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A Terra Inabitável - Uma História do Futuro

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A Terra Inabitável - Uma História do Futuro

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Autor: David Wallace-Wells  

Editora: Companhia das Letras

Assunto: Ecologia e Meio Ambiente

Traduzido por: Cássio de Arantes Leite

Páginas: 375

Ano de edição: 2019

Peso: 720 g

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Bom
Marcio Mafra
24/07/2021 às 19:29
Brasília - DF
Uma história de futuro imediato que já está nos atingindo com as mudanças climáticas.
David Wallace-Wells faz uma narrativa, com riqueza de detalhes, que nos aproxima de todas as catástrofes que recairão sobre o planeta terra. Como no apocalipse citado na bíblia dos cristãos, haverá uma devastação criada por nós mesmos, todos os habitantes da terra, dos 5 continentes, dos 195 países e mais de 230 nações serão atingidos. Haverá uma mudança radical na forma como entendemos a vida e como viveremos nela. A terra inabitável é um cenário da devastação que trouxemos a nós mesmos, ainda que de uma forma genérica muita gente possa entender a crise provocada pelas mudanças climáticas, no entanto, falta ação. Muita ação. Livro bom e apavorante.


Marcio Mafra
24/07/2021 às 19:29
Brasília - DF
Uma história horripilante sobre os problemas climáticos que virão. Falta de água, escassez de alimentos, inexistência da pesca, enchentes, destruição de rios, nascentes e florestas são as principais mudanças que advirão atingindo todos os continentes – sem dó nem piedade - ainda neste século XXI. A terra ficará inabitável.
Marcio Mafra
24/07/2021 às 19:29
Brasília - DF
A aniquilação é apenas a cauda muito fina da curva normal muito longa do aquecimento, e não há nada que nos impeça de mudar de rumo para fugir dela. Mas o que reside entre nós e a extinção é bastante apavorante, e ainda nem começamos a contemplar o que significa viver sob tais condições — quais as consequencias para nossa política, cultura e equilíbrio emocional, nossa percepção da história e a relação com ela, nossa percepção da natureza e a relação com ela, do fato de que estamos vivendo em um mudo degradado por nossas próprias mãos, com o horizonte da possibilidade humana dramaticamente menos visível. Podemos ver ainda o surgimento de um deus ex machina climático ou, antes, construir um, na forma da tecnologia de captura de carbono ou geoengenharia, ou na forma de uma revolução no modo como geramos energia, elétrica ou política. Mas essa solução se é que a veremos um dia, virá à tona em um futuro sombrio distorcido por nossas emissões, como se por um glaucoma. Os intoxicados por séculos e séculos de triunfalismo ocidental, mais do que os outros, tendem a ver a narrativa da civilização humana como a conquista inexorável da Terra, não a saga de uma cultura insegura, crescendo de forma caótica e vacilante como bolor sobre sua superfície. Essa fragilidade, presente em tudo que os humanos podem causar ao planeta, é o maior insight existencial do aquecimento global, mas está apenas começando a abalar nosso triunfalismo; embora, há uma geração, se tivéssemos parado para contemplar as possibilidades, provavelmente não teríamos ficado surpresos em ver uma nova forma de niilismo político emergindo na região do mundo que já é a mais castigada pelo aquecimento global - o Oriente Médio —, manifestando-se ali em espasmos suicidas de violência teológica. Numa região que outrora já foi chamada, grandiosamente, de o “berço da civilização”. Hoje, o niilismo político se irradia por quase toda parte, mediante as inúmeras culturas que surgiram, ramificando-se a partir de suas raízes no Oriente Médio. Já ficou para trás a estreita janela de condições ambientais que permitiram ao animal humano evoluir, mas não apenas evoluir — essa janela contém tudo o que recordamos como história, valorizamos como progresso e estudamos como política. O que significará viver fora dessa janela, provavelmente bem longe dela? Esse ajuste de contas é o assunto deste livro.

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Marcio Mafra
24/07/2021 às 19:29
Brasília - DF
Em Agosto de 2019, a mídia especializada fez muita propaganda dos autores que participaram da FLIP 2019 que aconteceu em Paraty, Rio de Janeiro, entre 10 e 14 de julho. Era o PÓS FLIP, um movimento patrocinado pelos editores que precisavam vender os livros dos autores “convidados da Flip”. A conhecida Festa Literária Internacional de Paraty que acontece desde 2003, no ano de 2019 não teve o sucesso financeiro desejado. Era o primeiro ano do governo Bolsonaro, quando o Ministério da Cultura foi extinto logo no início do governo e recriado pouco depois, tendo sido cortadas grande parte das verbas destinadas no orçamento da União para a cultura. Também a economia em 2019 ainda capengava da recessão porque o país tinha recuperado apenas 30% do que fora perdido na crise política de 2016/2018. A crise fora provocada pelo impeachment da Presidente Dilma Roosevelt e do governo tampão Michel Temer. Então o PÓS EVENTO fez as editoras publicarem ou republicar: (1) Welcome To Copacabana do autor Ednei Silvestre (2) Se eu Fechar os Olhos Agora do autor Edinei Silvestre (3) Memórias da Plantação da autora Grada Kilomba (4) O Corpo Dela e Outras Farras da autora Carmen Maria Machado (5) Noites em Caracas da autora Karina Borgo (6) Uma Noite Markovitch da autora Aylet Gundar Goshen (7) Também os Brancos Sabem Dançar, do autor Kalaf Epalanga (8) Fique Comigo da autora Ayobani Adebayad, (9) Talvez Ester da autora Katja Petrowskaja (10) Redemoinho em Dia Quente da autora Jarid Arraes (11) No Armário do Vaticano do autor Frédéric Martel (12) Ideias para Adiar o Fim do Mundo do autor Ailton Krenac (13) A Terra Inabitável do autor David Walace Wels (14) Os Dias da Crise do autor Jerônimo Teixeira (15) Oráculo da Noite do autor Sidarta Ribeiro e ainda (16) A Mãe da Sua Mãe da autora Maria José Silveira. Comprei todos os 16 livros porque Livronautas não poderia deixar passar em brancas nuvens esta crise literária, econômica e política.

 

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