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Amantes - Uma História da Outra

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Amantes - Uma História da Outra

Livro Bom - 2 comentários

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Autor: Elizabeth Abbott  

Editora: Editorial Record

Assunto: Romance Histórico

Traduzido por: Clóvis Marques

Páginas: 670

Ano de edição: 2016

Peso: 1.150 g

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Ótimo
F. Mafra
22/08/2021 às 19:29
Brasília - DF
Amantes - Uma História da Outra.
Livro bastante interessante.

Apesar do título sugestivo, não é uma estória de romance, mas uma história sobre as amantes em seu sentido literal, quer dizer, sobre amores extraconjugais verdadeiros, ocorridos desde a antiguidade até os dias atuais.

Elizabeth Abbott fez uma pesquisa magnifica sobre os dados que se tem acerca do assunto, em revistas, livros, reportagens, alguns bem conhecidos, como o caso do Príncipe Charles e Camilla Parker, mas com uma riqueza de detalhes encantadora.

A leitura, em alguns capítulos, torna-se um pouco monótona, não por falta de brilho da escritora, mas porque os fatos sempre se repetem, e essa é a grande sacada.

Até hoje se tem notícia das amantes, como aquela pessoa que mantem um relacionamento ilícito com alguém comprometido, todavia, atualmente, às amantes já se reserva até mesmo parcelas de direitos antes destinadas apenas as esposas.

A escritora também faz um paralelo entre o psicológico das amantes antigas e as atuais, e até as esposas, a forma como a mulher moderna se comporta, tudo de uma forma natural, de fácil compreensão, leitura fácil, muito didática.

No fim, o que vale é o amor, é ficar junto, é espantar a solidão, é se emocionar, é ter alguém para desabafar, não importa que tipo de amor se viva, se entre pessoas do mesmo sexo ou não, se de relações ilícitas ou não. Como fala a música do Grupo Raça, “o amor, faz a gente enlouquecer, faz a gente dizer coisas, para depois se arrepender, mas depois, vem aquele calafrio e o medo da solidão, nos faz perder o desafio...”.

Vale a leitura!

Bom
Marcio Mafra
22/08/2021 às 19:19
Brasília - DF
A autora de Amantes narra a intimidade das mulheres através dos séculos, desde o tempo das concubinas chinesas até às amantes reais europeias, além das esposas clandestinas de clérigos.
Passa também pelas garotas de programa dos mafiosos, mas trata muito bem do poder das amantes modernas e atuais como Camilla Parker, que era amante do príncipe Charles até a morte de Lady Day, quando se tornou esposa do príncipe.
Kennedy tinha amante. Bill Clinton tinha a Monica Lewinsky.
Em resumo o livro trata de infidelidade, traições, amor, poder, beleza e muita riqueza .
É um romance histórico. Livro muito bom.

Marcio Mafra
22/08/2021 às 19:19
Brasília - DF
História das mais poderosas e famosas amantes, desde a antiguidade até o século XXI. Da luxuria ao amor, do dinheiro ao poder, o livro esclarece as motivações e as virtudes das amantes.
Marcio Mafra
22/08/2021 às 19:19
Brasília - DF
Em todas as sociedades, em todos os tempos, O hábito do casamento arranjado tendia a gerar amantes e concubinato, pois os pais e outros parentes escolhiam os cônjuges dos filhos por motivos econômicos ou para consolidar a família, os negócios ou alianças políticas, geralmente considerando o amor romântico um elemento irrelevante, egoísta e às vezes até traiçoeiro um relacionamento conjugal. Esperava―se que maridos e esposas coabitassem e funcionassem como uma unidade econômica, gerando e criando filhos. Não vinha ao caso que tremessem de emoção ao toque um do outro, se adorassem ou preenchessem reciprocamente suas necessidades emocionais. Às vezes o amor romântico podia até acontecer com o tempo, mas na maioria das vezes a consideração, a tolerância e a resignação eram o máximo que se podia esperar, e muitos casamentos se revelavam terrivelmente infelizes. Praticamente todas as sociedades, à parte as mais puritanas, permitiam que os homens que não se dispusessem a reprimir ou sublimar seus impulsos românticos e libidinosos os satisfizessem fora do casamento, com amantes ou concubinas. Já as mulheres quase sempre eram desencorajadas desse tipo de desvio, sendo punidas severamente quando apanhadas. Muitas, no entanto, iam em frente, assumindo o risco. O abismo intransponível das diferenças de classe e casta também gerou amantes que em outras condições poderiam ter sido esposas. Santo Agostinho, bispo de Hipona no século IV aceitava a proibição da sociedade norte―africana de sua época contra o casamento com pessoas de classe inferior, e assim vivia com a mulher que amava, de uma classe mais baixa, como concubina. Ao decidir casar—se, sua mãe encontrou para ele uma jovem bem—nascida.

Nenhuma informação foi cadastrada até o momento.

Marcio Mafra
22/08/2021 às 19:19
Brasília - DF
Não há nada a registrar porque comprei esse livro – nem sei a data – apenas pelo título.

 

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