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Istambul Memória e Cidade

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Istambul Memória e Cidade

Livro Ruim - 1 comentário

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Autor: Orhan Pamuk  

Editora: Cia. das Letras

Assunto: Memórias

Traduzido por: Sergio Flaksman

Páginas: 399

Ano de edição: 2007

Peso: 600 g

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Ruim
Marcio Mafra
23/12/2021 às 22:24
Brasília - DF
Orham Pamuk escreveu ISTAMBUL, um livro de memória sobre a antiga Constantinopla, que era a sede e capital do Império Otomano.
O autor era filho de família classe média alta, metida a burguesa, ocidentalizada e não religiosa.
É um livro sobre a ruína de um povo, de uma civilização.
É também um olhar sobre o Bósforo, o rio que corta a cidade, como todas as cidades antigas, Istambul também foi edificada às margens de um rio, como o Tamsa em Londres, o rio Eufrates que atravessa a Turquia e flui através da Síria e do Iraque, o rio Tibre em Roma, o Tejo em Lisboa, o Volga em Moscou ou o Mekong no Vietnam.
Istambul extrai sua força do Bósforo, segundo seus poetas antigos e contemporâneos.
Um livro que trata do declínio e da queda de uma grande cidade, outrora o magnífico império Otomano só pode ser triste, como uma foto de paisagem em preto e branco.
A leitura é monótona, as vezes difícil, repetitiva e como tal cansativa.

Marcio Mafra
23/12/2021 às 22:23
Brasília - DF
A história autobiográfica completamente memorialista, sobre a evolução cultural que abalou a Turquia após a queda e destruição do Império Otomano. Uma demonstração de como a tradição familiar se perde com os tempos.
Marcio Mafra
23/12/2021 às 22:23
Brasília - DF
Primeiro amor Como isto são memórias, devo omitir o nome dela, e se ao referir-me a ela ofereço uma pista ao estilo dos poetas do Divan, também preciso indicar que essa pista, como o resto da minha história, pode ser enganosa. Seu nome significava Rosa Negra em persa, mas até onde eu podia avaliar ninguém nas margens das quais ela mergulhava feliz no mar, e nenhuma das suas colegas ficou no liceu francês, sabia disso ― porque seus cabelos longos e brilhantes eram negros, mas castanhos, e seus olhos um tom apenas mais escuro eu engenhosamente lhe disse isso, ela ergueu as sobrancelhas como sempre fazia quando ficava séria de repente e, projetando os lábios só um pouco, disse que era claro que ela sabia o que o seu nome significava, e que no caso dela era uma homenagem à sua avó albanesa. De acordo com a minha mãe, porém, a mãe da moça (a quem a minha mãe se referia como "aquela mulher") devia ter―se casado muito jovem, porque quando o meu irmão tinha cinco anos e eu três, e a minha mãe nos levava para passar as manhãs de inverno no parque Maçka em Níşāntasi , já via a criança com a mãe dela, que parecia ela própria uma menina, dizia a minha mãe, empurrando a filha num carrinho enorme e tentando fazê-la dormir. Minha mãe certa vez insinuou que a avó albanesa tinha saído do harem de um paxá que ou fizera alguma coisa muito errada durante os anos do armistício ou caíra em desgraça fazendo oposição a Atatürk, mas na época eu não me interessava nem pelas mansões otomanas que estavam sendo queimadas em toda a nossa volta e nem pelas famílias que viveram nelas no passado, de maneira que esqueci a história exata. O meu pai, enquanto isso me contou que o pai da pequena Rosa Negra, com a ajuda de alguns amigos íntimos influentes em círculos governamentais, tornara-se o representante de algumas companhias americanas e holandesas, enriquecendo da noite para o dia, mas não havia nada no tom da sua voz que sugerisse que ele reprovava essa carreira.

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Marcio Mafra
23/12/2021 às 22:23
Brasília - DF
Este foi um dos livros que comprei lá pelo ano de 2015. Já não sei por que o fiz. Provavelmente para procurar entender um pouco sobre o Imperio Otomano Só consegui por fim à leitura em 2020.

 

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