carregando

Aguarde por gentileza.
Isso pode levar alguns segundos...

 

O Ditador

Para usar as funcionalidades você precisa estar logado(a). Clique aqui para logar
Erro ao processar sua requisição, tente novamente em alguns minutos.
O Ditador

Livro Bom - 1 comentário

  • Leram
    2
  • Vão ler
    3
  • Abandonaram
    0
  • Recomendam
    0

Autor: Sidney Sheldon  

Editora: Record

Assunto: Romance

Traduzido por: A B Pinheiro de Lemos

Páginas: 158

Ano de edição:

Peso: 195 g

Avalie e comente
  • lido
  • lendo
  • re-lendo
  • recomendar

 

Bom
Marcio Mafra
07/09/2005 às 09:27
Brasília - DF

Livro de suspense e ação em que o ator Eddie Davis, endividado e sem emprego, aceita um papel secundário na peça "My Fair Lady" que vai ser encenada num pequeno país da América do Sul. Os livros de Sidney Sheldon são do tipo "literatura Big Mac", que devem ser consumidos até 3 horas, ou deterioram. Mas, se a história é boa, o sanduíche é bom.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A história de Eddie Davis, que - como clone e artista - aceita assumir o lugar do Ditador Ramon Bolívar, num pequeno país da sul americano. Depois torna-se alvo de um grupo de rebeldes dispostos a tudo para depor e assassinar Bolívar.....

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Tarde da noite, Juan e Hector pularam o muro do zoológico. Carregavam uma bolsa de lona da companhia telefônica e uma vara comprida, com uma forquilha na extremidade. Entraram no recinto em que ficavam as cobras. A naja dormia num canto. Juan foi até lá, imobilizou-a com a forquilha e meteu-a na bolsa de lona. - Vamos sair logo daqui antes que alguém nos descubra sussurrou Hector. Uma hora depois, Juan apresentou-se no portão do palácio. Usava o uniforme da companhia telefônica e carregava a bolsa de lona. - O que você quer? - perguntou o guarda. - Sou da companhia telefônica. O coronel Bolívar informou que o telefone do seu quarto está com defeito. O guarda coçou a cabeça. - Estranho... Ninguém nos disse nada a respeito. - O coronel lhes conta tudo? - indagou Juan. - Claro que não. Mas precisa ter um passe para entrar. Juan deu de ombros. - Tudo bem. Basta avisar ao coronel que não poderei consertar seu telefone. Ele começou a se afastar. - Espere aí! - O guarda não queria ser o responsável por não terem consertado o telefone do coronel Bolívar. - Acho que não tem problema. Pode entrar. - Obrigado. - Vou mostrar o caminho para o quarto. O guarda acompanhou Juan pelo corredor até a porta do quarto. - O coronel não está aqui neste momento. Pode entrar e consertar o telefone. Mas não demore. - Não se preocupe - respondeu Juan. Ele esperou até o guarda se afastar, depois entrou e fechou a porta. Depois de colocar a bolsa de lona na cama, abriu-a. A naja parecia dormir, mas Juan não queria correr qualquer risco. Usou a forquilha para retirá-la da bolsa e deixá-la ao pé da cama, cobrindo-a com uma manta para que não fosse vista. No momento em que o coronel Bolívar deitasse e estendesse os pés, a cobra o atacaria. Finalmente conseguirei matá-lo, pensou Juan, feliz. Amador voltará a ser um país livre. Fechou a bolsa de lona, saiu do quarto e foi andando pelo corredor. - Já consertou o telefone? - perguntou o guarda. - Era um problema pequeno e não deu muito trabalho. Na verdade, pensou Juan, foi um grande problema o que resolvi. Eddie sentia-se cansado. Fora um dia longo. Estava feliz por ter podido ajudar todas as pessoas na Sala de Petição, e por abrir o jardim zoológico à visitação de todos os cidadãos de Amador. E agora se encontrava pronto para uma boa noite de sono. Entrou em seu quarto e começou a se despir. Houve uma batida na porta. - Quem é? Uma voz suave respondeu: - Sou eu, querido. A porta foi aberta, e a amante do coronel Bolívar entrou. Usava um negligê transparente. - Desculpe ter sido grosseira com você, Ramón, mas eu me sentia magoada. Sabe o quanto quero casar com você. - Também peço desculpas - disse Eddie. - O coronel Bolívar... isto é, amo minha esposa, e não vou me divorciar. - Eu compreendo, Ramón, e aceito essa situação. A amante chegou mais perto da cama. - O que está fazendo? - perguntou Eddie. - Quero passar uma última noite com você; depois, nunca mais tornarei a importuná-lo. Ela mantinha uma das mãos nas costas, empunhando a adaga com que mataria o coronel. Se não podia ter o homem que amava, não deixaria que ele pertencesse a outra mulher. Meteu-se na cama. - Não pode fazer isso! - protestou Eddie. Mas já era tarde demais. Ela se enfiou por baixo das cobertas e sussurrou: - Venha para a cama, querido. Lembre-se como pode ser maravilhoso... Eddie se adiantou. - Terá de sair daqui. Não teve uma boa idéia. Ele se abaixou para puxá-la da cama. Neste momento, a mulher ergueu a adaga e mirou seu coração. Antes que pudesse desferir o golpe, no entanto, seu pé roçou na naja e ela sentiu uma mordida na perna. Soltou um grito. - O que... E morreu no instante seguinte. Eddie ficou incrédulo. - Acorde! A mulher não se mexeu. - Socorro! A porta foi aberta, e o capitão Torres entrou correndo. - O que aconteceu? - indagou ele. - O que você... E foi então que ele viu a mulher morta na cama. - Por Deus, você matou a amante do coronel Bolívar! - Não fui eu! - exclamou Eddie, indignado. O capitão Torres virou-se para Eddie. - O que ela fazia em sua cama? - É difícil explicar... - Não precisa explicar nada. É óbvio. Fez amor com ela e depois a matou. - Não foi nada disso! - Como poderei dar a noticia ao coronel Bolívar? Ele era louco por essa mulher. Ia casar com ela. - Eu não tinha certeza disso. - Como? - Nada. - Quando eu contar ao coronel, ele vai querer acabar com você. - O coronel continua no hospital? - Continua. - Talvez ele morra - murmurou Eddie, esperançoso. O capitão Torres exibiu um sorriso frio. - Não, não será ele quem vai morrer.


Nenhuma informação foi cadastrada até o momento.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

O Ditador é um daqueles livros que a gente sempre teve.


 

Receber nossos informativos

Siga-nos:

Baixe nosso aplicativo

Livronautas
Copyright © 2011-2021
Todos os direitos reservados.