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A História de Edgar Sawtelle

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A História de Edgar Sawtelle

Livro Ruim - 1 comentário

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Autor: David Wroblewski  

Editora: Intrínseca

Assunto: Romance

Traduzido por: José Rubens Siqueira

Páginas: 524

Ano de edição: 2009

Peso: 750 g

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Ruim
Marcio Mafra
23/12/2021 às 19:11
Brasília - DF
(Transcrito em partes do site “O Poderoso Resumão”, por Patricia em 14/dez/2013)
Edgar tem uma vida singular e apesar de ele próprio ser uma criança diferente – por ser mudo mas não surdo – seus pais criam uma atmosfera de normalidade e incluem o pequeno Edgar na rotina da criação e treinamento dos cães da família. O livro começa nos contando um pouco sobre os pais e o avô de Edgar e como a criação de cachorros de tornou o negócio de família.
De repente Gar – o pai de Edgar – morre. Daí mãe e filho dependem muito mais um do outro. Edgar se torna o “homem da casa” ainda que não saiba muito bem o que isso quer dizer. Quando seu tio reaparece as coisas começam a mudar rapidamente. Seu tio e seu pai nunca haviam se dado muito bem e Edgar não consegue fugir da idéia de que o tio quer se aproveitar do negócio de sucesso criado pelos pais. Além disso, ele cria uma desconfiança intensa de que o tio tem algo a ver com a morte do pai.
Edgar ainda muito jovem é obrigado a entender que muitas vezes, temos que renunciar de coisas que consideramos importantes para manter um certo equilíbrio – essas passagens no livro são particularmente tocantes.
O livro vai além de uma história de amizade entre um menino e seus cães. Mas o autor escreve muito bem e consegue manter a curiosidade e a vontade de conhecer mais sobre Edgar porque ele é um protagonista muito carismático e sua deficiência não é usada como muleta para fazer com que o leitor sinta pena de Edgar.
Para mim não é um livro quase bom, mas sua leitura é muito cansativa.

Marcio Mafra
23/12/2021 às 19:11
Brasília - DF
A história de Edgar Sawtelle, mudo desde o nascimento. Ele se comunica apenas por sinais e bilhetes. Leva com os pais uma vida serena, na fazenda da família, em um lugar remoto dos Estados Unidos. Ao longo de gerações, os Sawtelle criaram e treinaram uma raça de cães cujo dedicado companheirismo tem sua síntese em Almondine, a amiga eterna aliada de Edgar. A volta inesperada de Claude, o tio paterno, leva o caos ao então pacífico lar dos Sawtelle. Após a morte repentina do pai de Edgar, Claude se insinua na vida da fazenda e conquista o afeto da mãe do menino. (texto da contracapa do livro)
Marcio Mafra
23/12/2021 às 19:11
Brasília - DF
Fuga RÉSTIAS DE LUAR PERMEAVAM A FLORESTA. AS SAMAMBAIAS ARQUEAVAM à altura do pescoço ao longo da velha trilha de lenhadores, encobrindo galhos de amoras—silvestres, como lâminas de serrote em bainhas. Touceiras de Sumagre escuro. Troncos de bétulas e álamos, vagamente luminescentes. NO alto, uma abertura pálida e estreita dividia o dossel da floresta, marcando o caminho deles com mais clareza do que qualquer coisa ao nível do chão. om medo de ramos na trilha, ele mantinha os braços cruzados à frente do rosto, sem se preocupar com os espinhos das amoras rasgando sua roupa. De vez em quando, parava e batia palmas, chamando os cachorros. Eles vinham, roçavam os focinhos e a boca na palma de sua mão e desapareciam de novo, tão confiantes no escuro. Ele parou um pouco. Buscou―os com os olhos. Havia sombras sobre sombras por toda parte. Deu um passo à frente e começou de novo. À sua volta, vagalumes brilhavam com ventres luminosos. As vozes que os chamavam haviam sumido havia muito sob o rangido dos troncos de árvores movendo—se na brisa da noite como os mastros de um vasto navio. Não andavam em círculo; ele não sabia como percebia. Pela direção do vento, talvez, ou pela sombra do luar voltada para oeste. Quando um bosque de betulas reluziu, azul, onde ele esperava uma abertura, Edgar entendeu que o raminho havia acabado ou tinham se perdido. Depois de algum tempo, encontrou os cães, reunidos, esperando. Contou os focinhos, depois movimentou as mãos no escuro, tentando entender porque tinham parado. Seus dedos roçaram um arame farpado e enferrujado, e uma estaca de cerca rachada pelo tempo, Deslizou as mãos pela madeira nodosa até localizar o arame mais baixo, depois foi se afastando da estaca, Curvou—se, acompanhando o arame farpado de leve com os dedos. Parou onde havia folga suficiente para levantar o arame.

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Marcio Mafra
23/12/2021 às 19:11
Brasília - DF
Não consta qualquer lembrança ou anotação porque comprei este livro em 2014. Somente em 2021 fiz a sua leitura.

 

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