carregando

Aguarde por gentileza.
Isso pode levar alguns segundos...

 

As Moças de Azul

Para usar as funcionalidades você precisa estar logado(a). Clique aqui para logar
Erro ao processar sua requisição, tente novamente em alguns minutos.
As Moças de Azul

Livro Ruim - 1 comentário

  • Leram
    1
  • Vão ler
    0
  • Abandonaram
    0
  • Recomendam
    0

Autor: Janet Dailey  

Editora: Círculo do Livro

Assunto: Romance

Traduzido por: Ruy Jungmann

Páginas: 439

Ano de edição:

Peso: 510 g

Avalie e comente
  • lido
  • lendo
  • re-lendo
  • recomendar

 

Ruim
Marcio Mafra
30/12/2005 às 23:26
Brasília - DF

Uma história de amor, vivida por quatros mulheres, jovens e sonhadoras, que resolvem conquistar seus brevês de piloto. Certamente não é difícil encontrar este perfil de personagem nos romances, . Haja açúcar. Açúcar pra todo lado. Haja paixão. Escola - mesmo de aviação - quando mistura homem, mulher, instrutor, treinamento.... tudo acaba voando....Mas o livro não sai do chão. É ruim, tão ruim que faz lembrar a frase do Millor Fernandes: "Os estrangeiros, porém, todos escrevem best-sellers que vendem bastante e fracassos totais que vendem ainda mais".


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A história de Capy Hayard, mulher e piloto......

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Todas começaram a trabalhar, desfazendo as malas e forrando e arrumando as camas, com exceção de Marty, que não parecia ainda inclinada a isso. Sentou-se no beliche e passou os dedos pelo colchão listrado de azul e branco a fim de lhe experimentar a maciez. Mary Lynn Palmer já se apossara do beliche junto ao dela. A valise permanecia aberta em cima do beliche enquanto Mary transferia as roupas para o baú. Marty notou uma foto emoldurada no meio de algumas peças íntimas. - De quem é a foto. . . ? De seu amigo? - perguntou. - Você bem que pode dizer isso. - Mary Lynn pegou a foto e mostrou-a a Marty. - É meu marido. Tardiamente, Marty notou a aliança de ouro que havia na mão esquerda de Mary Lynn. A moldura dourada exibia a foto de um piloto do exército, com o quepe de oficial elegantemente repuxado na cabeça, os cabelos escuros ondulados quase cobrindo as orelhas. Usava uma jaqueta de vôo forrada de pele de ovelha, o fecho aberto no peito, um rosto magro e bonito e olhos ,sorridentes que fitavam Marty. - E bonitão, mesmo. - Marty leu a dedicatória garatujada ao pé da foto: "Para minha adorada esposa, Mary Lynn, com meu amor, sempre. Do marido que a adora, Beau", e em seguida entregou a foto de volta a Mary Lynn. - E voa, também - observou. - Beau é piloto de B-17. .. Foi destacado para a Inglaterra. - Falava em tom muito baixo e terno mas que conseguia transmitir profunda emoção. - Ele pilota os grandes bombardeiros quadrimotores que chamam de Amigão. - Rapaz de sorte. Eu adoraria entrar um dia na cabine de um deles. Marty pôs as mãos nas bordas do beliche e casualmente inclinou-se para a frente, notando a maneira carinhosa com que Mary Lynn tocava a foto. - Foi voando que o conheci. - Rindo baixinho, Mary Lynn corrigiu-se: - Bem, não foi exatamente como o conheci. Um grande espetáculo aéreo foi realizado sobre um campo perto de Mobile e meu pai me levou para vê-lo. Foi lá que vi Beau pela primeira vez e descobri que ele era instrutor de vôo. Convenci papai a me deixar tomar lições para que eu pudesse conhecê-lo. Você não pode fazer idéia de como era difícil pilotar um avião com ele falando ao meu ouvido. - O riso convidou Marty a rir também. - Depois que nos casamos, Beau dizia brincando que foi a mosca do vôo que me picou, não as flechas de Cupido.


Nenhuma informação foi cadastrada até o momento.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Sem nenhuma informação historica sobre este livro


 

Receber nossos informativos

Siga-nos:

Baixe nosso aplicativo

Livronautas
Copyright © 2011-2021
Todos os direitos reservados.