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Escrito Nas Estrelas

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Escrito Nas Estrelas

Livro Bom - 2 comentários

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Autor: Sidney Sheldon  

Editora: Record

Assunto: Romance

Traduzido por: A B Pinheiro de Lemos

Páginas: 414

Ano de edição:

Peso: 465 g

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Bom
Cris Felizardo
15/06/2012 às 19:11
Brasília - DF
Escrito Nas Estrelas Lara Cameron é uma mulher moderna e visionária que, durante toda sua vida, trabalhou arduamente para erguer a Cameron Enterprises, um verdadeiro império no ramo imobiliário. Usando sua grande inteligência e capacidade de identificar as pessoas certas para ajudá-la a ultrapassar cada obstáculo, ela se tornou uma rainha em um universo tradicionalmente dominado por homens, conquistando assim fortuna e renome além de qualquer expectativa. Porém, um presente de glórias e sucesso oculta um passado sombrio e repleto de monstros que ameaçam retornar e destruir tudo que Lara construiu. Alguém planeja uma vingança que, se bem-sucedida, fará com que Lara perca não só sua reputação, como também o controle de seu império, ao qual ela dedicou toda a sua vida e muito de sua própria alma. Suspense é o que não falta neste livro e claro que romance também não falta! Recomendo.

Bom
Marcio Mafra
07/09/2005 às 09:07
Brasília - DF

O jato particular de Lara Cameron, aterriza no aeroporto de La Guardia, em Nova York, com uma hora de atraso devido o mau tempo.....no dia de seu aniversário.... Leitura boa, embora nada muito especial, nem muito diferente da lenga lenga sheldiana. Talvez este livro seja mais palatável ao leitor porque a história não é completamente idiota.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A história de Lara Cameron, dona de uma construtora e também de uma corretora de imóveis em meio a muito sexo, dinheiro, amor, ódio e suspense.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Dei meu primeiro concerto aos dezoito anos, com a Sinfônica de Detroit. - Ficou assustado? Ele estava apavorado. Descobria que uma coisa era tocar diante de um grupo de amigos, outra era enfrentar um vasto auditório, lotado com pessoas que pagaram para ouvi-lo. Andava de um lado para outro nos bastidores, muito nervoso, quando o diretor de cena pegou-o pelo braço e disse: - Entre agora. Chegou a sua vez. Jamais esquecera a sensação que experimentara quando entrou no palco e a audiência começou a aplaudi-lo. Sentou ao piano e seu nervosismo desapareceu no mesmo instante. Depois disso, sua vida tornou-se uma maratona de concertos. Excursionou por toda a Europa e Ásia, e sua reputação crescia ainda mais ao final de cada excursão. William Ellerbee, um agente de artistas importantes, concordou em representá-lo. Em dois anos, havia uma demanda por Philip Adler no mundo inteiro. Ele olhou para Lara e sorriu. - Claro. Ainda me sinto assustado antes de um concerto. - Como é excursionar por toda parte? - Nunca é insípido. Uma ocasião eu fazia uma excursão com a Sinfônica de Filadélfia. Estávamos em Bruxelas, a caminho de um concerto em Londres. O aeroporto local foi fechado por causa do nevoeiro e por isso nos levaram de ônibus para o aeroporto Schiphol, em Amsterdã. O encarregado explicou que o avião fretado para nós era pequeno e que os músicos podiam levar seus instrumentos ou a bagagem. Como não podia deixar de ser, eles escolheram os instrumentos. Chegamos a Londres bem a tempo de iniciar o concerto. Tocamos de jeans, tênis e com a barba por fazer. Lara riu. - E aposto que a audiência adorou. - É verdade. Em outra ocasião, fui dar um concerto em Indiana, o piano fora trancado numa sala e ninguém tinha a chave. Foi preciso arrombar a porta. Lara riu de novo. - No ano passado eu tinha programado um concerto de Beethoven em Roma. Um dos críticos musicais escreveu: "Adler teve um desempenho fraco, com o fraseado no final e se desviando por completo do objetivo. O andamento foi largo demais, em desacordo com a vitalidade da peça." - Que coisa terrível! - murmurou Lara, consternada. - E o pior de tudo é que nunca dei esse concerto. Perdi o avião. Lara inclinou-se para a frente, ansiosa. - Conte-me mais. - Uma ocasião, em São Paulo, os pedais caíram do piano no meio de um concerto de Chopin. - O que você fez? - Acabei a sonata sem os pedais. Em outra ocasião, o piano deslizou pelo palco. Quando Philip falava de seu trabalho, a voz vibrava de entusiasmo. - Tenho muita sorte. É maravilhoso ser capaz de comover as pessoas, transportá-las para outro mundo. A música proporciona um sonho a cada um. Às vezes penso que a música é a única sanidade que restou num mundo insano. - Ele riu, contrafeito. - Não quis parecer pomposo. - E não pareceu. Faz com que milhões de pessoas se sintam felizes. Adoro ouvi-lo tocar. - Lara respirou fundo. Quando o ouço tocar Voiles de Debussy, eu me sinto numa praia solitária e vejo o mastro de um navio navegando à distância... Ele sorriu. - Eu também me sinto assim. - E quando ouço seu Scarlatti, estou em Nápoles. Posso ouvir os cavalos e carruagens, vejo as pessoas andando pelas ruas... Ela podia perceber a satisfação no rosto de Philip enquanto a escutava. Desencavava todas as lembranças das sessões com o Professor Meyers. - Com Bartók, você me leva às aldeias da Europa Central, aos camponeses da Hungria. Pinta as imagens e me perco nelas. - Está sendo muito lisonjeira - comentou Philip. - Não estou, não. Cada palavra é a sério. O Jantar foi servido. Consistiu em um Chateaubriand com pommes friles, uma salada Waldorf, aspargos frescos e uma torta de fruta na sobremesa. Houve um vinho para cada prato. Durante o Jantar, Philip disse: - Lara, já falamos muito de mim. Agora, conte-me sobre você. Como é construir enormes edifícios por todo o país? Ela ficou em silêncio por um momento. - É difícil descrever. Você cria com as mãos. Eu crio com a mente. Não construo fisicamente um prédio, mas faço com que se torne possível. Tenho um sonho de tijolos, concreto e aço e o converto em realidade. Crio empregos para centenas de pessoas: arquitetos, pedreiros, desenhistas, carpinteiros, encanadores. Graças a mim, eles podem sustentar suas famílias. Dou às pessoas lindos ambientes em que podem viver, em que se sentem confortáveis. Construo lojas atraentes, em que as pessoas podem comprar as coisas de que precisam. Construo monumentos ao futuro. - Ela sorriu, contrafeita. - Não pretendia fazer um discurso - É extraordinária... e sabe disso, não é? - Quero que você pense assim. Foi uma noite encantada. Ao final, Lara sabia que, pela primeira vez na vida, estava apaixonada. Sentira muito medo de acabar desapontada, de que nenhum homem pudesse corresponder à imagem em sua fantasia. Mas ali se encontrava Laxem var, em carne e osso, e ela se apaixonara. Quando chegou em casa, sentia-se tão excitada que não foi capaz de ir logo dormir. Repassou a noite em sua mente, reconstituiu a conversa muitas e muitas vezes. Feles Adair era o homem mais fascinante que já conhecera. O telefone tocou. Lara sorriu e atendeu. Já ia murmurar "Feles...", quando Paul Martin disse: - Só estou verificando se você chegou em casa sã e salva. - Cheguei. - Como foi a reunião? - Muito bem. - Ótimo. Vamos Jantar amanhã de noite. Lara hesitou. - Combinado. Será que vai haver algum problema?


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Nada para narrar sobre este livro


 

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