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Escravidão Volume II Da Corrida do Ouro em Minas Gerais Até a Chegada de Dom João ao Brasil

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Escravidão Volume II Da Corrida do Ouro em Minas Gerais Até a Chegada de Dom João ao Brasil

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Autor: Laurentino Gomes  

Editora: Globo

Assunto: História

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 525

Ano de edição: 2021

Peso: 1.200 g

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Excelente
Marcio Mafra
09/08/2021 às 14:41
Brasília - DF
Escravidão – Este segundo volume do festejado e premiado Laurentino Gomes, abrange os fatos da escravidão desde o tempo da corrida do ouro em Minas Gerais até a chegada da corte de dom João ao Brasil. História passada em cem anos, durante o século XVIII.

Em apenas cem anos, mais de 6 milhões de pessoas negras foram traficadas da África. Desse total, nada menos que 2 milhões vieram para o Brasil.
Até o final do século XVIII já se contava 350 anos de escravidão.

O Brasil é uma nação criada nos resquícios da escravidão.

Aqui no Brasil, negros são minorias tanto no serviço público, como nas universidades onde o estudo é gratuito. Mesmo decorridos mais de 130 anos da abolição da escravatura, como em Luanda, Angola, Benim, Cabo Verde os negros ainda recebem salários menores do que os brancos, são mais perseguidos pela polícia e ocupam funções de pouca ou nenhuma qualificação no mercado de trabalho.
Os negros são maiorias, somente nas favelas e periferias das grandes cidades, onde convivem com a pobreza cidadã.
Nas favelas, que atualmente são chamadas de comunidades, falta água tratada, esgoto, energia elétrica, arruamento, serviço de águas pluviais, transporte público, delegacias de polícia, serviço de bombeiros, escolas publicas ou privadas, postos de saúde, clinicas ou hospitais e os mais modestos espaços para lazer. Serviços ou comércio é primário. Vicejam o tráfico de entorpecentes, contrabando de armas e milícias que dominam qualquer atividade. Sobra - com muita fartura - apenas o abandono do Estado.

A dor, a tristeza e o sofrimento decorrente do negócio negreiro, ainda repercutem nas milhares de favelas, ou comunidades, espalhadas pelo Brasil.

Desde a invasão do Brasil pelos europeus em 1500, e aproximadamente durante mais de 400 anos, a economia brasileira foi irrigada com o sangue, o suor, a força e a vida dos escravos, com indeléveis reflexos na sociedade, na cultura, na política e na economia.

Leitura densa. Fatos históricos levantados em pesquisas de há muitos anos. Livro excelente.


Marcio Mafra
09/08/2021 às 17:02
Brasília - DF
Escravidão é o 1º volume da história que abrange um período de 250 anos, desde o primeiro leilão de escravos africanos em Portugal, de 8 de agosto de 1.444, até a morte de Zumbi dos Palmares, em 20 de novembro de 1.695. Este Volume II conta a historia dos cem anos seguintes da Escravidão, quando os traficantes arrancaram da África neste período, nada menos que 6 milhões de pessoas negras, entre homens, mulheres e crianças. 4 milhões foram para Europa, América do Norte, América Central e 2 milhões vieram para o Brasil.
Marcio Mafra
09/08/2021 às 17:02
Brasília - DF
"Quem quiser tirar proveito dos seus negros, há de mantê-los, fazê-los trabalhar bem e surrá-los melhor."Johannes de Laet, diretor no Brasil da Companhia Holandesa das Índias Ocidentais. Uma especialização branca bem desenvolvida desde os primórdios da colônia brasileira foi a escrita de tratados sobre a maneira mais eficiente de castigar escravos. A historiadora Sílvia Hunold Lara observou que esses textos se constituíam em "uma verdadeira ciência da dominação senhorial”. No seu mais alto refinamento, descia a detalhes na execução do castigo, estabelecendo regras para que fosse eficiente na "economia cristã dos senhores no governo dos escravos", segundo expressão usada pelo padre jesuíta Jorge Benci. “Regrado, medido, com instrumentos próprios e técnicas selecionadas, o castigo aparece com i toda sua força nas palavras desses autores setecentistas", escreveu a historiadora. "Alimentado, vestido, doutrinado, o escravo existia para trabalhar; para produzir. Mas isso não era decorrência natural. Era preciso incita-lo ao trabalho; era preciso castiga-lo. Castigar era submeter, dominar, [...] domar a rebeldia, manter o escravo na sua condição de escravo."‘ Castigar, segundo a ideologia da violência no Brasil escravista, não era visto como uma forma de vingança contra o escravo ou reparação moral do crime ou infração que havia cometido. Era, principalmente, uma eficiente forma de controle social, destinada a servir de exemplo aos demais cativos, Por isso, muitas sessões de açoite eram executadas em praça pública, com o escravo amarrado no pelourinho, o símbolo do poder régio nas vilas do Brasil colonial, como mostram os famosos quadros e ilustrações de Jean-Baptiste Debret e Johann Morítz Rugendas do começo do século XIX. Segundo uma descrição do antropólogo alagoano Arthur Ramos, nas cidades, os açoites eram um espetáculo anunciado publicamente pelos rufos do tambor. Em seguida, a multidão se reunia na praça do pelourinho para assistir ao chicote do carrasco abater-se sobre o corpo do escravo condenado, que ali ficava exposto à execração pública. Excitadas, as pessoas aplaudiam, enquanto o chicote abria estrias de sangue no dorso nu do negro para servir de exemplo aos demais. No imaginário escravista, o castigo, além do seu caráter educativo e pedagógico, era também uma maneira de disciplinar e organizar a força de trabalho cativa. Para isso, o Senhor não perdia de vista que o escravo era um ativo econômico, uma máquina produtiva que não poderia ser perdida ou desperdiçada inutilmente. Matar um escravo numa sessão de açoite significaria uma perda considerável de investimento. Caso ficasse ferido, era preciso curá-lo com a maior celeridade, para que não se perdesse sua capacidade de trabalho por muito tempo. Por isso, após as sessões de açoite, aplicavam-se sobre as feridas misturas consideradas cicatrizantes, como salmoura (uma combinação de água morna com sal), suco de limão, vinagre, pó de carvão moído ou mesmo urina. As instruções de um senhor de engenho de Pernambuco ao seu feitor, em 1663, estipulavam: O castigo que se fizer ao escravo não há de ser com pau nem tirar-lhe com pedras nem tijolos, e quando o merecer o mandará botar sobre um carro, e dar-se-lhe-á com um açoite seu castigo, e depois de bem açoitado, o mandará picar com uma navalha ou faca que corte bem e dar-lhe-á com sal, sumo de limão, e urina e o meterá alguns dias na corrente, e, sendo fêmea, será açoitada [...] dentro de uma casa com o mesmo açoite. Por fim, o castigo era considerado uma prerrogativa do senhor, que, idealmente, deveria ministra-lo pessoalmente ou orientar alguém encarregado de executar essa tarefa ― como um feitor. No século XIX, essa tarefa foi gradativamente sendo transferida para o Estado, especialmente nos grandes centros urbanos, onde havia locais e autoridades designados exclusivamente para esse fim. Nas chamadas casas de correção, caso do prédio conhecido até hoje como Calabouço, no Rio de Janeiro, havia espaços especificamente destinados ao castigo dos escravos que para lá eram mandados a fim de serem punidos por desobediência ou faltas pequenas. Ali, sempre que os senhores assim o desejassem, os cativos eram recebidos a qualquer hora do dia ou da noite e registrados. No livro caixa eram anotados os custos dos serviços judiciais, que incluíam o açoite e a permanência dos escravos no local, e que depois seriam reembolsados pelo seu dono. Tal cuidado burocrático, na interpretação da historiadora Kátia Mattoso, demonstra que os castigos obedeciam a critérios racionais, tornando-se assim eficientes enquanto mecanismos de dominação, exploração e controle sobre o corpo e a mente de milhões de homens e mulheres negros. Dessa maneira, criavam e alimentavam uma sociedade na qual as atitudes senhoriais objetivavam a continuidade do sistema. A legislação colonial era repleta de contradições no que dizia respeito à segurança física dos cativos. Nem sempre o que estava na letra dos códigos legais valia na prática. Em Portugal, as ordenações filipinas, do século XVI, consideravam crime a morte de um escravo por seu senhor. Os castigos deveriam ser moderados e proporcionais à falta cometida, mas quem iria arbitrar isso nas imensidões ermas e distantes do Brasil colônia, em que fazendeiros, senhores de engenho e mineradores de ouro e diamante eram, na prática, a lei? A lista dos instrumentos de castigo utilizados em escravos no Brasil, já citada no primeiro volume desta trilogia, era impressionante. Arthur Ramos os classificou em três categorias: os de captura e contenção, os de suplício e os de aviltamento. Para prender os escravos, eram usadas correntes de ferro, gargalheiras (que se prendiam ao pescoço), algemas, machos e peias para os pés e as mãos, além do tronco, que era um pedaço de madeira dividido em duas metades com buracos nos quais se introduziam a cabeça, os pés e as mãos dos cativos. A máscara da folha de flandres servia para impedir o escravo de comer cana, rapadura, terra ou engolir pedras de diamante e pepitas de ouro. Os anjinhos ― anéis de ferro que comprimiam os dedos polegares — eram usados para obter confissões. Nos açoites aplicava-se a palmatória ou o bacalhau ― um chicote de cabo curto, de couro ou madeira com cinco pontas retorcidas. Fugitivos eram marcados com ferro em brasa com a letra F no rosto ou nas costas ou obrigados a usar o libambo, uma argola de ferro que lhes era presa ao pescoço, com uma haste apontada para cima, às vezes equipada com chocalhos, para denunciar os movimentos do escravo. "A vida do negro escravo desde a sua captura na África até o trabalho nas plantações do Novo Mundo foi uma longa epopeia de sofrimento", escreveu Arthur Ramos. "Séculos inteiros assistiram ao martírio e ao trucidamento, à tortura de milhões de seres humanos." Em 1692 o padre jesuíta Barnabé Soares escreveu um "regimento" para regular a vida no engenho Pitanga, na Bahia, no qual se previa pena de até 24 açoites para crimes comuns cometidos por cativos. "Para trazer bem domados e disciplinados os escravos, é necessário que o senhor lhes não falte com o castigo, quando eles se desmandam e fazem por onde o merecerem", ecoava alguns anos mais tarde o também jesuíta Jorge Benci. "Não é crueldade castigar os servos, quando merecem por seus delitos ser castigados, mas antes é uma das sete obras da misericórdia, que manda castigar os que erram. [...] Haja açoites, haja correntes e grilhões, tudo a seu tempo e com regra e moderação devida; e vereis como em breve fica domada a rebeldia dos servos". Os jesuítas não eram apenas teóricos do regime escravista. Eram eles próprios donos de fazendas com milhares de escravos em todo o Brasil. Os holandeses, que ocuparam parte do Nordeste brasileiro entre 1624 e 1654, seguiam a mesma fórmula. "Quem quiser tirar proveito dos seus negros, há de mantê-los, fazê-los trabalhar bem e surra-los melhor; sem isso não se consegue serviço nem vantagem alguma", recomendava Johannes de Laet, diretor no Brasil da wic, durante o governo do conde de Maurício de Nassau em Pernambuco. Entre todos os instrumentos de tortura, nenhum era tão popular nas sociedades escravocratas quanto o chicote. Leis, regulamentos e manuais recomendavam em detalhes o número de açoites prescritos em cada caso, segundo a gravidade do delito cometido pelos escravos. As ordenações vigentes na época colonial prescreviam que os açoites não ultrapassassem 120, regra que, em geral, os fazendeiros e mineradores não cumpriam. Diferentes cartas régias emitidas entre 1642 e 1688 recomendavam que os fazendeiros que castigassem seus escravos de forma desumana fossem obrigados a vendê-los (supostamente a outro senhor mais comedido ou benévolo). Essas ordens foram todas anuladas em 1689, com a desculpa de que delas "resultariam grandes inconvenientes a meu serviço e à conservação dessas conquistas", segundo as palavras do próprio rei de Portugal, Pedro II. Nas décadas seguintes, a Coroa voltou a emitir diversas recomendações para que houvesse moderação no tratamento dos escravos. Discurso semelhante era repetido com insistência entre os ideólogos da escravidão no meio religioso. "Para que o castigo dos escravos seja pio, e conforme a nossa religião, e cristandade, é necessário que se ministre com prudência, excluídas todas as desordens, [...] para o que deve ser bem ordenado quanto à qualidade, bem ordenado quanto a quantidade", escrevia o padre Manoel Ribeiro Rochaf Jorge Benci recomendava que o número de açoites nunca ultrapassasse quarenta por dia, de modo a não mutilar o escravo nem o incapacitar para o trabalho. Nada disso impediu a brutalidade das sessões de castigo, aplicadas em geral nas fazendas e lugares ermos do interior, longe das vistas das autoridades. Na metrópole, a Coroa tentava intervir, regular, fiscalizar, mas, nas fazendas e áreas de mineração, o que prevalecia era o julgamento sumário do colonizador escravocrata. "Os critérios de avaliação das penas e de aplicação dos castigos ficavam quase sempre ao arbítrio do senhor, mas sua execução dependia da índole dos feitores e estes, não raro, se excediam ao aplica-los", observou a historiadora Emília Viotti da Costa. No século XVIII havia notícias de sessões de duzentas, trezentas e até quatrocentas chibatadas. Líderes de quilombos em geral recebiam trezentos açoites por dia. Eram também inúmeros os casos de torturas e maus-tratos, que muitas vezes resultavam na morte do escravo. Raros eram aqueles que recebiam a intervenção das autoridades ou tinham os culpados devidamente punidos. Em 19 de janeiro de 1788, Joaquim, escravo de Bento José Rabelo, foi encontrado com a garganta degolada em um tronco da fazenda. Convocado a prestar depoimento, o feitor Manoel Gomes explicou que Joaquim era fugitivo contumaz e tinha o hábito de incentivar os demais escravos da fazenda a também fugir. Por isso, fora imobilizado no tronco e açoitado por três dias consecutivos, recebendo cem chibatadas no primeiro, oitenta no segundo e sessenta no terceiro. No quarto dia, ainda preso ao tronco, foi encontrado degolado com uma navalha junto ao corpo. Trinta e duas testemunhas foram convocadas a depor, incluindo quatro senhores de engenho vizinhos da fazenda. Todos corroboraram a versão do feitor. Conclusão do inquérito que arquivou o caso: suicídio.‛° A história de um dos casos mais bárbaros de sevícias foi recuperada nos arquivos da Torre do Tombo, em Lisboa, pelo antropólogo baiano Luiz Mott." São os autos de uma denúncia feita à Inquisição Portuguesa por José Ferreira Vivas, em meados do século XVIII. Ele acusava o mestre de campo Garcia d’Ávila Pereira Aragão, da ilustre Casa da Torre, na Bahia, pelas "heresias que fez aos seus escravos”. 0 manuscrito, de doze folhas, dizia que Garcia d’Ávila colocava "ventosas com algodão e fogo nas partes pudendas" das escravas. Uma delas, surpreendida enquanto dormia fora de hora, teve uma vela acesa inserida "pelas suas partes venéreas". Certa vez, usara uma torquês de sapateiro para arrancar "de uma só vez" chumaços de cabelo de uma mulher. A um menino, ele "deitava e pingava dentro da via" (o ânus) cera derretida. Uma menina tivera o rosto queimado por um tição em brasa e, em outra ocasião, fora obrigada a engolir um pedaço de doce fervente. Um escravo fora açoitado por três horas seguidas e, depois, pendurado pelos pulsos, por mais duas horas, com um peso enorme atado aos testículos e torniquetes (anjinhos) presos aos dedos dos pés. Outro, suspenso pelos pulsos e tornozelos, fora açoitado por seis a sete horas, sem interrupção. Quando desmaiava, punam-lhes sal e limão nos olhos e água nas nádegas. Passou uma noite inteira preso às correntes. No dia seguinte, foi exposto ao sol, nu, com uma argola no pescoço, sem água e sem comida, até o anoitecer. Havia ainda casos de cativos flagelados com rabo de arraia, com chicote de açoitar cavalos, dependurados de cabeça para baixo, recebendo surras seguidas de 240 açoites. Casos como esse ilustram a contradição no regime escravista brasileiro, já citada acima. Segundo a lei portuguesa, o senhor tinha a prerrogativa de castigar o escravo. Porém, se errasse a mão e exagerasse na dose dos suplícios, poderia ser denunciado à justiça e, eventualmente, também punido. Ocorre que punir um senhor de escravos seria também desestabilizar a relação entre ele e seus cativos. Seria tirar-lhe a legitimidade na preservação da ordem e na aplicação da lei dentro de seus próprios domínios. E, principalmente, servir de mau exemplo para o restante da escravaria, que se sentiria estimulada a buscar no Estado proteção contra as violências inerentes ao sistema de que era vítima no dia a dia. Ciente disso, ao ser informado, em 1698, de que os senhores costumavam prender seus escravos com algemas e argolas de ferro, o rei de Portugal pediu providências ao governador do Rio de Janeiro, recomendando, porém, que parecessem "prudentes e eficazes", de modo a não causar "alvoroço aos povos" e que "se consiga o fim que se pretende sem ruído ou alteração dos mesmos escravos". Portanto, manter a ordem escravista implicava não fazer movimentos bruscos que pudessem desequilibra-la. Em nome dos princípios cristãos e da justiça na aplicação das leis, era preciso evitar castigos excessivos, que parecessem desproporcionais ou exagerados, sem que isso excitasse a rebelião dos escravos ou lhes desse alguma esperança de alívio na vida em cativeiro.

Nenhuma informação foi cadastrada até o momento.

Marcio Mafra
09/08/2021 às 17:02
Brasília - DF
Jornais, revistas, rádio e televisão em setembro de 2019 festejavam o lançamento de Escravidão - Volume I, do não menos festejado Laurentino Gomes. O jornal Valor Econômico, caderno Eu & Fim de Semana de 18 outubro de 2019 pela letra de Marina Della Valle publicava: "Laurentino arrebatou um séquito de leitores ao examinar momentos cruciais da história brasileira no século XIX. Foram 2,5 milhões de exemplares vendidos . "Escravidão" já estreou na lista dos best-sellers e é o primeiro de mais uma trinca de livros (os outros dois estão programados para 2020 e 2021), desta vez de dicados a uma ferida ainda aberta na história do Brasil e do mundo" Atrasado - talvez devido a epidemia do Covid -, aqui está em 2021 o segundo volume, que estava programado para o ano passado.,

 

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