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Armas, Germes e Aço - Os destinos das sociedades humanas

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Armas, Germes e Aço - Os destinos das sociedades humanas

Livro Bom - 1 comentário

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Autor: Jared Diamond  

Editora: Record

Assunto: História

Traduzido por: Silvia de Souza Costa

Páginas: 472

Ano de edição:

Peso: 700 g

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Bom
Marcio Mafra
30/12/2021 às 18:57
Brasília - DF
Jared Diamond, professor de fisiologia da Escola de Medicina da Universidade da California é um respeitado cientista da fisiologia, biologia evolutiva e biogeografia. Ao longo de 472 páginas ele esmiúça as origens dos povos e seus impérios, da religião, da escrita e da produção de alimentos.
Num meticuloso trabalho que perpassa 13 mil anos da história humana o autor conclui que a dominação de um povo (ou nação) sobre outro tem origem no poderio militar (armas) tecnológico (aço) ou nas epidemias (germes) que dizimaram os povos conquistados.
Jared afirma que diversidade humana é resultado de um processo histórico, e não de particularidades referentes a inteligência ou aptidões, assim como não às diferenças biológicas de raça ou gênero.
A leitura é cansativa, algumas vezes monótona e outras de difícil compreensão. É um livro bom para pesquisadores, estudantes e professores.


Marcio Mafra
30/12/2021 às 18:49
Brasília - DF
Por que o desenvolvimento humano avançou em ritmos desiguais nos diferentes continentes? Um povo pode dominar outro? "A história seguiu diferentes rumos para os diferentes povos devido às diferenças entre os ambientes em que viviam e não devido a diferenças biológicas entre os povos."
Marcio Mafra
30/12/2021 às 18:49
Brasília - DF
Na maior parte do tempo, desde que os ancestrais dos modernos humanos se distinguiram dos grandes macacos, há cerca de 7 milhões de anos, todos os humanos da Terra se alimentavam exclusivamente da caça de animais selvagens e da coleta de plantas, como os pés―pretos ainda faziam no século XIX. Foi somente nos últimos 11.000 anos que alguns povos passaram a se dedicar ao que chamamos de produção de alimentos: isto é, a domesticação de animais selvagens e o cultivo de plantas, comendo carne de gado e o que colhiam. Hoje em dia, a maioria das pessoas na Terra consome alimentos que elas próprias produziram ou que outros produziram para elas. Pelos atuais padrões de mudança, na próxima década os poucos bandos de caçadores-coletores remanescentes vão abandonar essa prática, se desintegrar ou morrer, pondo fim a milhões de anos desse modo de vida. Povos diferentes iniciaram a produção de alimentos em diferentes períodos da pré-história. Alguns, como os aborígines australianos, nunca chegaram a esse estágio. Entre aqueles que adquiriram o hábito, alguns (por exemplo, os antigos chineses) desenvolveram essa prática por conta própria, enquanto outros (inclusive os antigos egípcios) aprenderam com seus vizinhos. Mas, como veremos, a produção de comida era um pré-requisito indireto para o desenvolvimento de armas, germes e aço. Por isso, as variações em matéria de clima e geografia ou o momento em que os povos de diferentes continentes se tornaram agricultores ou criadores de animais, explicam em grande parte seus destinos contrastantes. Antes de dedicarmos os próximos seis capítulos a entender como surgiram as diferenças geográficas na produção de alimentos, este capítulo vai mostrar as principais conexões através das quais a produção de alimentos gerou as vantagens que permitiram a Pizarro capturar Ataualpa e ao povo de Fred Hirschy tirar a terra do povo de Levi. A primeira conexão é a mais direta: a disponibilidade de mais calorias para consumo significa mais gente. Entre as plantas silvestres e as espécies animais selvagens, somente uma pequena parte é comestível ou vale a pena ser caçada ou colhida. A maioria é inútil como alimento para nós por uma ou mais das seguintes razões: é de difícil digestão (como a casca de árvore), venenosa (algumas borboletas e cogumelos), de pouco valor nutritivo (água-viva), difícil de preparar (nozes muito pequenas), difícil de coletar (larvas da maioria dos insetos) ou perigosa para caçar (rinocerontes). A maior parte da biomassa (matéria viva orgânica) existente encontra-se na forma de madeira e folhas, sendo que poucas são digeríveis pelos seres humanos.

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Marcio Mafra
30/12/2021 às 18:49
Brasília - DF
Rafael me presenteou este livro em 07/10/2015 com a seguinte dedicatória: “Armas, Germes e Márcio. Marcio, Esse é um daqueles livros que tenta explicar tudo e desdizer tudo que já foi explicado. Isso é ótimo. O difícil é guardar tudo pra conversar depois. Mas tenho certeza que usará seu talento único para guardar uma única informação e usar de forma mais ou menos precisa quando ninguém esperar. A única coisa a lamentaré ver que o autor dedicou sua vida a explicar algo que você sintetizaria em duas simples palavras: Picas, grana! Feliz Aniversário. Beijos, Rafael, Emilia, Amanda e Beatriz.”

 

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