. Aviões, roteiros, lazer, museus - nem pensar. Os encantos de Salvador, suas ladeiras, igrejas, mercados, comidas típicas e muito do baianês só era possível fazendo uma difícil e cara viagem até lá, ou então, numa opção mais pobre, lendo e relendo o Bahia de Todos os Santos. Não vale como leitura, tal qual um romance de cunho social do mestre Jorge Amado. Vale mesmo como guia turístico, editado no ano de 1944.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Uma espécie de guia de turismo, romanceado como só Jorge Amado

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Cantor das graças da Bahia, escrevi eu mesmo a seu respeito em certa ocasião. Creio, porém, que nada define melhor Dorival Caymmi e sua música, que uma frase de Pablo Neruda. Durante uma das visitas do poeta chileno a São Paulo, Caymmi foi seu companheiro de todos os momentos. Juntos andaram as ruas afanosas da capital, juntos estiveram na tarde memorável do Pacaembu, juntos nos restaurantes do Brás com as macarronadas e os vinhos italianos, juntos nos dias da fazenda de Flávio de Carvalho. Era São Paulo em torno, mas o moço Caymmi com seu violão conduz é a Bahia e foi a Bahia que ele revelou ao poeta naqueles dias paulistas. Finalmente Neruda não resistiu, tomou um avião e foi ver como era mesmo aquela terra de mistérios e igrejas. E lá, quando o povo baiano, tão sensível à inteligência e à beleza, o festejou num grande ato público, no seu discurso de agradecimento, o genial poeta das Américas falou sobre Caymmi, dizendo aos baianos do "vosso grande cantor Dorival Caymmi, que, com sua voz doce e profunda, leva sua saudade da Bahia por todo o céu do Brasil". Saudade da Bahia, sem dúvida, ressoando nas cordas do violão do moço perdido nas ruas do Rio ou de São Paulo, do moço festejado, cheio de "fãs", com suas músicas em filmes norte-americanos, seu nome aos quatro ventos da popularidade nas ondas do rádio, mas levando no coração e na inteligência aquela sedução sem fim da terra escorrendo mistério e densa beleza. Dessa saudade é feita a obra do compositor Dorival Caymmi, a quem o povo ama chamar de "moço Caymmi", numa espécie de definição não só da sua pessoa amável e boa mas da sua música de melancolia e dramas no entanto também cheia de esperanças ... Essa saudade da Bahia fez, em grande parte também, a obra de Castro Alves. O poeta dos negros e do amor levou, ele também, sua saudade da Bahia pelos céus do Brasil. Em Recife, no Rio ou em São Paulo, nos braços das mais belas mulheres, entre os aplausos da multidão delirante.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Em 1961, aos 17 anos eu trabalhava no Banco Industria e Comercio de Santa Catarina, Banco Inco, na agência da Avenida W-3 Sul, Quadra 507, Bloco B. Naquela ocasião as editoras, mantinham serviço de venda domiciliar, através de "vendedores de livros". Eram profissionais bem treinados e insistentes. De um deles, comprei as obras de Eça de Queiroz, Pe. Antônio Vieira, Jorge Amado, Machado de Assis, entre outros. De Jorge Amado eram os seguintes livros: 1) O País do Carnaval - Cacau - Suor 2) Jubiabá 3) Mar Morto 4) Capitães da Areia 5) ABC de Castro Alves 6) Terras do Sem Fim 7) São Jorge dos Ilhéus 8) Bahia de Todos os Santos 9) O Amor do Soldado 10) Seara Vermelha 11) Os Subterrâneos da Liberdade, em 3 volumes 12) Gabriela, Cravo e Canela e 13) Os velhos Marinheiros. Decorridos 43 anos, apenas três deles desapareceram: Capitães da Areia, Bahia de Todos os Santos e Ásperos Tempos. Foram devidamente substituídos, mercê dos bons preços e serviços dos sebos abrigados no site estantevirtual.com.br.


 

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