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A Dama de Espadas

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A Dama de Espadas

Livro Bom - 1 comentário

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Autor: Pushkin  

Editora: Editora 34

Assunto: Contos

Traduzido por: Boris Schnaiderman

Páginas: 285

Ano de edição: 1999

Peso: 365 g

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Bom
Marcio Mafra
27/09/2005 às 19:09
Brasília - DF

Aleksandr Púchkin é um poeta russo festejado até os dias de hoje. A Dama de Espadas é uma coletânea de contos e poemas. O primeiro conto, "O Negro de Pedro, O Grande" é inacabado. É a história do escravo negro de Pedro, de nome Abraão Aníbal. O segundo, também se diz que é inacabado: "Drubóvski" conta a vida de um andarilho, salteador da época, que se apaixona pela filha de um seu inimigo. Dama de Espadas, que da nome ao título, é um pesadelo gótico que persegue o personagem Hermann. O livro é muito bom. A leitura é cansativa.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Diversos contos e poemas - prosa e poesia - do festejado poeta e escritor russo Púchkin, que morreu aos 38 anos de idade e legou uma obra literária intensa.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Lisavieta Ivanovna mal teve tempo de tirar o roupão e o chapéu, quando a condessa mandou chama-la e ordenou mais uma vez preparar a carruagem. Elas dirigiram-se para o carro. No mesmo instante em que dois lacaios suspendiam a velha e faziam-na passar pela portinhola, Lisavieta Ivanovna viu o seu engenheiro bem junto à roda; ele agarrou-lhe a mão; ela ainda não voltara a si do susto, quando o rapaz desapareceu, e a moça ficou com uma carta na mão Escondeu-a dentro da luva e, no decorrer de todo 0 percurso, não viu nem ouviu nada. Na carruagem, a condessa costumava fazer a todo instante perguntas: quem foi que passou perto do nosso carro? Como se chama esta ponte? O que esta escrito naquela placa? Desta vez, Lisavieta Ivanovna respondia sem nexo e fora de prop6sito, e deixou a condessa irritada.
- O que foi que te aconteceu? Minha mãe! E um estado de estupor? Tu não me ouves ou não me compreendes?.. Graças a Deus, não deixo de rolar os meus erres e ainda não fiquei caduca!
Lisavieta Ivanovna não a ouvia. Ao voltarem para casa, correu para o quarto e tirou a carta de dentro da luva: o envelope não estava colado. Lisavieta Ivanovna leu a carta. Continha uma declaração de amor: era terna, respeitosa e tirada palavra por palavra de um romance alemão. Mas Lisavieta Ivanovna não sabia alemão e ficou muito contente.
No entanto, a carta inquietava-a ao extremo. Pela primeira vez, ela iniciava relações secretas e intimas com um jovem.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

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