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A Outra Metade do Céu

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A Outra Metade do Céu

Livro Excelente - 5 comentários

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Autor: Zildete Melo  

Editora: Confraria do Vento

Assunto: Crônica

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 211

Ano de edição: 2020

Peso: 280 g

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Excelente
Nildete Silva de Melo
07/07/2021 às 23:20
Boa Vista - RR
A escrita da Zildete me fez ter outro olhar sobre o gênero crônicas. É emocionante e divertido, dois importantes ingredientes de uma boa leitura. É um livro pra ser degustado. Cada fatia tem um sabor diferente. Difícil escolher a melhor parte, mas a "Noite de estreia" é uma das minhas preferidas.

Excelente
Aline Marine
07/07/2021 às 19:24
Ceilândia - DF
Ler este livro é como sentar-se ao lado de um sábio contador,
E ao ouvir suas histórias, sorrimos, choramos, sonhamos, amamos.
A autora Zildete, consegue nos fazer refletir sobre comportamentos
Cotidianos e nos inspira a olhar a beleza e valores da vida onde eles
Realmente existem.
Excelente leitura, lindas experiências❤️

Excelente
Graziela Costa
06/07/2021 às 18:57
Fortaleza - CE
Concordo completamente com os comentários sobre o livro , a escritora é de uma genialidade instigante. Amo sua escrita e as crônicas são de devorar rapidamente.
Viva a escrita feminina. Viva Zildete!
Ansiosa pela sua próxima publicação.


Excelente
F. Mafra
05/07/2021 às 21:34
Brasília - DF
A OUTRA METADE DO CÉU – Zildete Melo

É um livro de crônicas de uma brasiliense de coração.
Quem nasceu ou mora em Brasília vai se sentir dentro das estórias.
Eu nem gosto muito de crônicas, gosto mais de estória com enredo, início, meio e fim, mas me surpreendi com um cisco dentro do olho, a causar uma ou duas lágrimas em várias delas, como em “quem não tem, não tem pra dar”.
Tentando separar qual a que mais gostava, fui dobrando as orelhas das páginas (a maçã não cai longe da árvore), mas depois desisti, estava quase tudo dobrado!
Quando acabei, li rápido, livro pequeno, resolvi começar de novo, e me emocionei, sorri e chorei, tudo de novo.
Zildete é uma escritora talentosa, fala com o leitor como se estivesse na sala da casa dela.
É espirituosa, divertida, generosa, fatalista, exagerada, mãe e avó, o que já explica todos os adjetivos anteriores.
Gostei demais de tudo e me identifiquei em quase todas as histórias, mas a primeira, “Brincando de Existir”, narrando como o Ângelo se enroscou todo para contar para a mãe uma novidadezinha, me deixou tão sensibilizada que resolvi ouvir a música Promete, da Ana Vilela, citada pela Zildete com tanta propriedade e acabei derretendo de vez.
Leiam!

“ Admiro a capacidade de converter dor em força e perda em esperança que observo na mulher. Sorte daqueles que assim entendem e buscam estar atentos ao enriquecedor e multifacetado universo yin onde habitam Fridas, Clarices, Pagus, Camilles, Marias...”

Excelente
Marcio Mafra
05/07/2021 às 21:28
Brasília - DF
Zildete Melo possui o raro talento de escritora.
Autores há muitos, escritores nem tanto.
Através do olhar arguto de mulher apaixonada, contemporânea, bem humorada, crítica e com emoção à flor da pele ela descreve coisas, fatos e os acontecimentos nossos de cada dia.
Como se estivesse à mesa de um bar, ou na intimidade da sala de visitas, suas crônicas fluem despretensiosas, carinhosas, delicadas, arrojadas, rasas ou profundas, simples ou exageradas.
São 83 crônicas que tratam de coisas da cidade, da família, da amizade, de gente conhecida e desconhecida, perpassando almas, lugares, raças, cores, inteligências, amores, dores e fantasias.
Se a história é boa.... o livro é excelente. Leitura imperdível.

Marcio Mafra
05/07/2021 às 21:28
Brasília - DF
São 83 Crônicas escritas pelo talento de extraordinária e competente contadora de histórias, intimista, corajosa, amorosa e destemida.
Marcio Mafra
05/07/2021 às 21:28
Brasília - DF


TODOS OS BEIJOS POSSÍVEIS.


Cada pessoa no seu universo particular guarda um acervo de memórias das dores experimentadas, dos amores celebrados e desilusões sepultadas na jornada.

Cada pessoa carrega nos alforjes da alma os temores da infância, os tremores da juventude, os terremotos da fase adulta.

Cada pessoa é também seu passado, seus livros, seus risos, seus filhos e a dores dos filhos seus; seus enganos, seus planos, sonhos e assombros; e o modo como sente a temperatura do mundo, como se comporta diante do imponderável, como lida com triunfos e derrotas; como concebe a vida e a implacável finitude de tudo e todas as contradições que a vida abriga.

Por isso a possibilidade de um novo amor é sempre uma expedição para lugares desconhecidos, uma aventura para a qual nunca estamos suficientemente prontos.

Ou o momento é certo e a pessoa errada ou a pessoa é certa e o momento errado e outros descompassos reais ou inventados que explicam o não arriscar a pele noutro romance.

Toda nova história implica inevitável estranhamento que faz uns desistirem e outros insistirem.

Pertenço claramente ao segundo grupo, pois acredito no encontro para além da colisão.

Aposto na troca.

Prefiro mil vezes que uma história chegue ao fim a ela nunca ter começado. Guardo significação. Para alguma outra coisa deve servir essa tal maturidade, além de conferir mechas pratas aos meus cabelos e marcas de expressão no meio da testa.

E uma delas é não exigir garantias ou atestado de permanência.

Não porque não queira permanecer.

Quando me apaixono, quero desesperadamente eternizara relação, mas por saber que nenhum atestado garante permanência.

Prefiro presença, ainda que a presença desarrume um pouco as coisas, tire algo do lugar, exponha a poeira que se escondia atrás da solidão.

Muitas vezes é mais simples permanecer sozinho, mas estar sozinho é uma festa na prisão. O tempo, a falta de tempo, o tempo que falta, a incomunicabilidade, as ausências e tudo que não se pode controlar, conter, tocar... Haverá sempre algo que conspira para nos separar.

Portanto, celebremos o que nos une.

Hoje. Agora. Já.

Porque a vida da qual a gente não se dá conta também conta.

E ela e nosso tesão vão se esgotar.

 


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Marcio Mafra
05/07/2021 às 21:28
Brasília - DF
Rafael Canivello, amigo chegado, durante o pandemônio do corona-vírus, em maio de 2021, me presenteou um livro, da autora Zildete Melo. Ela escreveu na página de rosto: “Marcio Mafra que este A Outra Metade do Céu seja o encontro possível nesses tempos impossíveis. Com um abraço Zildete”.

 

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