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A Razão Africana

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A Razão Africana

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Autor: Muryatan S. Barbosa  

Editora: Todavia

Assunto: Ciências Sociais

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 216

Ano de edição: 2020

Peso: 320 g

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Ótimo
Marcio Mafra
21/07/2021 às 20:53
Brasília - DF
“A Razão Africana - Breve Historia do Pensamento Africano Contemporâneo" é um livro para não iniciados, digamos, na ciência social do pensamento atual da África.
O autor é um dos poucos estudiosos brasileiros que vêm se dedicando a interpretar a historia intelectual africana nos dias de hoje.
Ele demonstra que a África é um continente marcado pela diversidade que busca a auto definição, sem perder de vista a sua ancestralidade.
Ainda a que se estudar muito para que o mundo ocidental, especialmente os países: Inglaterra, Espanha, Portugal, EUA, América Central e do Sul consigam entender e respeitar os africanos e os afrodescendentes. Foram os negros que irrigaram com seu suor e sangue toda a economia desses países, tanto na Europa como nas Américas.
Este é um livro para o ajuste de nosso foco, porque não se trata de saber apenas o que os africanos pensam, mas o que eles têm a dizer ao mundo de hoje.
Livro ótimo.

Marcio Mafra
21/07/2021 às 20:53
Brasília - DF
Ensaio sobre os pensadores mais relevantes da história recente da África. Uma visão panorâmica – destinada principalmente aos não africanistas – sobre as diversas correntes de pensamento da África atual.
Marcio Mafra
21/07/2021 às 20:53
Brasília - DF
Houve uma época em que o nativo africano, criado à moda europeia, olhava para tudo europeu como absolutamente superior, e algo indispensável para a obtenção da maior felicidade e usufruto do Homem neste mundo, até mesmo para sua salvação além do túmulo. Ele olhou para o método europeu de acumular riqueza, a durabilidade e excitação do comércio, O sistema bancário, a possessão individualista [, . .].Mas uma vasta, triste e crescente experiência provou a ele, no que diz respeito à felicidade para si mesmo e para o Sucesso de sua prole, que essas coisas são apenas "cisternas quebradas que não podem conter água". [...] Nem um nativo civilizado que há cinquenta anos era rico em seu país no sentido europeu deixou qualquer descendente que hoje não viva de “mão para a boca”; e não há perspectiva de que as coisas sejam melhores no futuro. O africano está, portanto, rapidamente chegando a uma revisão de suas ideias imaturas anteriores sobre esse assunto. Há hoje centenas de africanos autodeclarados "civilizados" que estão retornando para si mesmos, como africanos. Eles compreenderam os princípios subjacentes à ordem econômica e social da Europa e os rejeitaram como não sendo iguais aos seus, por não prover os meios adequados às necessidades normais de todos os membros da sociedade presente e futura — desde o nascimento até a morte. Eles descobriram todos os locais de desperdício, toda a nudez do sistema europeu, tanto pela leitura como pela viagem. A grande riqueza não pode mais deslumbrá-los e ocultar de sua visão as vastas massas da população que vivem sob tal sistema que é supostamente ideal, mas que não garante nenhuma terra de uso para si ou para os outros, formando o grande número de seres humanos que vira, esses “produtos residuais” recrutados geração após geração.

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Marcio Mafra
21/07/2021 às 20:53
Brasília - DF
Em novembro de 2020, os jornais Correio Braziliense, Jornal do Brasil e Folha de S.Paulo traziam notas e matérias sobre o livro de Muryatan Barbosa, tratando de uma breve história do pensamento africano na atualidade. Não resisti e comprei “A Razão Africana” da Amazon ainda naquele mês.

 

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