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Feminismo em Comum - Para Todas, Todes e Todos.

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Feminismo em Comum - Para Todas, Todes e Todos.

Livro Ruim - 1 comentário

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Autor: Marcia Tiburi  

Editora: Rosa dos Tempos

Assunto: Filosofia

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 125

Ano de edição: 2019

Peso: 180 g

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Ruim
Marcio Mafra
02/08/2020 às 18:43
Brasília - DF
“Feminismo Em Comum – Para Todas, Todes e Todos” é livro que se lê numa sentada.
Um pequeno manifesto que tenta conceituar o novo feminismo de uma forma direta e didática.
O patriarcado é cultura antiga, enraizada nos povos e nas gentes de qualquer gênero, aonde o conceito do homem provedor vai sendo
descontruído, enquanto a superioridade masculina vai sendo atropelada pelo feminismo.
Marcia Tiburi, com uma linguagem de filósofa militante repensa as antigas estruturas das sociedades opressivas e combate os “discursos prontos” sobre gênero.
As leitoras aplaudirão de pé, enquanto os leitores terão alguma dificuldade para digerir esse modo de viver e conviver.
N]ao achei um livro fácil. Achei muito panfletário., embora escrito por pessoa habilitado e que escreve bem.

Marcio Mafra
02/08/2020 às 18:43
Brasília - DF
Uma reflexão e uma análise bem acessível da dimensão que o feminismo tomou, no tempos atuais, aqui no Brasil, e também em quase todas as partes do mundo ocidental, assim como em algumas partes do mundo oriental.
Marcio Mafra
02/08/2020 às 18:43
Brasília - DF
A diversidade feminista é a fonte e o efeito do caráter mais profundo do que chamamos genericamente de feminismo. O feminismo surge como contraposição ao sistema, mas também como promessa. Contra uma visão de mundo pronta, o feminismo é como a dialética negativa, que visa à superação de um estado social injusto e que não teme desaparecer depois que tenha cumprido sua função histórico-social Apesar disso, o feminismo é método, no sentido de caminho que se faz ao caminhar, sem garantia alguma de que se chegará ao destino desejado. Por seu caráter aberto, ele incomoda muita gente. O patriarcado precisa se proteger do feminismo como o diabo da cruz - para usar uma expressão própria desse campo expressivo- -conceitual que é o patriarcado, um regime eminente-, mente religioso, moralista e ascético em relação ao qual o feminismo parece ser de um paganismo que amedronta. Quem tenta destruir o feminismo é justamente quem tem medo do seu caráter transformador. Pelo menos em um primeiro momento. Porque pode parecer altamente negativo em relação ao estabelecido, e também positivo, como é evidente, quando se tem em vista esse caráter processual do feminismo. Veja que aqui uso os termos "negativo» e "positivo" para além de um sentido moral o feminismo cresce em todos os espaços sociais. Grupos e coletivos enriquecem o cenário da luta pelos direitos das mulheres e, como não pode deixar de ser, de todas as minorias das quais o signo anteriormente opressivo "Mulher" é urna expressão básica, um signo de luta. Raça e classe social, desde o surgimento do feminismo interseccional, são questões que vêm contribuir com o avanço das práticas feministas historicamente ligadas a gênero e sexualidade. Nunca é demais dizer que o impacto do feminismo interseccional é tal entre nós que podemos falar dele corno um divisor de águas. Podemos falar também da pluralidade de propostas e posturas no âmbito feminista que incluem mulheres de todas as idades, raças, crenças, plasticidades, escolaridades, sexualidades. A dialogicidade do feminismo refere-se a essa presença concreta das diferenças. O feminismo é um espaço-tempo, no qual habitam a multiplicidade dos corpos em relação não violenta. Nesse sentido, o dissenso é urna característica da dialogicidade, desse não discurso ou contradiscurso, quer dizer, desse desejo de diálogo ou dessa crítica consistente, dessa multiplicidade de vozes, dessa presença de dissonâncias em ação performativa sincronizada, a saber, aquela que nos define corno seres expressivos e inventores de mundos ao mesmo tempo. Diálogo é um movimento entre presenças que diferem entre si. O feminismo é, nesse sentido, uma utopia concreta, em que o enlace entre política e ética orienta-se em defesa da singularidade das pessoas. O feminismo é a própria democracia que queremos, mas uma democracia profunda, que começa colocando a questão dos direitos das mulheres e avança, interrogando a urgência dos direitos de todos que sofrem sob jugos diversos, em cenários nos quais o poder do capital estabelece toda forma de violência, das mais sutis às mais brutais.

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Marcio Mafra
02/08/2020 às 18:43
Brasília - DF
Em Agosto de 2019, a mídia especializada fez muita propaganda dos autores que participaram da FLIP 2019 que aconteceu em Paraty, Rio de Janeiro, entre 10 e 14 de julho. Era o PÓS FLIP, um movimento patrocinado pelos editores que precisavam vender os livros dos autores “convidados da Flip”. A conhecida Festa Literária Internacional de Paraty que acontece desde 2003, no ano de 2019 não teve o sucesso financeiro desejado. Era o primeiro ano do governo Bolsonaro, quando o Ministério da Cultura foi extinto logo no início do governo e recriado pouco depois, tendo sido cortadas grande parte das verbas destinadas no orçamento da União para a cultura. Também a economia em 2019 ainda capengava da recessão porque o país tinha recuperado apenas 30% do que fora perdido na crise política de 2016/2018. A crise fora provocada pelo impeachment da Presidente Dilma Roosevelt e do governo tampão Michel Temer. Então o PÓS EVENTO fez as editoras publicarem ou republicar: (1) Welcome To Copacabana do autor Ednei Silvestre (2) Se eu Fechar os Olhos Agora do autor Edinei Silvestre (3) Memórias da Plantação da autora Grada Kilomba (4) O Corpo Dela e Outras Farras da autora Carmen Maria Machado (5) Noites em Caracas da autora Karina Borgo (6) Uma Noite Markovitch da autora Aylet Gundar Goshen (7) Também os Brancos Sabem Dançar, do autor Kalaf Epalanga (8) Fique Comigo da autora Ayobani Adebayad, (9) Talvez Ester da autora Katja Petrowskaja (10) Redemoinho em Dia Quente da autora Jarid Arraes (11) No Armário do Vaticano do autor Frédéric Martel (12) Ideias para Adiar o Fim do Mundo do autor Ailton Krenac (13) A Terra Inabitável do autor David Walace Wels (14) Os Dias da Crise do autor Jerônimo Teixeira (15) Oráculo da Noite do autor Sidarta Ribeiro e ainda (16) A Mãe da Sua Mãe da autora Maria José Silveira. Comprei todos os 16 livros porque Livronautas não poderia deixar passar em brancas nuvens esta crise literária, econômica e política.

 

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