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Varandas Para o Atlântico

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Varandas Para o Atlântico

Livro Ótimo - 1 comentário

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Autor: Sousa Dinis  

Editora: Quarteto Editora

Assunto: Romance

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 207

Ano de edição: 1998

Peso: 350 g

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Ótimo
Marcio Mafra
20/06/2021 às 18:32
Brasília - DF
Todo autor que é bom contador de histórias acaba fazendo um bom livro.
Assim é o romance, baseado em fatos reais, do Souza Dinis que narrou com muita e elegância o drama de um filho cujo pai fugiu de Portugal para não ir servir de soldado nas guerras das colônias africanas.
Fugiu para o Brasil e se embrenhou pelo interior do país.
O filho de nome Jorge que ficou em Portugal, foi criado pelos avós.
Quando adulto, acaba descobrindo um curioso enigma que fora deixado pelo fugitivo.
Isso provocou uma busca incessante pelo pai fugitivo.
A história se assemelha um pouco com o personagem Sherlock Holmes dos livros de Conan Doyle, porque a cada enigma descoberto, acontecia outro mistério.
Livro bem construído. Leitura boa.

Marcio Mafra
20/06/2021 às 18:32
Brasília - DF
A historia baseada em fatos reais, da família Marnoto, cujo pai fugiu de Portugal para não ser convocado a prestar serviço ao exército português durante as guerras das colônias. Fugiu para o Brasil. Deixou escrito e escondido um enigma na casa de seus avós, cujo enigma foi descoberto pelo Jorge Marnoto, o filho do fujão.
Marcio Mafra
20/06/2021 às 18:32
Brasília - DF
- E agora, Jorge, vou contar-te, em traços largos, o que foi a Inconfidência Mineira. Foi um movimento de rebelião política, nos fins do séc. XVIII, visando a independência do Brasil. O descontentamento alastrou na capitania de Minas Gerais, quando a coroa portuguesa quis lançar uma derrama injusta sobre o povo. - E com certeza, com razão ... - É que a capitania tinha a obrigação de pagar à coroa cem arrobas em ouro por ano, correspondente a um quinto do provável rendimento anual. Era tão odiento este ónus que o povo lhe chamava "o quinto dos infernos", expressão que ainda hoje se mantém quando se quer mandar alguém para um lugar desagradável. Porém, porque algumas minas se teriam esgotado ou porque alguém estivesse enchendo os bolsos, desde há anos a capitania vinha só pagando 42 arrobas, sentindo-se a Real Fazenda defraudada. Daí a derrama, que devia corresponder à diferença. Então, um grupo de homens ilustres de Minas que tinham motivos de queixa contra a administração portuguesa, ou que eram devedores do erário real, começou a reunir-se. - E um dos ilustres era Tomás António Gonzaga, o poeta da Marília de Dirceu, com quem chegou a ter casamento ajustado. - Exactamente. Mas não chegaram a casar porque ele foi degredado para Moçambique. Como eu já disse, houve um traidor que fazia parte do grupo. Era o contratador tenente coronel Joaquim Silvério dos Reis, que devia grossas somas e denunciou tudo ao governador, visconde de Barbacena, em troca do perdão da dívida. - E o resultado disso tudo? - Um horror! Vários foram condenados à morte, pena depois comutada para degredo perpétuo. O único a sofrer a pena de morte foi Tiradentes, que assumiu toda a responsabilidade do movimento. Depois de enforcado, o corpo foi cortado aos pedaços que foram espalhados pelo caminho desde o Rio a Minas. Disse, então, a coroa que era para servir de exemplo. - E os outros? - Um dos inconfidentes, Cláudio Manuel da Costa, enforcou-se na prisão. Um outro, lnácio Alvarenga Peixoto, morreu no degredo em Ambaca. Era casado com uma mulher lindíssima, Bárbara Heliodora, poetisa e também vítima da Inconfidência. - Agora entendo a referência ao deste mar de Bárbara. Naquela época, uma mulher entrar numa conjura ... , devia ser uma mulher de armas, de têmpera rija ...

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Marcio Mafra
20/06/2021 às 18:32
Brasília - DF
Em abril de 2018, estive em Santarém, Estado do Pará. Pesquisei uma livraria local e trouxe diversos livros. Não me recordo o nome da livraria. O proprietário estava no local e ele pessoalmente me recomendou alguns autores locais. Entre eles: Varandas Para o Atlântico, do autor Sousa Dias.

 

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