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Livro Ruim - 1 comentário

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Autor: Tom Clancy  

Editora: Record

Assunto: Romance

Traduzido por: Ronaldo Sergio de Biasi

Páginas: 700

Ano de edição: 1993

Peso: 655 g

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Ruim
Marcio Mafra
19/09/2005 às 13:43
Brasília - DF

John Kelly, o personagem principal, executa duas missões. Ambas dificílimas. Impossível conseguir êxito. Ele é o bom. Só americano pode gostar de uma balela destas.

São 700 paginas de puro heroísmo. Muito difícil de ser lido, sem que o leitor largue o livro de lado. Tão difícil como a missão do John é entender porque uma merda dessa empolga tanto ao americano comum, porque o americano de universidade também acha Clancy um idiota.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A história de John Kelly que enfrenta uma dupla missão, na guerra do Vietnã. Ambas perigosas. Uma é a vingança que ele pretende executar contra os assassinos de sua segunda mulher, inexplicável e barbaramente assassinada. A outra é uma operação de resgate de prisioneiros de guerra capturados no Vietnam. O Pentágono e o Governo Americano quer e precisa resgatá-los à qualquer preço.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Uma demonstração, por mais perfeita que fosse, não era suficiente, é claro. Repetiram o exercício nas quatro noites seguintes. Também ensaiaram duas vezes durante o dia, para que o posicionamento dos homens ficasse bem claro para todos. O grupo de resgate deveria correr para o bloco onde estavam os prisioneiros passando a apenas três metros da linha de fogo de uma metralhadora M-60. A topografia do campo tornava isso inevitável. Era o detalhe técnico mais perigoso de toda a missão. No final da semana, o grupo da operação Buxo Verde estava tão bem-treinado quanto era humanamente possível. Os soldados sabiam disso e os oficiais também. O treinamento não foi exatamente relaxado, mas estabilizou-se, para que os homens não ficassem excessivamente cansados nem a rotina os fizesse perder os reflexos. O que se seguiu foi a fase final dos preparativos. Durante os exercícios, os homens interrompiam a ação para trocar sugestões. As melhores idéias eram encaminhadas a um suboficial ou ao capitão Albie e freqüentemente incorporadas ao plano. Era importante que todos os membros do grupo sentissem que estavam participando do planejamento. Não havia outra forma de assegurar a confiança, não a fanfarronice tão freqüentemente associada às tropas de elite, mas o julgamento profissional mais profundo e muito mais importante que analisava, corrigia e tornava a corrigir até que todas as coisas estivessem nos seus lugares... e então parava.
Curiosamente, o ambiente nas horas de folga se tornara mais descontraído. Eles já sabiam qual seria a missão, e as brincadeiras pesadas, tão comuns entre jovens soldados, diminuíram. Assistiam à televisão, liam livros e revistas, esperavam pelo momento de entrar em ação, sabendo que do outro lado do mundo outros homens estavam esperando, também. No silêncio de vinte e cinco mentes humanas, perguntas estavam sendo formuladas. As coisas correriam bem? Caso a resposta fosse afirmativa,
que alívio todos sentiriam! Se fosse negativa... bem, tinham decidido há muito tempo que, ganhando ou perdendo, não recuariam diante daquele desafio. Havia maridos para serem devolvidos às suas mulheres, pais para serem devolvidos aos seus filhos, cidadãos a serem devolvidos à sua pátria. Em suma: um motivo nobre para arriscar a vida.
A pedido do sargento Irvin, o grupo foi visitado por capelães. Alguns se confessaram. Outros escreveram testamentos (apenas por via das dúvidas, explicaram, constrangidos). Durante esse período, os fuzileiros começaram a pôr de lado outros pensamentos e a se concentrar mais e mais em algo identificado apenas por um nome de código escolhido ao acaso. Cada homem ia até o local de treinamento para verificar posições e ângulos, em geral acompanhado pelo membro da equipe que estaria a seu lado durante a operação. Os dois praticavam juntos os movimentos que teriam que executar ao se aproximarem do campo ou depois que o tiroteio começasse. Cada homem tinha também uma rotina pessoal de exercícios, como correr dois ou três quilômetros, tanto para descarregar a tensão como para garantir que quando o dia chegasse estaria em perfeita forma. Um observador treinado notaria que eles pareciam sérios mas não tensos, concentrados mas não obsessivos, confiantes mas não pretensiosos. Outros fuzileiros em Quantico se mantinham a distância quando viam o grupo, curiosos a respeito do local de treinamento e dos horários estranhos, dos helicópteros Cobra e dos pilotos de salvamento da Marinha, mas um olhar para o grupo na floresta de pinheiros era toda a advertência de que necessitavam para engolir todas as perguntas. Alguma coisa muito especial estava acontecendo.
- Obrigado, Roger - disse Bob Ritter, na privacidade do seu escritório em Langley. Apertou um botão no telefone e discou um ramal interno. James? Bob. Temos sinal verde. Pode dar a partida.
- Obrigado, James. - Dutch Maxwell voltou-se na cadeira giratória e olhou para o painel de avião pendurado na parede, uma peça de alumínio do seu caça F6F Hellcat com várias bandeirinhas pintadas em fileiras, cada uma representando uma vítima de sua destreza. Era a sua pedra de toque pessoal para a profissão que escolhera. Escrevente Grafton chamou.
- Senhor? - Um suboficial apareceu na porta.
- Mande uma mensagem para o almirante Podulski, no Constellation: "Verde-Oliva."
- Sim, senhor.
- Mande buscar o meu carro e depois ligue para Anacostia. Vou precisar de um helicóptero daqui a quinze minutos.
- Sim, senhor.
O vice-almirante Winslow Holland Maxwell, da Marinha dos Estados Unidos, levantou-se e saiu pela porta lateral que dava para o corredor do anel externo. Sua primeira parada foi em um escritório no setor da Força Aérea.
- Gary, vamos precisar daquele transporte de que lhe falei.
- Não há problema, Dutch - respondeu o brigadeiro, sem fazer perguntas.
- Comunique os detalhes ao meu escritório. Estou de saída, mas pretendo ligar de hora em hora.
- Tudo bem.
O carro de Maxwell estava esperando na saída do rio, com um subtenente ao volante.
- Para onde vamos, senhor?
- Para o heliporto de Anacostia.
- Sim, senhor.
O subtenente engrenou uma primeira e tomou a direção do rio. Não sabia do que se tratava, mas devia ser alguma coisa importante. O Velho estava tão lépido quanto sua filha quando ia se encontrar com o namorado.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Pires me presenteou este livro.


 

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