carregando

Aguarde por gentileza.
Isso pode levar alguns segundos...

 

O Gigante Enterrado

Para usar as funcionalidades você precisa estar logado(a). Clique aqui para logar
Erro ao processar sua requisição, tente novamente em alguns minutos.
O Gigante Enterrado

Livro Ruim - 1 comentário

  • Leram
    1
  • Vão ler
    0
  • Abandonaram
    0
  • Recomendam
    1

Autor: Kazuo Ishiguro  

Editora: Companhia das Letras

Assunto: Romance

Traduzido por: Sonia Moreira

Páginas: 396

Ano de edição: 2015

Peso: 750 g

Avalie e comente
  • lido
  • lendo
  • re-lendo
  • recomendar

 

Ruim
Marcio Mafra
16/08/2020 às 19:11
Brasília - DF
“O Gigante Enterrado” é a história do casal de velhinhos, Axl e Beatrice, ingleses, que saem em busca de seu filho. Eles nem sabiam onde o filho estaria, nem em que direção deveriam seguir. Eles enxergavam mal e tinham problemas de memória.
O romance se passa na Inglaterra, num tempo em que a Grã-Bretanha estava em ruínas, marcada pelas recentes guerras entre bretões e saxões do Rei Arthur. Essas lutas entre os saxões e bretões são considerada, ainda hoje, como folclóricas e parece, se passaram no século V.
Durante a sua caminhada, o casal vai encontrando pessoas, lutadores, animais e dragões. A leitura é difícil. Para um leitor que não conhece absolutamente nada da cultura e história de bretões e saxões, nem que jamais soube dos feitos do Rei Arthur....certamente terá dificuldades nesta leitura. Não gostei do romance não, embora tenha lido dois outros livros do mesmo autor, que os considerei excelentes. São os mais que geniais “Não Me Abandone Jamais”, e “Os Vestígios do Dia”.
Esse “Gigante Enterrado” é uma lenda, dentro de outra lenda. Coisa que só inglês consegue entender.

Marcio Mafra
16/08/2020 às 19:11
Brasília - DF
A história de Axl e Beatrice, que partiram em busca do filho, ainda que não se lembrem de suas feições e também nem sabem direito o paradeiro do filho.
Marcio Mafra
16/08/2020 às 19:11
Brasília - DF
Ele ansiava por um raio de sol para aquecer Beatrice, mas, embora a margem oposta estivesse quase toda banhada de luz da manhã, o lado do rio em que eles se encontravam permanecia sombrio e frio. Axl sentia a esposa se apoiando nele enquanto andavam e sabia que os tremores dela vinham ficando cada vez mais fortes. Estava prestes a sugerir que parassem de novo para descansar quando finalmente avistou o telhado acima dos salgueiros, projetando-se na direção da água. Levou algum tempo para eles conseguirem descer a ladeira lamacenta até o abrigo de barcos e, quando passaram pelo arco baixo do abrigo, a penumbra e a proximidade da água ondulante pareceram fazer Beatrice tremer ainda mais. Eles avançaram mais para dentro do abrigo, pisando em tábuas úmidas, e viram à frente da beira do telhado uma extensão de capim alto, juncos e um trecho do rio. Então o vulto de um homem se levantou das sombras à esquerda deles, dizendo: "O que desejam, amigos?". "Deus esteja contigo, senhor", disse Axl. "Pedimos desculpas se o despertamos do seu sono. Somos apenas dois viajantes cansados e desejamos descer o rio até a aldeia do nosso filho." Um homem largo e barbudo de meia-idade, coberto com camadas de peles de animais, veio até a luz e os examinou. Passado um tempo, ele perguntou, num tom quase amável: "Essa senhora não está bem?" "Ela só está cansada, senhor, mas não tem condição de andar o resto do caminho. Nós estávamos com esperança de que o senhor pudesse nos ceder uma balsa ou um pequeno barco para nos levar. Estamos dependendo da sua generosidade, pois um contratempo que enfrentamos há pouco nos tirou as trouxas que carregávamos e, com elas, o estanho para recompensá-lo. Estou vendo que o senhor só tem um barco agora na água. Se nos permitir usá-lo, posso pelo menos prometer que transportarei em segurança qualquer carga que o senhor me confiar." O guardador de barcos olhou para a embarcação que balançava suavemente sob o telhado, depois se virou de novo para AxI. "Ainda vai demorar algum tempo para esse barco descer o rio, amigo, pois estou esperando que o meu colega volte com uma carga de cevada para enchê-lo. Mas estou vendo que os senhores estão ambos cansados e enfrentaram algum revés recentemente. Então me deixe lhes fazer uma sugestão. Olhem para lá, amigos. Estão vendo aquelas cestas?" "Cestas, senhor?" "Elas podem parecer frágeis, mas boiam bem e vão aguentar o seu peso, embora os senhores tenham que ir cada um numa cesta. Nós estamos acostumados a enchê-Ias com sacos de grãos, às vezes até com um porco abatido. Amarradas atrás de um barco, elas viajam no rio sem perigo mesmo quando ele está agitado. E hoje, como podem ver, a água está tranquila, então os senhores vão viajar sem preocupação." "Eu agradeço a sua generosidade, senhor. Mas o senhor não teria uma cesta grande o bastante para transportar nós dois?" "Os senhores têm que ir um em cada cesta, amigos, ou correrão o risco de se afogar.

Nenhuma informação foi cadastrada até o momento.

Marcio Mafra
16/08/2020 às 19:11
Brasília - DF
Comprei O Gigante Enterrado em novembro de 2017, porque o seu autor, Kazuo Ishiguro, que eu suponha fosse japonês, havia ganho o Nobel de Literatura. Ele é inglês. Um Nobel pode não ser bom, mas jamais é péssimo. Os outros dois livros que comprei do mesmo autor: “Não me abandone Jamais”, e “Os vestígios do Dia” são fenomenais.

 

Receber nossos informativos

Siga-nos:

Baixe nosso aplicativo

Livronautas
Copyright © 2011-2020
Todos os direitos reservados.