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Superprevisões - A Arte e a Ciência de Antecipar o Futuro

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Superprevisões - A Arte e a Ciência de Antecipar o Futuro

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Autor: Philip E. Tetlock  

Editora: Objetiva

Assunto: Economia

Traduzido por: Cássio de Arantes Leite

Páginas: 317

Ano de edição: 2016

Peso: 720 g

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Bom
Marcio Mafra
23/07/2021 às 22:12
Brasília - DF
“Superprevisões - A arte e a Ciência de Antecipar o futuro” demonstra com muita lógica e pertinência que todos os nossos (ou dos outros) prognósticos sobre o futuro — são previsões do que provavelmente pode ou vai acontecer.
O autor Philip P. Tetlock em conjunto com outro cientista Dan Gardner deixam a descoberto os “não acontecimentos previstos”. Eles recrutaram via internet, quase 3000 voluntários, pessoas que tinham interesses em temas da atualidade. Durante os anos da pesquisa, os voluntários faziam previsões sobre determinados assuntos. Essas previsões de pessoas leigas eram comparadas com previsões de analistas de inteligência para ter sempre uma base de comparação. Os resultados de cada pesquisa são surpreendentes. Nunca acredite totalmente nas previsões futuras de qualquer tipo, por mais especialista que sejam os melhores previsores. Sempre haverá um que de adivinhação. Anote a previsão e depois confira o resultado, da mesma maneira como se procede com nos jogos de loterias.

Marcio Mafra
23/07/2021 às 22:12
Brasília - DF
Histórias e previsões de sucesso – que tratam de acontecimentos futuros - mesmo de especialistas famosos e gurus que movem mercados não são examinados, nem conferidas, posteriormente. Neste livro Philip E. Tetlock em conjunto com Dan Gardner demonstram – sem dó nem piedade – tanto as previsões como os resultados delas.
Marcio Mafra
23/07/2021 às 22:12
Brasília - DF
Está longe de ser incomum que uma previsão que no início parece tão clara quanto uma janela recém-lavada se revele opaca demais para ser conclusivamente avaliada como certa ou errada. Considere a carta aberta enviada a Ben Bernanke, na época diretor do Federal Reserve, em novembro de 2010. Assinada por uma longa lista de economistas e comentaristas econômicos, incluindo Niall Ferguson, historiador de economia de Harvard, e Amity Shlaes, do Council of Foreign Relatioris [Conselho de Relações Exteriores], a carta exorta o Federal Reserve a cessar sua política de compra de ativos em larga escala, conhecida como “flexibilização quantitativa”, porque “cria risco de aviltamento da moeda e inflação". O conselho foi ignorado e a flexibilização quantitativa continuou. Mas nos anos que se seguiram, o dólar não foi aviltado e a inflação não subiu. O investidor comentarista Barry Ritholtz escreveu em 2015 que os signatários da carta se mostraram “terrivelmente equivocados”. Muitos outros concordaram. Mas havia uma resposta óbvia: “Esperem. Ainda não aconteceu. Mas vai". Ritholtz e os críticos talvez argumentem que, no contexto do debate de 2010, os autores da carta esperavam aviltamento da moeda e inflação nos dois ou três anos seguintes caso a flexibilização quantitativa seguisse em frente. Talvez — mas não foi isso que escreveram. A carta não diz coisa alguma sobre o prazo. Não faria diferença se Ritholtz esperasse até 2014, 2015 ou 2016. Independentemente de quanto tempo passasse, alguém sempre poderia dizer: “Esperem só. Está quase”. Também não fica claro quanto o dólar teria de cair, e a inflação subir, para se considerar um “aviltamento da moeda e inflação”. Pior ainda, carta diz que dólar em queda e inflação em alta são um “risco”. Essa insinuação não e uma consequência lógica. Assim, se interpretarmos a previsão literalmente, ela está dizendo que o aviltamento e a inflação podem sobrevir ou não, o que significa que, caso não sobrevenham, a previsão não está necessariamente errada. Sem dúvida não foi isso que os autores pretenderam comunicar e não foi como as pessoas interpretaram o documento na época. Mas é o que está dito lá. Assim, eis aqui duas previsões do tipo que normalmente encontramos. Elas são as tentativas sérias, de pessoas inteligentes, de lidar com questões graves, O significado delas parece claro. Quando O tempo passa, sua precisão parece óbvia. Mas não é. Por vários motivos, é impossível dizer se essas previsões estão certas ou erradas além de toda discussão. A verdade é: a verdade e elusiva. Julgar previsões é muito mais difícil do que em geral se presume, uma lição que aprendi do jeito mais duro - com a extensa e exasperante experiência.

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Marcio Mafra
23/07/2021 às 22:12
Brasília - DF
Apenas a curiosidade - para tentar entender a previsibilidade do futuro - me fez comprar “Superprevisões – A Arte e a Ciência de Antecipar o Futuro.”

 

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